Marketing Digital

Para melhorar as vendas seu marketing digital precisa integrar mídia própria, paga e espontânea.

O marketing digital, quando bem implementado, tanto no B2C quanto no B2B, além de impactar positivamente os simpatizantes da marca com conteúdos do seu universo de valores, alimentando-os principalmente de informações atualizadas sobre lançamentos, qualidades e diferenciais frente a concorrência, auxilia-os na identificação dos seus produtos quando a compra é oportuna, direcionando-os ao canal de vendas da sua escolha. Afinal, engajamento em mídias sociais não mede o resultado do seu marketing digital. É preciso fazer muito mais e, além de atrair, converter em lead, relacionar, acompanhar e guiar curtidores e seguidores de sua marca pela jornada de compra para obter resultados melhores de vendas.

No B2C estes canais podem ser links de lojas próprias ou parceiras da marca na internet, como também a loja física ou franquia mais próxima do consumidor. No B2B direciona-se o potencial comprador ao representante local, distribuidor ou o canal na internet de venda direta da empresa.

Para gerir bem este processo chamado de funil de vendas, é preciso implementar a metodologia de Inbound Marketing e produzir conteúdos estratégicos direcionados a todas as etapas em que os potenciais clientes passam por este funil até a venda, nutrindo-os de informações importantes para o amadurecimento da compra. Integrar o mix de mídia de forma alinhada portanto, torna-se fundamental para alcançar resultados melhores nesta empreitada. Tudo exige o conteúdo certo, no lugar certo e na hora certa.

Qual o mix de mídia ideal?

O mix de mídia ideal vai depender das variáveis de cada negócio, perfil de produto, do consumidor, do comportamento habitual de compra, etc. O certo é que ele deverá contemplar três tipos de mídia: Própria, Paga e Espontânea.

 

MÍDIA PRÓPRIA 

A mídia própria é aquela produzida pela própria empresa para disseminar seus conteúdos. No ambiente digital ela é composta pelo site da marca, blog ou canal de vídeo na web, além das mídias sociais, catálogos eletrônicos de produtos, e-books, e-magazines, newsletters, e-mail marketing, entre outras.

Nesta mídia o conteúdo editorial é determinado pela empresa e seu departamento de marketing, portanto de total liberdade para a publicação do que quiser sobre a marca e seus produtos e da maneira como achar melhor. No entanto recomenda-se que os conteúdos sejam extremamente focados no business e seus valores, obedecendo a técnicas de SEO para evoluir e ampliar o tráfego orgânico da marca e seus produtos em temas e palavras-chave ligados a eles, para que os interessados possam achá-los quando derem uma busca no Google.

Esta é a mídia mais econômica para se comunicar com os potenciais consumidores e compradores da marca, porém sozinha não oferece resultados imediatos. Eles demoram muito a chegar e por isso preciso uma mídia complementar para impulsionar os resultados.

MÍDIA PAGA

A mídia paga, como o próprio nome já diz, é aquela que compramos a publicidade, como no caso dos anúncios em sites, portais, blogs de terceiros, links patrocinados, facebook Ads, Twitter Ads, banners etc.

Neste tipo de mídia, o comprador anunciante também controla o conteúdo e a mensagem que será transmitida e ainda consegue segmentar o seu alcance, podendo filtrar posição geográfica, social, econômica e até comportamental, fazendo com que a mensagem chegue apenas ao seu público-alvo. Diferente da mídia própria, a paga chega mais rápido nos prospects, no entanto com ela seu Custo de Aquisição de Cliente (CAC) deverá subir. A integração do mix de mídia visa equilibrar este custo, ampliar o alcance e otimizar o orçamento, provocando resultados melhores.

MÍDIA ESPONTÂNEA OU GANHA

A mídia espontânea ou ganha é aquela que sua marca conquista através da sua boa reputação, verificada quando algum veiculo de mídia noticioso ou blog publica algo espontaneamente sobre ela e seus produtos de forma positiva, apresentando como novidade ou indicando o uso.

As formas de conquistar estes espaços são através de conteúdos relevantes, seja de forma orgânica, o que vai exigir sorte, ou um bom trabalho de assessoria de imprensa e relações públicas.

