Lado B

O BLOG DA BUSINESS PRESS

Para melhorar as vendas seu marketing digital precisa integrar mídia própria, paga e espontânea.

O marketing digital, quando bem implementado, tanto no B2C quanto no B2B, além de impactar positivamente os simpatizantes da marca com conteúdos do seu universo de valores, alimentando-os principalmente de informações atualizadas sobre lançamentos, qualidades e diferenciais frente a concorrência, auxilia-os na identificação dos seus produtos quando a compra é oportuna, direcionando-os ao canal de vendas da sua escolha. Afinal, engajamento em mídias sociais não mede o resultado do seu marketing digital. É preciso fazer muito mais e, além de atrair, converter em lead, relacionar, acompanhar e guiar curtidores e seguidores de sua marca pela jornada de compra para obter resultados melhores de vendas.

No B2C estes canais podem ser links de lojas próprias ou parceiras da marca na internet, como também a loja física ou franquia mais próxima do consumidor. No B2B direciona-se o potencial comprador ao representante local, distribuidor ou o canal na internet de venda direta da empresa.

Para gerir bem este processo chamado de funil de vendas, é preciso implementar a metodologia de Inbound Marketing e produzir conteúdos estratégicos direcionados a todas as etapas em que os potenciais clientes passam por este funil até a venda, nutrindo-os de informações importantes para o amadurecimento da compra. Integrar o mix de mídia de forma alinhada portanto, torna-se fundamental para alcançar resultados melhores nesta empreitada. Tudo exige o conteúdo certo, no lugar certo e na hora certa.

Qual o mix de mídia ideal?

O mix de mídia ideal vai depender das variáveis de cada negócio, perfil de produto, do consumidor, do comportamento habitual de compra, etc. O certo é que ele deverá contemplar três tipos de mídia: Própria, Paga e Espontânea.

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

 

MÍDIA PRÓPRIA 

A mídia própria é aquela produzida pela própria empresa para disseminar seus conteúdos. No ambiente digital ela é composta pelo site da marca, blog ou canal de vídeo na web, além das mídias sociais, catálogos eletrônicos de produtos, e-books, e-magazines, newsletters, e-mail marketing, entre outras.

Nesta mídia o conteúdo editorial é determinado pela empresa e seu departamento de marketing, portanto de total liberdade para a publicação do que quiser sobre a marca e seus produtos e da maneira como achar melhor. No entanto recomenda-se que os conteúdos sejam extremamente focados no business e seus valores, obedecendo a técnicas de SEO para evoluir e ampliar o tráfego orgânico da marca e seus produtos em temas e palavras-chave ligados a eles, para que os interessados possam achá-los quando derem uma busca no Google.

Esta é a mídia mais econômica para se comunicar com os potenciais consumidores e compradores da marca, porém sozinha não oferece resultados imediatos. Eles demoram muito a chegar e por isso preciso uma mídia complementar para impulsionar os resultados.

MÍDIA PAGA

A mídia paga, como o próprio nome já diz, é aquela que compramos a publicidade, como no caso dos anúncios em sites, portais, blogs de terceiros, links patrocinados, facebook Ads, Twitter Ads, banners etc.

Neste tipo de mídia, o comprador anunciante também controla o conteúdo e a mensagem que será transmitida e ainda consegue segmentar o seu alcance, podendo filtrar posição geográfica, social, econômica e até comportamental, fazendo com que a mensagem chegue apenas ao seu público-alvo. Diferente da mídia própria, a paga chega mais rápido nos prospects, no entanto com ela seu Custo de Aquisição de Cliente (CAC) deverá subir. A integração do mix de mídia visa equilibrar este custo, ampliar o alcance e otimizar o orçamento, provocando resultados melhores.

MÍDIA ESPONTÂNEA OU GANHA

A mídia espontânea ou ganha é aquela que sua marca conquista através da sua boa reputação, verificada quando algum veiculo de mídia noticioso ou blog publica algo espontaneamente sobre ela e seus produtos de forma positiva, apresentando como novidade ou indicando o uso.

As formas de conquistar estes espaços são através de conteúdos relevantes, seja de forma orgânica, o que vai exigir sorte, ou um bom trabalho de assessoria de imprensa e relações públicas.

Os resultados podem ser aferidos por editoriais de imprensa institucionais ou de produtos, reportagens, matérias, posts em blogs especializados, SEO, inbound links, tudo de forma espontânea, sem sua marca ter que pagar pelas publicações. E como tal, está subordinada a aprovação de um editor, jornalista, blogueiro, ou até mesmo um cliente. E é esta característica que torna esta mídia de maior credibilidade, no entanto ela não depende apenas da marca.

