Storytelling não é só sair contando histórias.

Os últimos desejos da Kombi – Como não se sensibilizar com o documentário narrado em primeira pessoa pela própria Kombi ao chegar no final de sua vida?

 

Há algum tempo Philip Kotler já sinaliza que as marcas transcendem o mercado de consumo, tornando-se fenômenos politicos, culturais e socioeconômicos e que o marketing está em um cenário em que o foco deve ser o campo das aspirações, dos valores e do espírito das pessoas.

Neste contexto, contar uma boa história é uma forma eficiente de atribuir significado a propostas de valor, construir identidades e gerar empatia com o público.

Esta história, se elaborada de acordo com a metodologia do storytelling que envolve uma série de técnicas para a construção do universo ficcional, a evolução da narrativa, o desenvolvimento dos personagens e os “ganchos” que prendem a atenção do público, cria um elo emocional com o consumidor que potencializa o engajamento e a valoração de elementos básicos de seu convencimento.

Mas é importante lembrar que todo este esforço só será bem sucedido se a história tiver um vínculo com os valores da marca e estiver alicerçada na verdade da empresa.

Um bom exemplo é a ação de despedida da Kombi, um veículo que saiu de linha por ser ultrapassado e inseguro, mas que graças à sua ligação emocional verdadeira com o público, construída em mais de 60 anos de mercado, permitiu a criação de uma narrativa cativante sem parecer piegas ou artificial.

Conteúdo que envolve é aquele que emociona.

Açúcar União e a agridoce história real de Murilo e Nara.

Na celebração dos seus 105 anos, a União aposta na emoção com uma narrativa que envolve amor, perda e superação de um verdadeiro casal.

 

É fácil identificar quando uma marca conta uma boa história.

Assim como existem empresas que desconhecem o potencial do storytelling ou adotam uma abordagem equivocada, já há bons exemplos de histórias compatíveis com os valores das marcas e tocam fundo no coração, estabelecendo e/ou fortalecendo um vínculo com seus consumidores.

No vídeo acima temos a história real de um casal que supera uma grande dor tratada com delicadeza e sensibilidade pela marca de açúcar União. Além de fazer muito marmanjo chorar como um bebê, a narrativa é coerente com o produto, já que preparar um doce para alguém é um ato que envolve carinho e intimidade. Esse apelo fortemente emocional não teria o mesmo peso se estivesse vinculado a uma instituição financeira, por exemplo.

Inbound Marketing – Você quer vender ou ser comprado?

Qual a capacidade da sua marca atrair compradores para os seus produtos?

Inbound

Fonte: Resultados Digitais

Em uma de minhas viagens pelas estradas do Rio Grande do Sul para prospectar uma marca de calçados, após uma intensa reunião de apresentações para a venda dos nossos serviços em conjunto com uma grande agência de publicidade, ao sairmos da reunião, o proprietário da agência que me acompanhava, me perguntou: “- Você quer vender, ou ser comprado?”.

O sonho de todo negócio é ter um produto ou serviço que seja comprado, aquele desejado, que exija pouco esforço de venda para vendê-lo. Diante do exposto a um prospect que pouco compreendia os valores e benefícios dos nossos serviços, essa questão ficou no ar.

Naquela época, há mais ou menos uns cinco ou seis anos, pensar assim parecia até estar fora da realidade. Hoje, com a internet e o avanço das redes sociais nas plataformas móveis, o comportamento de compra mudou e com ele a oportunidade de inverter o jogo.

Segundo o Ibope Media cerca de 92% dos potenciais clientes utilizam a internet como canal de pesquisa sobre empresas, marcas, produtos e serviços antes de efetivar uma compra. Neste ambiente é que nasce o Inbound Marketing. Você já ouviu falar? Sabe o que significa e como funciona? Sua empresa pratica? Se não, está perdendo vendas e a oportunidade de ter seus produtos ou serviços comprados.

O Inbound Marketing é uma metodologia de Marketing Digital que prioriza atrair os potenciais clientes, conquistar sua confiança e direcioná-los para o momento da venda. A ideia é que o cliente venha até a marca, ao invés da marca ir até ele. E como isso acontece? Com a permissão ao invés da interrupção. O cliente chega até a marca atraído por algum conteúdo afim. Para disponibilizá-lo na íntegra, a empresa solicita seu contato e faz o envio de mais informações. E a partir daí ela tem a permissão para se comunicar com ele. Só que para chegar nesse ponto a marca precisa produzir conteúdos que ajudem no conhecimento sobre a marca, seus valores e diferenciais, e difundi-los pelas mídias sociais, identificando através do monitoramento os interesses de sua audiência.