Os resultados podem ser aferidos por editoriais de imprensa institucionais ou de produtos, reportagens, matérias, posts em blogs especializados, SEO, inbound links, tudo de forma espontânea, sem sua marca ter que pagar pelas publicações. E como tal, está subordinada a aprovação de um editor, jornalista, blogueiro, ou até mesmo um cliente. E é esta característica que torna esta mídia de maior credibilidade, no entanto ela não depende apenas da marca.

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

 

Como medir o resultado do seu marketing digital por custo de aquisição de clientes.

Você sabe calcular quanto gasta para adquirir cada cliente?

O custo de aquisição de cliente (CAC) é o investimento médio, calculado tempo, esforços e valores diretos, para conquistar um cliente. Se o seu marketing digital não é orientado para vendas, sejam elas online ou offline, B2B ou B2C e não faz esse cálculo, não é possível saber sua eficiência do ponto de vista financeiro no impacto das suas vendas, como tão pouco tomar decisões estratégicas para otimização de investimentos.

Muito mais importante do que o impacto alcançado nas ações pelo engajamento do número de seguidores, curtidas, comentários e compartilhamentos no site e mídias sociais da sua marca, são o custo com elas e o quanto são capazes de adquirir clientes reais para sua empresa. Se o seu marketing não faz esta conta, não é possível saber sua influência direta na conquista de clientes e se inclusive sua operação de marketing é saudável.

Mas como calcular o CAC?

Primeiro faça o cálculo de forma ampla e considere como investimento todos os gastos nas áreas de vendas e marketing da sua empresa, que são os departamentos diretamente envolvidos na aquisição de clientes e desconsidere todas as outras áreas. Depois use a mesma lógica para avaliar o marketing digital. Assim é possível ter um comparativo de todo o negócio, parcela de contribuição e desempenho de uma área e de outra com relação aos custos que cada uma tem para adquirir um cliente.

  • No marketing inclua todos os custos com o departamento: salários, ações, ferramentas, fee de fornecedores, feiras, eventos, mídia, e tudo o que for usado para expor o seu produto, gerar Leads e oportunidades para o time de vendas;
  • No setor de vendas inclua: salários, comissões, ferramentas, gastos com telefone, viagens e toda a infraestrutura usada pelos vendedores para realizar a conversão de novos clientes;
  • Novos clientes: faça o levantamento do número de novos clientes conquistados no mesmo período. No marketing digital levante somente aqueles que vieram através das ações na internet. Vale mencionar também que caso você tenha clientes que foram conquistados em outros canais não considerados no investimento, estes também não devem ser considerados na conta de novos clientes.

Então, feito este levantamento a fórmula se aplica a todo o negócio e também ao marketing digital. Englobe todos os custos e clientes e depois segmente-os por áreas: Vendas, Marketing e Marketing Digital.

Então, considerando as áreas de vendas, marketing, marketing digital e os novos clientes no período de um mês, temos a seguinte equação:

 

Pensando em marketing digital, por exemplo, se em um mês todos os seus gastos com ações somam R$ 10 mil e foram conquistados 40 clientes, seu CAC é de R$ 250,00. Este cálculo deve ser realizado sempre mês a mês, considerando os investimentos e novos clientes adquiridos através do canal aferido no período.

Calculado mês a mês, é importante no CAC considerar variações bruscas que podem ocorrer por variáveis não consideradas, como a contratação de novos vendedores, por exemplo. Neste caso o CAC aumenta, já que é bem provável que eles não tragam clientes logo no primeiro mês de trabalho. Mas com o tempo este valor volta a se estabilizar.

Feito o cálculo, o Custo de Aquisição de Clientes precisa ser menor que o valor médio do seu produto ou serviço para que o seu negócio seja considerado saudável. Isso em negócios tradicionais de vendas pontuais.

Exemplo: Se você gasta em média R$ 250,00 (como sugerimos acima) para conquistar um novo cliente. Se esse é o seu CAC, e o seu produto custa R$ 150,00, você terá um prejuízo de R$ 100,00 para cada cliente que você conquistar.