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

 

Como medir o resultado do seu marketing digital por custo de aquisição de clientes.

Você sabe calcular quanto gasta para adquirir cada cliente?

O custo de aquisição de cliente (CAC) é o investimento médio, calculado tempo, esforços e valores diretos, para conquistar um cliente. Se o seu marketing digital não é orientado para vendas, sejam elas online ou offline, B2B ou B2C e não faz esse cálculo, não é possível saber sua eficiência do ponto de vista financeiro no impacto das suas vendas, como tão pouco tomar decisões estratégicas para otimização de investimentos.

Muito mais importante do que o impacto alcançado nas ações pelo engajamento do número de seguidores, curtidas, comentários e compartilhamentos no site e mídias sociais da sua marca, são o custo com elas e o quanto são capazes de adquirir clientes reais para sua empresa. Se o seu marketing não faz esta conta, não é possível saber sua influência direta na conquista de clientes e se inclusive sua operação de marketing é saudável.

Mas como calcular o CAC?

Primeiro faça o cálculo de forma ampla e considere como investimento todos os gastos nas áreas de vendas e marketing da sua empresa, que são os departamentos diretamente envolvidos na aquisição de clientes e desconsidere todas as outras áreas. Depois use a mesma lógica para avaliar o marketing digital. Assim é possível ter um comparativo de todo o negócio, parcela de contribuição e desempenho de uma área e de outra com relação aos custos que cada uma tem para adquirir um cliente.

  • No marketing inclua todos os custos com o departamento: salários, ações, ferramentas, fee de fornecedores, feiras, eventos, mídia, e tudo o que for usado para expor o seu produto, gerar Leads e oportunidades para o time de vendas;
  • No setor de vendas inclua: salários, comissões, ferramentas, gastos com telefone, viagens e toda a infraestrutura usada pelos vendedores para realizar a conversão de novos clientes;
  • Novos clientes: faça o levantamento do número de novos clientes conquistados no mesmo período. No marketing digital levante somente aqueles que vieram através das ações na internet. Vale mencionar também que caso você tenha clientes que foram conquistados em outros canais não considerados no investimento, estes também não devem ser considerados na conta de novos clientes.

Então, feito este levantamento a fórmula se aplica a todo o negócio e também ao marketing digital. Englobe todos os custos e clientes e depois segmente-os por áreas: Vendas, Marketing e Marketing Digital.

Então, considerando as áreas de vendas, marketing, marketing digital e os novos clientes no período de um mês, temos a seguinte equação:

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

 

Pensando em marketing digital, por exemplo, se em um mês todos os seus gastos com ações somam R$ 10 mil e foram conquistados 40 clientes, seu CAC é de R$ 250,00. Este cálculo deve ser realizado sempre mês a mês, considerando os investimentos e novos clientes adquiridos através do canal aferido no período.

Calculado mês a mês, é importante no CAC considerar variações bruscas que podem ocorrer por variáveis não consideradas, como a contratação de novos vendedores, por exemplo. Neste caso o CAC aumenta, já que é bem provável que eles não tragam clientes logo no primeiro mês de trabalho. Mas com o tempo este valor volta a se estabilizar.

Feito o cálculo, o Custo de Aquisição de Clientes precisa ser menor que o valor médio do seu produto ou serviço para que o seu negócio seja considerado saudável. Isso em negócios tradicionais de vendas pontuais.

Exemplo: Se você gasta em média R$ 250,00 (como sugerimos acima) para conquistar um novo cliente. Se esse é o seu CAC, e o seu produto custa R$ 150,00, você terá um prejuízo de R$ 100,00 para cada cliente que você conquistar.

Para negócios de pagamentos recorrentes como assinaturas, o raciocínio já muda um pouco. Nestes casos, o CAC precisa ser menor que o LTV (Lifetime Value) que é mais ou menos a média de quanto cada cliente vai gastar durante toda a vida dele com você.

Exemplo: Você tem um CAC de R$ 250,00 e o cliente te paga mensalmente R$ 50,00. Mas sabendo que seus clientes ficam em média 18 meses com sua empresa, o LTV dele será de R$ 900,00. Portanto, dessa forma é possível ver que o negócio é saudável financeiramente.