Na indústria calçadista, marcas que possuem um setor de marketing mais estruturado, contam com uma agência de publicidade, uma agência de web e uma assessoria de imprensa. Na maioria dos casos, apesar de trabalharem para uma mesma estratégia de marketing, atuam bem independentes e executam seus papéis de forma diferente. No entanto, a maior parte deles, para vender a marca e os produtos do seu cliente e não para que esses produtos sejam achados e comprados. Utilizam somente o outbound.

Estes serviços são importantes, mas desta forma isolada, desconectados da nova realidade de compra, sem convergência, complementação ou integração, além de exigirem um investimento alto, são hoje pouco eficientes. Principalmente pela dificuldade em aferir o ROI (Return On Investiment), em português Retorno do Investimento. Exigência crucial principalmente em períodos de crises econômicas.

Neste sentido o diferencial do Inbound Marketing é o método de atração de clientes e os feedbacks dos investimentos em marketing de uma forma muito mais significativa. Nele, a audiência e os números de cliques dão lugar aos leads, pessoas que deixam seus dados em formulários (nome, e-mail, etc) geralmente em troca de alguma oferta, que pode ser um catálogo virtual, um e-book sobre tendências de moda, um webinar com estilistas, um bom conteúdo. Com os dados destes clientes existem uma série de ações para relacionar-se com ele até o momento da compra, em um trabalho de marketing/vendas de maior resultado.

E então, “Você quer vender, ou ser comprado?”

Lançamento Ortopé Estica & Puxa com borrachinhas coloridas promete ser a nova moda entre as crianças

Moda, praticidade e diversão são os componentes do novo tênis infantil que abre os lançamentos da Ortopé para o outono-inverno 2015. É o Ortopé Estica & Puxa, que vem com uma nova forma prática, divertida e customizável de fechamento. No lugar da tradicional amarração dos cadarços entram as borrachinhas resistentes, coloridas e colecionáveis, que trazem também maior interatividade com as crianças estimulando a criatividade e personalização.

Segundo Fabio Schmitz, gerente de comunicação da Ortopé, o lançamento segue a tendência dos produtos customizáveis que estão fazendo o maior sucesso entre as crianças lá fora, como o “Rainbowloom”, e traz para o mercado nacional uma boa dose de inovação e criatividade para enfrentar 2015, um ano considerado difícil nas previsões dos economistas.

“A Ortopé não deixou de investir em pesquisa e desenvolvimento de produtos. Acreditamos que este lançamento de abertura da coleção vai ser um sucesso e vender dez vezes mais tênis por linha da marca em 2015 do que em 2014”, afirma ele.

Estica & Puxa

Ortopé

A novidade deve responder pela venda de 100 mil pares de tênis infantis da marca

e faturamento na ordem dos R$ 6,5 milhões só com este produto no primeiro semestre

Unisex, em numeração do 25 ao 36, com seis opções de cores e uma cartela com oito borrachinhas coloridas, além das que já vem no tênis, o Ortopé Estica & Puxa traz junto com seus apelos lúdicos, qualidades para a saúde dos pés das crianças na sua composição, o que já é característico dos produtos Ortopé.

A novidade agora fica por conta da palmilha esportiva exclusiva “Gravidade Zero”. Produzida em malha especial com tramas que permitem uma maior absorção do impacto, possui uma espuma viscoelástica baseada em uma tecnologia criada por cientistas americanos, muito mais leve e que se molda totalmente ao pé da criança e depois recupera a forma original, preservando sua curvatura natural e proporcionando uma agradável sensação de conforto e maciez no caminhar.

O Estica & Puxa deve esticar e puxar também as vendas da marca na largada do ano. A previsão é de um crescimento 20% superior às vendas de 2014. A expectativa da Ortopé é da produção de mais de 2 milhões de pares este ano, para um faturamento ao redor dos R$ 100 milhões.

A meta do Grupo Paquetá com a Ortopé para 2020 é chegar a um faturamento na ordem dos R$ 180 milhões, tornando-se a marca, não de maior volume, mas a mais querida dos brasileiros no segmento infantil, como já foi um dia na década de 80.

(*) Fundado em 20 de junho de 1945 na cidade de Sapiranga/RS, o Grupo Paquetá atua em diversos segmentos de negócios, divididos em: indústria de calçados, varejo de calçados, marcas próprias, empreendimentos imobiliários e administradora de cartões de crédito. O seu portfólio é composto pelas marcas Paquetá, Gaston, Paquetá Esportes, Esposende, Dumond, Capodarte, Lilly’s Closet, Atelier Mix e Ortopé.

Os valores e o posicionamento de uma marca só são reconhecidos quando suas atitudes e ações são coerentes com seus valores.

Leandro Corrêa

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