Para negócios de pagamentos recorrentes como assinaturas, o raciocínio já muda um pouco. Nestes casos, o CAC precisa ser menor que o LTV (Lifetime Value) que é mais ou menos a média de quanto cada cliente vai gastar durante toda a vida dele com você.

Exemplo: Você tem um CAC de R$ 250,00 e o cliente te paga mensalmente R$ 50,00. Mas sabendo que seus clientes ficam em média 18 meses com sua empresa, o LTV dele será de R$ 900,00. Portanto, dessa forma é possível ver que o negócio é saudável financeiramente.

Agora se o CAC estiver maior que o LTV ou Ticket Médio, é necessário agir, seja no corte de gastos, ampliar resultado, ações de retenção e fidelização no caso de negócios recorrentes, enfim decisões que reduzam o CAC.

É diante do CAC que é possível analisar quais investimentos não estão dando um bom retorno. No marketing digital, com a análise do impacto das ações é bem fácil enxergar isso e mudar de rota, tentando algo que seja mais eficiente para trazer mais clientes. Ele também auxilia nas ações offline, pois são indicadores de pesquisa no seu público-alvo. Não deixe de usar este indicativo para avaliar a eficiência do seu marketing como um todo, como também o seu marketing digital.

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

KPIs: como medir seus resultados em marketing digital.

“O que pode ser medido pode ser melhorado” – Peter Drucker.

 

Uma das características do Marketing Digital é que ele é totalmente mensurável e todas as ações online podem ser medidas, atestadas e calculadas de acordo com o retorno obtido por cada iniciativa.

Diante de tantos dados disponíveis é de fundamental importância definir o KPI (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Performance) mais indicado para cada ação a ser monitorada. Com os KPIs corretos é possível avaliar os resultados de todas as etapas de uma estratégia de marketing digital em um período e frequência determinados.

A premissa básica é que os KPIS sejam relevantes para o objetivo  da empresa, já que indicadores errados provavelmente mostrarão performances erradas, comprometendo a avaliação da estratégia.

 

Características de um bom KPI:

  • Ter relação direta com o objetivo proposto

Os indicadores escolhidos devem mostrar claramente se as ações estão obtendo resultado. O número de curtidas em uma página não é tão relevante para o objetivo de aumento de vendas, por exemplo.

  • Ser de fácil compreensão e mensuração

Todos os envolvidos devem compreender de forma inequívoca os dados que os indicadores estão mostrando, sem margens para interpretações ambíguas.

  • Ser útil de forma contínua

Um bom KPI deve contribuir para a melhora continua da empresa, fornecendo informações que permitam o ajuste dos processos na busca dos seus objetivos.

 

KPIs x objetivos:

A utilização de indicadores totalmente desvinculados dos objetivos da empresa, além de comprometer a avaliação da estratégia de marketing digital, pode gerar frustração e questionamentos sobre a sua efetividade. Abaixo relacionamos alguns exemplos de KPIs relacionados com alguns objetivos possíveis de marketing digital:

  • Fidelização/Engajamento

Número de curtidas, compartilhamentos e comentários dos posts nas redes sociais, quantidade de páginas visitadas no site e taxa de rejeição destas páginas são KPIs válidas para este objetivo que está relacionado às interações do público com a empresa.

  • Reconhecimento de autoridade

Curtidas no Facebook, seguidores no Twitter e visitas no site ou no blog são indicadores que comprovam a presença da marca na mente das pessoas.

  • Conversões

Se o objetivo da empresa é gerar mais conversões e reduzir o custo por venda, podem ser utilizados os seguintes KPIs: número de leads gerados, tempo para a efetivação de uma venda, número total de vendas e custo de aquisição de clientes (CAC).

  • Presença / Cobertura

Neste caso, basicamente o que precisa ser respondido é a quantidade de pessoas que estão sendo alcançadas com nossos posts em redes sociais, artigos de um blog, views de  imagens no Instagram, vídeos no YouTube ou Vimeo, etc.

  • Captação

O monitoramento da captação nas redes sociais exigirá tags com valores reconhecidos pela ferramenta de análise web em todas as mensagens e campanhas. Desta forma é possível medir seus efeitos sobre o tráfego e suas conversões.