Agora se o CAC estiver maior que o LTV ou Ticket Médio, é necessário agir, seja no corte de gastos, ampliar resultado, ações de retenção e fidelização no caso de negócios recorrentes, enfim decisões que reduzam o CAC.

É diante do CAC que é possível analisar quais investimentos não estão dando um bom retorno. No marketing digital, com a análise do impacto das ações é bem fácil enxergar isso e mudar de rota, tentando algo que seja mais eficiente para trazer mais clientes. Ele também auxilia nas ações offline, pois são indicadores de pesquisa no seu público-alvo. Não deixe de usar este indicativo para avaliar a eficiência do seu marketing como um todo, como também o seu marketing digital.

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

KPIs: como medir seus resultados em marketing digital.

“O que pode ser medido pode ser melhorado” – Peter Drucker.

 

Uma das características do Marketing Digital é que ele é totalmente mensurável e todas as ações online podem ser medidas, atestadas e calculadas de acordo com o retorno obtido por cada iniciativa.

Diante de tantos dados disponíveis é de fundamental importância definir o KPI (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Performance) mais indicado para cada ação a ser monitorada. Com os KPIs corretos é possível avaliar os resultados de todas as etapas de uma estratégia de marketing digital em um período e frequência determinados.

A premissa básica é que os KPIS sejam relevantes para o objetivo  da empresa, já que indicadores errados provavelmente mostrarão performances erradas, comprometendo a avaliação da estratégia.

 

Características de um bom KPI:

  • Ter relação direta com o objetivo proposto

Os indicadores escolhidos devem mostrar claramente se as ações estão obtendo resultado. O número de curtidas em uma página não é tão relevante para o objetivo de aumento de vendas, por exemplo.

  • Ser de fácil compreensão e mensuração

Todos os envolvidos devem compreender de forma inequívoca os dados que os indicadores estão mostrando, sem margens para interpretações ambíguas.

  • Ser útil de forma contínua

Um bom KPI deve contribuir para a melhora continua da empresa, fornecendo informações que permitam o ajuste dos processos na busca dos seus objetivos.

 

KPIs x objetivos:

A utilização de indicadores totalmente desvinculados dos objetivos da empresa, além de comprometer a avaliação da estratégia de marketing digital, pode gerar frustração e questionamentos sobre a sua efetividade. Abaixo relacionamos alguns exemplos de KPIs relacionados com alguns objetivos possíveis de marketing digital:

  • Fidelização/Engajamento

Número de curtidas, compartilhamentos e comentários dos posts nas redes sociais, quantidade de páginas visitadas no site e taxa de rejeição destas páginas são KPIs válidas para este objetivo que está relacionado às interações do público com a empresa.

  • Reconhecimento de autoridade

Curtidas no Facebook, seguidores no Twitter e visitas no site ou no blog são indicadores que comprovam a presença da marca na mente das pessoas.

  • Conversões

Se o objetivo da empresa é gerar mais conversões e reduzir o custo por venda, podem ser utilizados os seguintes KPIs: número de leads gerados, tempo para a efetivação de uma venda, número total de vendas e custo de aquisição de clientes (CAC).

  • Presença / Cobertura

Neste caso, basicamente o que precisa ser respondido é a quantidade de pessoas que estão sendo alcançadas com nossos posts em redes sociais, artigos de um blog, views de  imagens no Instagram, vídeos no YouTube ou Vimeo, etc.

  • Captação

O monitoramento da captação nas redes sociais exigirá tags com valores reconhecidos pela ferramenta de análise web em todas as mensagens e campanhas. Desta forma é possível medir seus efeitos sobre o tráfego e suas conversões.

Também é possível incluir um valor de referência financeira para a visualização de uma estimativa de ROI, tendo como base o custo médio por visita gerado por campanhas como o Google Adwords ou anúncios no Facebook por exemplo.

  • Retenção de clientes

A manutenção da proximidade do consumidor buscando garantir o sucesso e ampliar as chances de novas compras podem ser medidas através de indicadores como: Tickets de suporte e  Estimativa do Lifetime Value (valor gasto pelo cliente com a empresa no decorrer do ciclo de vida e de compra).

  • Geração de novos leads

A obtenção de dados através de troca por conteúdo relevante na forma de e-books, infográficos, etc pode ser monitorada com o levantamento do número de leads gerados e o custo por lead.

  • Aumento de vendas

Indicado para quem trabalha com e-commerce, as KPIs que indicam o sucesso da estratégia para aumento de vendas podem ser: número de vendas, custo por venda (no caso de links patrocinados, por exemplo) e taxa de conversão.

