Lado B

O BLOG DA BUSINESS PRESS

Geração de leads: é mais fácil vender o seu peixe para quem está interessado nele.

De forma bem simplificada, pode-se dizer que lead é quem tem potencial de compra e interesse real em comprar seu produto ou serviço, mas que ainda não fechou negócio. Um perfil interessante, porém disperso em um grande número de pessoas que não estão interessadas ou não possuem capacidade financeira para adquirir o que você está oferecendo.

Na internet, para atingir a fatia que interessa do bolo é necessário desenvolver materiais e/ou conteúdos que possuam relevância para este público, gerando aumento de tráfego no site. O próximo passo é disponibilizar algum atrativo gratuito em troca do qual o usuário fornece informações pessoais de contato, tornando-se um lead qualificado.

Quem se cadastrar estará realmente interessado no que você está oferecendo e, portanto, mais propenso a fechar negócio.

É claro que para gerar leads qualificados é preciso que os atrativos correspondam ao interesse do público-alvo. A título de exemplo, uma marca de produtos infantis pode disponibilizar conteúdo exclusivo sobre a saúde e bem-estar das crianças (foco nos pais) ou um game para os pequenos. Já uma empresa de artigos esportivos poderia oferecer um app gratuito para monitoramento de performance.

 

Principais benefícios da geração de leads:

  • Tráfego qualificado para o site: por ser focada na fatia de público que interessa, a campanha de captação leads gerará aumento de visitantes com este perfil.
  • Mensuração de campanhas:  o significativo ganho de eficiência e precisão na avaliação de campanhas de marketing proporcionado por uma lista de leads qualificados possibilita respostas mais ágeis e efetivas aos resultados obtidos.
  • Taxa de conversão:  o aumento da taxa de conversão em vendas do site é mais um dos reflexos positivos da estratégia de geração de leads, já que ela é voltada para quem está mais apto a confirmar esta conversão.
  • Relacionamento:  os conteúdos desenvolvidos podem ser utilizados para o encaminhamento dos leads através do funil de vendas, com a apresentação de cases bem sucedidos, resolução de problemas, apresentação de sugestões de uso e  eliminação de barreiras. A contratação de um software de automação de marketing possibilita determinar com precisão quem são seus leads, de que forma chegaram até a marca, além de outras informações que permitirão priorizar os leads mais propensos a fechar negócio.
  • Mailing de clientes qualificados: o tráfego gerado pelos conteúdos relevantes e a estratégia de convencimento para o preenchimento do cadastro resulta em uma lista de clientes dentro do perfil desejado.

 

A Business Press atua na criação e manutenção de plataformas de conteúdos digitais (websites, portais, e-commerce, hotsites, blogs, e-books, webséries e podcasts), além de desenvolver estratégias de marketing de conteúdo, gestão e manutenção de redes sociais (ativação e promoção de conteúdos, publicidade online, SAC 2.0 e BI fulltime).

 

Gestão de crises: a receita para evitar uma grande dor de cabeça.

Adulteração de medicamento da Johnson & Johnson, que ocasionou a morte de sete pessoas há mais de três décadas, tornou-se um case exemplar de gestão de crises.

No dia 29 de setembro de 1982 sete pessoas, moradoras de Chicago nos Estados Unidos, morreram após ingestão de cápsulas de Tylenol contaminadas com cianeto, episódio que ganhou as manchetes dos principais veículos de comunicação da época. O produto então tinha 35% de participação no mercado americano de analgésicos para adultos e representava 15% dos lucros da Johnson & Johnson.

Um episódio potencialmente devastador para a credibilidade e a viabilidade financeira da empresa, mas que a J&J conduziu com maestria ao adotar as seguinte atitudes:

  • Cooperação total com a imprensa, abrindo as portas da empresa para os jornalistas;
  • Formação de um comitê de estratégia de RP, com a participação do presidente da J&J, um executivo de RP e um representante da Burson Marsteller, agência de RP da marca Tylenol;
  • Recolhimento de 31 milhões de frascos do medicamento distribuídos no mercado norte-americano (medida que gerou um prejuízo de 50 milhões de dólares);
  • Desenvolvimento de uma nova embalagem para garantir a inviolabilidade do medicamento.

Durante a crise, as ações da companhia cairam sete pontos e a participação do Tylenol no mercado de analgésicos despencou 87 por cento.