Também é possível incluir um valor de referência financeira para a visualização de uma estimativa de ROI, tendo como base o custo médio por visita gerado por campanhas como o Google Adwords ou anúncios no Facebook por exemplo.

  • Retenção de clientes

A manutenção da proximidade do consumidor buscando garantir o sucesso e ampliar as chances de novas compras podem ser medidas através de indicadores como: Tickets de suporte e  Estimativa do Lifetime Value (valor gasto pelo cliente com a empresa no decorrer do ciclo de vida e de compra).

  • Geração de novos leads

A obtenção de dados através de troca por conteúdo relevante na forma de e-books, infográficos, etc pode ser monitorada com o levantamento do número de leads gerados e o custo por lead.

  • Aumento de vendas

Indicado para quem trabalha com e-commerce, as KPIs que indicam o sucesso da estratégia para aumento de vendas podem ser: número de vendas, custo por venda (no caso de links patrocinados, por exemplo) e taxa de conversão.

 

O inbound marketing  permite o rastreamento de um grande volume de dados que podem gerar relatórios volumosos a cada mês. Por isso é de grande importância saber o que rastrear, como refinar os relatórios analíticos e identificar os KPIs que são efetivamente relevantes. E, o mais importante, que comprovem o ROI e não somente a popularidade.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Como obter mais conversão em vendas com palavras-chave de cauda longa.

Quer vender mais? Que tal ser encontrado no Google por quem deseja consumir?

 

Quando elaboramos a estratégia de marketing de conteúdo com foco em vendas, a primeira ideia que temos que ter em mente é que precisamos ser facilmente encontrados por quem está interessado em consumir o que pretendemos vender.

A elaboração de conteúdo visando rankeamento no Google com base somente nas palavras Head Tail é um equívoco, já que as palavras genéricas ou populares sofrem grande concorrência, além de atrair muitas pessoas que não estão interessadas no seu produto ou serviço. Outra questão importante é que o robô do Google identifica se o site tem palavras-chave do mesmo campo semântico entre as outras palavras relacionadas.

Daí a importância da utilização de palavras-chave de cauda longa, já que, além de possuir menor procura, reforçando a busca e atraindo público qualificado e de nicho com maior chance de conversão, elas possibilitam melhor rankeamento.

cauda longa

 

Vantagens da utilização de palavras-chave de cauda longa:

 

Melhora na competição pela busca

Palavras muito populares na busca sofrem uma competição muito maior. O termo “restaurante” compete com milhares de estabelecimentos que o utilizam. Em contrapartida, “cozinha tailandesa” melhoraria significativamente o seu posicionamento.

Maior chance de conversão

A busca por uma palavra-chave principal indica menor decisão de compra por parte de um potencial cliente (exemplo: tênis) do que alguém que utilize palavras-chave de cauda longa na sua pesquisa. (exemplo: tênis para running em Porto Alegre). Quanto mais específica a pesquisa, maior a possibilidade de que o pesquisador esteja inclinado a efetuar a compra, indicando que as chances de conversão são maiores.

Aumento da reputação do site

O incremento da reputação do site através das palavras-chave de cauda longa acontece porque, através delas, aumentam as chances dele se tornar reconhecido como especialista pelo Google, resultando em um melhor posicionamento no resultado de busca.

 

BOC

 

Saiba com quem você está falando

De acordo com o escopo do seu site, pesquise sobre a sua persona e descubra as expressões que ela mais utiliza nas suas buscas. Assim você terá mais assertividade na hora de escolher palavras-chave que realmente atraiam quem você deseja atingir.

Genérico só medicamento

Palavras-chave genéricas atraem muitos pesquisadores que não lhe interessam. Por exemplo: se você tem uma pet shop, é melhor utilizar “gato siamês para adoção” do que simplesmente a palavra “gato”, que pode atrair quem esteja buscando um garoto bonito famoso.

O valor dos sinônimos

Formas diferentes de dizer as mesmas coisas ampliam as possibilidades de se tornar um resultado de pesquisa no Google já que atinge pessoas que se expressam de forma diversa.