 

O inbound marketing  permite o rastreamento de um grande volume de dados que podem gerar relatórios volumosos a cada mês. Por isso é de grande importância saber o que rastrear, como refinar os relatórios analíticos e identificar os KPIs que são efetivamente relevantes. E, o mais importante, que comprovem o ROI e não somente a popularidade.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Como obter mais conversão em vendas com palavras-chave de cauda longa.

Quer vender mais? Que tal ser encontrado no Google por quem deseja consumir?

 

Quando elaboramos a estratégia de marketing de conteúdo com foco em vendas, a primeira ideia que temos que ter em mente é que precisamos ser facilmente encontrados por quem está interessado em consumir o que pretendemos vender.

A elaboração de conteúdo visando rankeamento no Google com base somente nas palavras Head Tail é um equívoco, já que as palavras genéricas ou populares sofrem grande concorrência, além de atrair muitas pessoas que não estão interessadas no seu produto ou serviço. Outra questão importante é que o robô do Google identifica se o site tem palavras-chave do mesmo campo semântico entre as outras palavras relacionadas.

Daí a importância da utilização de palavras-chave de cauda longa, já que, além de possuir menor procura, reforçando a busca e atraindo público qualificado e de nicho com maior chance de conversão, elas possibilitam melhor rankeamento.

cauda longa

 

Vantagens da utilização de palavras-chave de cauda longa:

 

Melhora na competição pela busca

Palavras muito populares na busca sofrem uma competição muito maior. O termo “restaurante” compete com milhares de estabelecimentos que o utilizam. Em contrapartida, “cozinha tailandesa” melhoraria significativamente o seu posicionamento.

Maior chance de conversão

A busca por uma palavra-chave principal indica menor decisão de compra por parte de um potencial cliente (exemplo: tênis) do que alguém que utilize palavras-chave de cauda longa na sua pesquisa. (exemplo: tênis para running em Porto Alegre). Quanto mais específica a pesquisa, maior a possibilidade de que o pesquisador esteja inclinado a efetuar a compra, indicando que as chances de conversão são maiores.

Aumento da reputação do site

O incremento da reputação do site através das palavras-chave de cauda longa acontece porque, através delas, aumentam as chances dele se tornar reconhecido como especialista pelo Google, resultando em um melhor posicionamento no resultado de busca.

 

BOC

 

Saiba com quem você está falando

De acordo com o escopo do seu site, pesquise sobre a sua persona e descubra as expressões que ela mais utiliza nas suas buscas. Assim você terá mais assertividade na hora de escolher palavras-chave que realmente atraiam quem você deseja atingir.

Genérico só medicamento

Palavras-chave genéricas atraem muitos pesquisadores que não lhe interessam. Por exemplo: se você tem uma pet shop, é melhor utilizar “gato siamês para adoção” do que simplesmente a palavra “gato”, que pode atrair quem esteja buscando um garoto bonito famoso.

O valor dos sinônimos

Formas diferentes de dizer as mesmas coisas ampliam as possibilidades de se tornar um resultado de pesquisa no Google já que atinge pessoas que se expressam de forma diversa.

Keyword na medida certa

Pesquisas realizadas pelo site Search Engine Watch, demonstram que palavras que possuam entre 11 e 20 caracteres obtem melhores resultados.

 

Em resumo, a tentativa de focar no interesse da maioria das pessoas é uma dispersão de esforços com alto custo e com resultados limitados. A criteriosa elaboração de palavras-chave de cauda longa possibilita atingir um grande número de possíveis consumidores com interesse específico no que você está comercializando.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

 

 

O retorno dos blogs e sua importância na estratégia de inbound marketing das marcas

Quando os blogs viraram febre, há mais ou menos uns seis ou sete anos, todas as marcas queriam surfar a nova onda. Criar o site da empresa com um blog se tornava praticamente uma obrigatoriedade, mas que os departamentos de marketing, tomados pelas demandas tradicionais do dia a dia não sabiam, e muitos ainda não sabem como utilizá-lo, tanto como estratégia de marketing como de vendas.

Um pouco da história da febre dos blogs neste contexto

O Blog era uma novidade e a verdade é que ninguém sabia mesmo ao certo a forma mais eficiente e profissional de gerar resultados através dele. Nós da Business Press, naquela época ainda atuantes somente como assessoria de imprensa, ficamos um tanto quanto apreensivos, pois eram novos espaços com audiências surpreendentes, mas em sua maioria com credibilidade duvidosa. Da mesma forma, os clientes queriam estar lá, fosse criando o próprio blog em sua página na internet, tentando elevar de alguma forma a audiência do seu site, ou mesmo pegando carona na audiência destes blogueiros, que surgiram fazendo sucesso.

