Marketing de conteúdo é extrair a essência das marcas

Quando nosso grande parceiro e fornecedor de fotografia Tamires Kopp nos apresentou o projeto Arrieros – Un Documental, ficamos encantados com a densidade do conteúdo, sua riqueza histórica e não pudemos deixar de associá-lo a um grande cliente nosso de logística, a MultiArmazens.

Arriero, na linguagem do homem do campo argentino significa “condutor de animais”, e foi no lombo destes animais, especificamente mulas que, ainda durante o período colonial, construíram-se as rotas andinas de comércio e transporte entre Argentina e Chile. E o mais impressionante neste contexto, é que essa história segue viva nos dias de hoje, com o transporte através de mulas ainda intenso no Parque Provincial Aconcágua, feito por arrieros descendentes, mantendo a tradição da profissão de logística mais antiga que se tem registro na América do Sul. Um ícone histórico da cultura dos pampas, que já foi até tema de Walt Disney em um de seus longa-metragens.Arreio Un Documental

A idéia de um documentário sobre esta profissão logística casou perfeitamente com o momento de vanguarda da Multi Armazens, investindo em ações ousadas de branding e marketing de conteúdo no intuito de valorizar os avanços tecnológicos e diferencias conquistados pela marca em seu segmento no país, tão tradicional e conservador em comunicação e marketing. Entre as novidades da Multi Armazéns, a instalação de um escritório em Buenos Aires e novas rotas para aquele país, Uruguai e Chile.

Conectamos então a Multi Armazéns a esse documentário fantástico captando a essência da marca em um conteúdo valoroso, de altíssima qualidade, premium, ligado ao seu negócio, sua importância e impacto cultural. A Multi apoiou o projeto curiosamente na parte da logística, para o grupo TerraMar, produtor do documentário, ir até a Argentina captar as imagens. A qualidade deste belíssimo trabalho vocês podem acompanhar no trailer de lançamento abaixo.

Para a Business Press, Marketing de Conteúdo é extrair a essência das marcas, conectando pontos de interesse, e isso, modéstia parte, nós fazemos bem.

Business Press é uma agência de marketing digital, que desenvolve estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

Design thinking cria valor e impulsiona o crescimento.

Design Thinking é uma metodologia comumente utilizada por designers para abordar problemas complexos, através de um trabalho colaborativo que visualiza ângulos e perspectivas diversas para criar soluções inovadoras.

Um projeto que usa Design Thinking prefere o simples ao complexo, dá à estética o mesmo peso da funcionalidade, cria soluções elegantes e é focado na experiência do usuário. Além disso, o Design Thinking é essencialmente orientado para ação, onde o foco do pensamento não é o problema e sim a solução.

Em geral, a sua implementação obedece à seguinte sequência de etapas:

  • Coleta de dados;
  • Exploração das necessidades atuais;
  • Sintetização do aprendizado em insights e padrões;
  • Geração de protótipos para testar essas ideias no mercado;
  • Implementação.

E o Design Thinking pode ser aplicado não só na criação de produtos melhores, mas também na inovação dos modelos de negócios e dos processos de trabalho, permitindo uma maior conquista de valor, já que com essa metodologia é possível criar um procedimento estrutural para aprimorar o processo de inovação e preparar uma plataforma sólida e criativa para o lançamento de grandes ideias.

O Design thinking é uma ferramenta que cria valor e impulsiona o crescimento,  já que a sua implementação se traduz em aplicações reais no mercado.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que criam desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de Conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Lego e a queda de barreiras entre o mundo digital e o real.

Canoas Shopping recebe o Lego City, evento gratuito voltado a crianças até 12 anos e que pode ser visitado  até 2 de agosto.

Lego City

Qual a importância de um brinquedo feito de blocos de plástico que se encaixam uns nos outros em uma era onde as crianças já nascem imersas em um universo digital repleto de apelos irresistíveis?

Talvez um dos fatores que expliquem a longevidade deste produto criado em meados da década de 50 seja paradoxalmente a sua similaridade com a dinâmica das atividades online. De forma diversa de brinquedos “analógicos” como carrinhos ou bonecas que possuem uma atratividade restrita à sua funcionalidade explícita, o Lego permite a criação de uma infinidade de formas e funções que podem ser ampliadas e recombinadas, mantendo o interesse na brincadeira.

Mas outro aspecto que torna o Lego interessante para uma nova geração de crianças, é justamente uma de suas características mais anacrônicas: o fato de não haver uma tela separando-as da brincadeira. Afinal, computadores, smartphones e tablets podem ser uma fonte inesgotável de diversão, mas não permitem os prazeres do toque e da manipulação de objetos tridimencionais que os tijolinhos coloridos oferecem.

Os blocos de Lego também desenvolvem o raciocínio espacial, tornam mais compreensíveis conceitos matemáticos como frações e divisão, além de aprimorar habilidades motoras finas.  Isso sem falar no planejamento e organização que a criança precisa ter para transformar suas ideias em realidade e no mais óbvio benefício que é a potencialização da criatividade, já que as possibilidades oferecidas pelos blocos intercambiáveis são infinitas.

Pude comprovar pessoalmente como a experiência Lego permanece relevante ao ver a grande quantidade de crianças participando do Lego City no Canoas Shopping , mesmo sendo esta uma geração totalmente online. E este é mais um indicativo de que o verdadeiro anacronismo é a barreira entre o mundo digital e o real.

O show tem que continuar.

“É o fim do mundo como conhecemos (e eu me sinto bem)” – R.E.M.

 

Durante todo o século XX o consumo de música esteva associado à mídia que a continha, fosse um disco de vinil, uma fita K7 ou um CD. Ou seja, a engrenagem financeira que sustentava artistas e gravadoras girava em torno de um produto físico tangível.

A partir do momento que a música se tornou um arquivo volátil e fácilmente compartilhavel, os artistas precisaram se reinventar. Eles então perceberam que o seu nome (ou o nome de sua banda) era uma marca que poderia ser associada a diversos produtos de consumo, transcendendo a mídia de suas canções.

Um dos pioneiros neste processo foi a banda Kiss que, além das tradicionais camisetas comercializadas nos shows, possui uma vasta coleção de objetos licenciados que vão desde cadernos escolares até miniaturas dos integrantes da banda.

Além disso, a mesma internet que decretou a queda nas vendas dos CDs proporcionou uma aproximação dos artistas com seu público, estimulando o consumo dos seus produtos e a venda de ingressos para os shows, sem falar na divulgação de outros tipos de conteúdo e a democratização da entrada de novos talentos no mercado, já que não são mais os executivos das grandes gravadoras que decidem o que fará sucesso ou não.

Esta é uma lição que vale para qualquer atividade: sempre que o cenário muda e um negócio é ameaçado de extinção, é sinal de que muitas outras oportunidades estão surgindo para quem souber identificá-las. Então o jeito é ficar de olhos e ouvidos atentos, porque o show vai continuar com ou sem você.