Keyword na medida certa

Pesquisas realizadas pelo site Search Engine Watch, demonstram que palavras que possuam entre 11 e 20 caracteres obtem melhores resultados.

 

Em resumo, a tentativa de focar no interesse da maioria das pessoas é uma dispersão de esforços com alto custo e com resultados limitados. A criteriosa elaboração de palavras-chave de cauda longa possibilita atingir um grande número de possíveis consumidores com interesse específico no que você está comercializando.

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Engajamento em mídias sociais não mede o resultado do seu marketing digital

A primeira vantagem tangível que os gestores de marketing se balizam para investir em marketing digital é a mensuração no comparativo com a mídia tradicional, mas ela não é a mais importante. É verdade que em um anúncio ou editorial de revista não é possível saber quantos dos leitores da publicação o visualizaram, enquanto nas mídias sociais sabemos sobre o tráfego, visitantes, cliques, curtidas e compartilhamentos. E é assim no comparativo com propaganda em televisão, rádio ou outdoor, entre outras mídias tradicionais.

Não dá pra negar que as mídias sociais trazem um avanço considerável na precisão dos números do público impactado, com o diferencial ainda maior da noção do engajamento. E ainda há os gestores que vendo essa tangibilidade, utilizam-se somente deste, digamos assim upgrade, para medir o resultado do seu marketing digital. Só que nesta nova área do conhecimento de marketing na internet, a possibilidade de mensuração e acompanhamento deste público vão muito mais além do impacto no consumidor e do seu engajamento. O marketing agora converte em vendas.

Hoje é possível com um bom e barato software de Inbound Marketing (marketing de atração), postar conteúdos nas mídias sociais, analisar o trafego do site no google analythics, realizar estratégia de SEO, analisar keywords para o google adwords, acompanhar o impacto dos anúncios, produzir landing pages, gerar leads, criar um fluxo de mail marketing segmentado, relacionar-se diretamente com cada lead e converter vendas. Tudo de forma integrada, automatizada e com métricas e gráficos diários, semanais e mensais, atuando proativamente sobre o engajamento e aferindo o quanto os seguidores são potenciais consumidores da sua marca e se realmente compram o seu produto.

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Neste contexto os resultados são medidos pelo número de vendas geradas pelo marketing digital e não do engajamento do público nas mídias sociais. O engajamento é só uma avaliação melhor do que uma mídia tradicional, mas não o suficiente para medir resultados. Usá-lo como resultado é fazer marketing digital com uma visão ainda analógica. Os planejamentos e as ações neste sentido também mudaram.

O que mensura o resultado do marketing digital é a conversão de seguidores em leads e de leads em vendas, mas o que é um lead, afinal? É a pessoa que demonstra tamanho interesse na sua marca a ponto de lhe fornecer seus dados de contato. Visitantes você não sabe quem é, lead sim e o que lhe interessa.

Então para medir os resultados do seu marketing digital procure criar uma estratégia de Inbound Marketing para atrair visitantes às suas mídias sociais, mas no intuito de gerar cliques e consequentes visitas ao seu blog, seu site, que deve ser responsivo e onde devem estar os principais conteúdos da sua marca. Faça isso acompanhando o tráfego, as respostas aos conteúdos e anunciando continuamente para impulsionar estas visitas e estes cliques. Realize também campanhas no Google Adwords, Facebook Ads e Twitter para atrair visitantes às suas plataformas digitais. Use ofertas em landing pages para gerar leads, relacione-se com eles por mail marketing e telemarketing e realize vendas.

Isto não é uma fórmula mas uma noção do que é resultado em marketing digital e de uma série de coisas que são preciso fazer para alcançá-lo.

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Gestão de mídias sociais não é só postar textos interessantes.

A gestão das mídias sociais de uma marca tem na sua essência a conexão e a interatividade, e por isso, é muito mais do que veicular apenas suas mensagens. Assim como as relações pessoais do mundo físico, o contato nas mídias sociais deve ser humanizado, de mão dupla e estar agregado ao cotidiano dos usuários, entregar-lhe algo de útil, responder-lhe uma pergunta, sugerir-lhe uma solução.