 

Frase do dia do Blog Shame

Frase do dia do Blog Shame https://blogueirashame.wordpress.com

O problema era que além do surgimento de blogs profissionais com elevada audiência, mas que cobravam igual ou mais do que uma mídia tradicional, seja para fixar um banner ou fazer um publieditorial, surgiram também os que trocavam posts por produtos. E aqueles que apresentavam o mídia kit praticamente vendendo o editorial, faziam isso sem informar ao seu leitor do espaço comercial. Tinham também os que a audiência era conquistada com sorteios de produtos e os que concentravam os sorteios da web no seu blog como um serviço, para elevar a audiência da sua página e atrair anunciantes. Tinha de tudo. E em consequência disso, surgiram até blogs contestando estas reputações conquistadas com audiência, como o da blogueira Shame, com a proposta de promover uma reflexão sobre os conteúdos publicados nos blogs, denunciando posts publicitários não identificados. Ela se tornou um sucesso e marcou a principal interrogação desta febre.

O fato é que os números mensuráveis de audiência atraíam os departamentos de marketing, carentes por resultados mais efetivos, de impacto nas vendas, ou ao menos com números que justificassem o ROI – Return on Investment. Neste momento, o número de seguidores passou a pautar as investidas das marcas em blogs e até certo ponto, de forma generalizada, tornou-se um parâmetro utilizado até hoje por muitas empresas. Afinal, no comparativo com a mídia tradicional, além de confirmar o número de pessoas impactadas em tempo real, era possível saber quem eram elas, e isso já era uma evolução.

Com o tempo o mercado filtrou os melhores blogs, que consolidaram-se como mídia digital. E o seu boom, como toda febre, passou, dando lugar às mídias sociais. Então as empresas começaram a questionar a importância do blog na estratégia de marketing digital de suas marcas e produtos, “já que todo mundo estava no Facebook”.

Hoje é muito comum ver sites que não usam blogs. É muito mais fácil e cômodo para as empresas atualmente, utilizarem uma Fanpage no Facebook ou um perfil no Instagram. Uma fanpage traz além da vantagem de ampliar a própria audiência, a possibilidade de saber não só exatamente quem são os seguidores da marca, como nos blogs, mas seus hábitos, preferências e comportamentos. Só que não revela quais e quantos destes seguidores estão prontos para comprar os seus produtos ou serviços em qualquer um dos seus canais de venda, seja online ou em uma loja física. A não ser que este seguidor se manifeste. Ainda assim, ele pode estar em dúvida entre a sua marca e outra concorrente que ele também segue nas mídias sociais.

É neste cenário que cresce o método de gestão Inbound Marketing, que hoje une marketing e tecnologia para gerir de forma integrada e enxuta todos os canais digitais de uma marca. Nele o Blog é a espinha dorsal e tem função fundamental na estratégia que integra site, blog, mídias sociais, técnicas de SEO do Google, publicidade online e mail marketing.

E o que é Inbound Marketing? Qual a importância do blog na sua estratégia?
Inbound marketing (marketing de atração ou marketing de permissão) é um método inovador que rompe com os antigos conceitos de marketing de interrupção – aquele que te interrompe em algum momento do seu dia, muitas vezes em horas inadequadas para te oferecer um produto ou serviço (no seu e-mail, por telefone, no meio do seu programa de tv favorito, na leitura de um artigo etc.)

O Inbound cresce porque houve uma mudança muito brusca no comportamento de compra com o crescimento do acesso a internet, principalmente via mobile. As pessoas estão buscando informações no Google sobre produtos e serviços com muito mais intensidade. Hoje, 65% das compras são decididas em pesquisas na internet e é por isso que os blogs voltaram com tanta importância, para cumprir o papel de auxílio nesta decisão.

Uma empresa que tenha um blog com informações úteis e uma estratégia de marketing de conteúdo baseada naquilo que o seu seguidor e potencial consumidor está buscando, tem muito mais chances de ampliar as suas vendas do que aquele concorrente que não tem. E melhor, entregando aquilo que o consumidor está buscando e não forçando uma venda, que sabemos pode ter consequências negativas.