Neste cenário, um conteúdo interessante que chame a atenção do consumidor é apenas o ponto de partida, já que o engajamento efetivo mesmo está em uma interatividade que vai além das curtidas, comentários e compartilhamentos na página. Está na certeza de que os visitantes estão sendo informados, instruídos e educados sobre o seu segmento de atuação. E no momento em que estiver apto ou pronto para comprar aquele produto , que identifique a sua marca como autoridade no assunto.

Esse é marketing de conteúdo, e sua sustentação passa pela continuidade do fluxo da comunicação, direcionando o consumidor a informar-se sempre no site da marca sobre o segmento em que ela atua, ambiente mais propício para convertê-lo de visitante em lead, em um consumidor em potencial para sua equipe de vendas.

Neste sentido, a gestão de mídias sociais não é só postar textos interessantes. Ela exige uma estratégia integrada com todas as plataformas de marketing digital da marca – Site – blog – Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, Youtube, mail marketing etc – e conteúdos montados de forma planejada para cada canal, com o objetivo de atrair visitantes, converter em leads e realizar vendas. E isso só é possível com um bom software de Inbound Marketing, que gere métricas e planilhas monitoráveis de cada ação, sejam elas orgânicas ou pagas.

Passos básicos para gestão de mídias sociais de resultados

  • Investir em publicidade (Google Adwords, Facebook Ads, etc) para alavancar sua visibilidade, ampliar o engajamento do seu público e impulsionar o crescimento orgânico;
  • Produzir conteúdo próprio, inédito ou exclusivo, sobre suas soluções e utilizando-se das palavras-chaves das suas campanhas de Adwords. As marcas mais bem posicionadas sem exceção adotam esta estratégia;
  • Encontrabilidade, sua marca deve estar em todas as redes sociais onde seu público está;
  • Canalizar o tráfego para o seu próprio site, é nele que o seu público deve ficar navegando.

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Assessoria de imprensa na estratégia de marketing digital.

Atualmente 50 milhões de brasileiros leem notícias na internet e, segundo o IVC (Instituto Verificador de Circulação), os jornais online cresceram mais de 50% no primeiro quadrimestre de 2015 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Estes números estão ligados à credibilidade das empresas jornalísticas e à sua capacidade de adaptação às novas plataformas de consumo de informação.  Uma nova realidade para quem trabalha com mídia espontânea que vai trazer muitos benefícios para quem souber aplicá-la na estratégia do marketing digital.

Principais benefícios dos jornais online para a geração de mídia espontânea:

  • Praticidade: antigamente a leitura do jornal acontecia em um momento específico do dia. Hoje, com a diversidade de plataformas, o leitor consome notícia a qualquer hora e em qualquer lugar que queira, aumentando significativamente o potencial de ser impactado pela sua mensagem;
  • Alcance: com o digital os jornais transcendem a limitação do custo da distribuição das suas edições impressas. Ou seja, o conteúdo que sua empresa divulga pode ser visualizado em qualquer lugar do mundo;
  • Interatividade: ao ser impactado por sua mensagem, o seu público-alvo pode se manifestar, fornecendo informações relevantes sobre si  mesmo e da sua percepção do conteúdo, além de compartilhá-lo com sua rede de relacionamentos;
  • Credibilidade: diante de tantos boatos, hoax e pegadinhas que fazem parte da internet, os jornais são um porto seguro de credibilidade. Um atributo fundamental para a sua mensagem.
  • Agilidade: diferentemente dos veículos impressos, o jornal online pode ter ser atualizado constantemente, o que, além de manter aceso o interesse do leitor, permite que o material enviado pela assessoria possa ser alterado ou substituído a qualquer momento.
  • Potencialização: a divulgação em um veículo de credibilidade e com uma ampla base de leitores, amplia as possibilidades estratégicas do marketing digital para potencializar o alcance do conteúdo.

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Inbound marketing para ampliar as vendas e vencer a crise.

A era do marketing de interrupção (outbound marketing) está com os dias contados. Em anos de crise, a necessidade de ações mais assertivas para a promoção de vendas e resultados efetivos de curto, médio e longo prazo, fazem o marketing de atração de clientes pelos canais digitais, o Inbound Marketing, ganhar mais força como estratégia para vender mais, posicionar bem a marca, encantar os clientes e vencer a crise.

Em um cenário de contenção de despesas ninguém aguenta mais ser interrompido por propagandas que não são do seu interesse. Seja um “pop up” da promoção de um produto que você não tem a menor necessidade, saltando no meio de uma leitura interessante em seu portal predileto de notícias, ou o comercial de um banco qualquer interrompendo o seu programa de televisão favorito, até mesmo uma ligação não autorizada da sua operadora de telefonia com ofertas em pleno final de semana, sem falar dos inúmeros e-mails de e-commerce lotando sua caixa de mensagens tentando te empurrar alguma coisa.0,,16097465,00

No geral as grandes empresas optam muito por este método, que deve ter um retorno médio muito próximo de uma mala direta, girando por volta de 3% de conversão em vendas. Uma estimativa também não muito precisa, tanto para mais quanto para menos. Já para as empresas de médio e pequeno porte, dentro desta falta de precisão de quanto de fato estas ações de outbound marketing impactam nas vendas, elas são as primeiras a fazerem parte do corte de custos em períodos de crise. Isto porque só conseguem entregar resultados intangíveis para a marca, mensurando somente o impacto dela através da audiência das mídias contratadas, ou pelo número de curtidas e engajamento em uma mídia social. É óbvio que é possível por exemplo identificar a reação de vendas após um plano de mídia em uma determinada praça, mas a precisão da influência desta mídia nas vendas, não. E neste período o que os gestores precisam é vender.

É neste contexto que o Inbound Marketing cresce no país e faz a diferença em um cenário de crise. O método parte do fundamento de que 92% dos potenciais clientes utilizam a internet como canal de pesquisa. Então, quando aquele potencial cliente do seu produto ou do seu serviço pesquisar no Google, é sua marca que ele tem que encontrar. E não somente ela, mas os conteúdos que a fazem diferenciar-se das outras. E ao invés de atirar uma rede para tentar pegar todo o tipo de cliente, interrompendo-o e incomodando-o no momento em que não está apto a comprar o seu produto, seus esforços concentram-se naqueles que estão de fato em busca do que sua marca tem a oferecer, tornando a taxa de conversão em venda muito maior e mais satisfatória para os dois lados. Os dados sobre os interesses e movimentos deste consumidor quando ele entra nos seus canais de comunicação também são muito mais precisos, tornando praticamente fácil saber do que ele precisa. Quando ele se torna um lead então, está permitindo que entre em contato com ele.

O comportamento de compra mudou com a era digital e a relevância das estratégias de marketing inverteram-se por consequência disso. Hoje é mais importante e eficiente investir em ser encontrado do que em achar os clientes via mídias de massa. Não que a mídia tradicional perca seu valor, mas ela só é mais eficiente hoje quando o seu funil de vendas em seus canais de comunicação digital está montado.

funil-de-vendas-perfeitoA metodologia de Inbound Marketing é simples e consiste em atrair clientes interessados ou necessitados de seus produtos e serviços. E como isso é possível? Primeiro é preciso ter todos os canais de comunicação digital da sua marca ou do seu produto integrados (Site, Blog, Mídias Sociais, Google Adwords, Analythics, Facebook Ads, CRM, Mail Marketing). Não necessariamente um e-commerce, mas se tiver esse canal também, melhor ainda. O Segundo passo é contratar um software de Inbound para gerenciar os contatos através destes canais com automação e transformá-los em leads (um lead é quando o potencial cliente fornece dados como nome, e-mail e número de telefone). Em terceiro lugar, contratar um parceiro para implantação da estratégia ou internalização da demanda. E enfim, executar com precisão um planejamento de conteúdos para Atrair os clientes, Capturar (convertê-los em leads), Nutrir com conteúdos da sua marca (Valores, Diferenciais, Vantagens, Custo-Benefício, Uso, utilidade etc) Converter em vendas e Encantá-los, tornando-os também divulgadores da sua marca.

A Business Press é uma agência digital híbrida de inbound marketing e assessoria de imprensa, que desenvolve projetos estratégicos de marketing de conteúdo e pode fazer este trabalho para a sua marca. Pronto para vencer a crise?

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