É uma nova visão de marketing e de trabalho, que se baseia em ganhar o interesse das pessoas e fazer com que seus potenciais clientes te encontrem e lhe procurem. O velho marketing, chamado de Outbound marketing, é aquela tática que conhecemos que busca oferecer os seus produtos ou serviços para o público em geral. O Inbound faz exatamente o contrário, seu objetivo é atrair os potenciais clientes até a empresa, fazer com que eles te encontrem, se comunicar com eles, entender suas necessidades, ajudá-los e por fim, encantá-los.

Método de Inbound Marketing

Método de Inbound Marketing

A ideia básica é agregar valor e ser relevante para que os assinantes apareçam. Em termos de tática, a melhor maneira de começar a gerar oportunidades com o inbound marketing é iniciar um blog e criar conteúdo de boa qualidade e fácil detecção. Esse blog vai ser responsável pela, digamos assim, “biblioteca” de conteúdos da sua marca e de seus produtos, com todas as defesas, benefícios e utilidades que ele oferece. Estes conteúdos no entanto devem ser estratégicos e entregar aos seus seguidores a resposta que eles procuram.

A Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

Marketing de conteúdo é extrair a essência das marcas

Quando nosso grande parceiro e fornecedor de fotografia Tamires Kopp nos apresentou o projeto Arrieros – Un Documental, ficamos encantados com a densidade do conteúdo, sua riqueza histórica e não pudemos deixar de associá-lo a um grande cliente nosso de logística, a MultiArmazens.

Arriero, na linguagem do homem do campo argentino significa “condutor de animais”, e foi no lombo destes animais, especificamente mulas que, ainda durante o período colonial, construíram-se as rotas andinas de comércio e transporte entre Argentina e Chile. E o mais impressionante neste contexto, é que essa história segue viva nos dias de hoje, com o transporte através de mulas ainda intenso no Parque Provincial Aconcágua, feito por arrieros descendentes, mantendo a tradição da profissão de logística mais antiga que se tem registro na América do Sul. Um ícone histórico da cultura dos pampas, que já foi até tema de Walt Disney em um de seus longa-metragens.Arreio Un Documental

A idéia de um documentário sobre esta profissão logística casou perfeitamente com o momento de vanguarda da Multi Armazens, investindo em ações ousadas de branding e marketing de conteúdo no intuito de valorizar os avanços tecnológicos e diferencias conquistados pela marca em seu segmento no país, tão tradicional e conservador em comunicação e marketing. Entre as novidades da Multi Armazéns, a instalação de um escritório em Buenos Aires e novas rotas para aquele país, Uruguai e Chile.

Conectamos então a Multi Armazéns a esse documentário fantástico captando a essência da marca em um conteúdo valoroso, de altíssima qualidade, premium, ligado ao seu negócio, sua importância e impacto cultural. A Multi apoiou o projeto curiosamente na parte da logística, para o grupo TerraMar, produtor do documentário, ir até a Argentina captar as imagens. A qualidade deste belíssimo trabalho vocês podem acompanhar no trailer de lançamento abaixo.

Para a Business Press, Marketing de Conteúdo é extrair a essência das marcas, conectando pontos de interesse, e isso, modéstia parte, nós fazemos bem.

Business Press é uma agência de marketing digital, que desenvolve estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

Design thinking cria valor e impulsiona o crescimento.

Design Thinking é uma metodologia comumente utilizada por designers para abordar problemas complexos, através de um trabalho colaborativo que visualiza ângulos e perspectivas diversas para criar soluções inovadoras.

Um projeto que usa Design Thinking prefere o simples ao complexo, dá à estética o mesmo peso da funcionalidade, cria soluções elegantes e é focado na experiência do usuário. Além disso, o Design Thinking é essencialmente orientado para ação, onde o foco do pensamento não é o problema e sim a solução.

Em geral, a sua implementação obedece à seguinte sequência de etapas:

  • Coleta de dados;
  • Exploração das necessidades atuais;
  • Sintetização do aprendizado em insights e padrões;
  • Geração de protótipos para testar essas ideias no mercado;
  • Implementação.

E o Design Thinking pode ser aplicado não só na criação de produtos melhores, mas também na inovação dos modelos de negócios e dos processos de trabalho, permitindo uma maior conquista de valor, já que com essa metodologia é possível criar um procedimento estrutural para aprimorar o processo de inovação e preparar uma plataforma sólida e criativa para o lançamento de grandes ideias.

O Design thinking é uma ferramenta que cria valor e impulsiona o crescimento,  já que a sua implementação se traduz em aplicações reais no mercado.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que criam desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de Conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

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