Porém, com a postura aberta e colaborativa da empresa, os consumidores americanos entenderam que o Tylenol fora vítima de uma sabotagem que poderia ter atingido qualquer outro produto de qualquer empresa e consideraram que a J&J agiu com responsabilidade durante toda a crise. Por isso a reintrodução do produto com nova embalagem rapidamente recuperou 65 por cento de suas vendas anteriores ao evento.

E, mesmo com os prejuízos ocasionados pela retirada do Tylenol do mercado, a Johnson & Johnson encerrou o exercício de 1982 com uma renda líquida de U$ 5.7 bilhões contra U$ 5,4 bilhões no ano anterior.

 

Repercussão do episódio na época:

 

Conclusão

Guardadas as proporções – este é um caso extremo envolvendo sabotagem a um dos principais produtos de uma gigante multinacional que resultou em uma tragédia – o case Tylenol é um indicativo que a decisão correta é sempre a melhor a ser tomada, já que as especulações, sobre as quais a empresa não possui domínio, tendem a ocupar os espaços da verdade se ela for omitida.

Imprevistos não tem este nome por acaso e alguns danos são irreparáveis, mas uma empresa com um plano de gestão de crises bem estruturado tem condições de reduzir sua extensão, se recuperar mais rapidamente e, não raro, sair com uma imagem fortalecida.

Dentro desta visão, a Business Press disponibiliza para seus clientes planos de gestão de crises que têm como base a seguinte metodologia de trabalho:

  • Radiografia da Imagem – como os públicos e os stakeholders enxergam a empresa;
  • Vulnerabilidades – identificação das crises que a empresa está mais sujeita a enfrentar e qual seu nível de preparo para conduzi-las;
  • Comando – criação de um comitê de crise e definição das atribuições de cada participante;
  • Rumo – definição de qual rumo seguir em uma crise, de acordo com os valores da empresa;
  • Apresentação – definição e media training do porta-voz da empresa;
  • Ferramentas – confecção do kit de crise;
  • Público – definição dos públicos e quais as mídias para atingir cada um destes públicos.

 

Arte abstrata, reconhecimento concreto.

Com o título Variáveis espaciais: paisagens abstratas exposição apresenta pela primeira vez no país as obras da artista plástica Heloisa Corrêa que é brasileira, mas está há 20 anos radicada na Alemanha.

A cerimônia de abertura, realizada no dia 6 de maio na Casa de Cultura de Caxias do Sul/RS – sua cidade natal, foi um sucesso de público, crítica e vendas. Mais de 200 pessoas prestigiaram o evento que contou com ampla cobertura da imprensa e resultou na venda de 30% das obras expostas antes mesmo do início da visitação pública, que ocorre de 7 a 30 de maio.

As variáveis espaciais têm sua origem na vivência da artista em países como Estados Unidos, Argentina, México, Venezuela e Alemanha, onde reside há duas décadas. Na mostra, Heloisa expõe a sua produção  mais recente, traduzindo em paisagens abstratas a influência do seu entorno – no caso uma terra de longos invernos cinzentos que despertam a vontade de ver cores.

 

A mostra variáveis espaciais: paisagens abstratas acontece na Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim, da Casa de Cultura de Caxias do Sul.

Endereço:  Rua Dr. Montaury, 1333 – Centro – Caxias do Sul/RS.

Data: de 08 a 30 de maio de 2015

Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 18h, e aos sábados, das 10h às 16h.

Entrada franca

 

 


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Imagens Úmidas.

Quem for a Florianópolis no próximo feriado de 01 de maio não pode deixar de passar no restaurante Marquês, Av das Rendeiras, 200, na Lagoa da Conceição para ver a exposição Imagens úmidas, do editor, fotógrafo e cineasta uruguaio, radicado na ilha, Gabriel Varalla Groppi, o Guel.

Nas imagens o mar sob o olhar do profissional dentro d’água, quando está trabalhando para registrar imagens de esportes aquáticos. O resultado são imagens lindas, em ângulos e enquadramentos únicos, aproveitando horários mais críticos da luz natural.

Por que a partir desta semana o Google vai “esconder” seu site?

O seu site, da sua empresa, marca ou organização possui design responsivo? Sabe o que é um design responsivo? É aquele tipo o nosso aí na foto acima, com calibragem de página para ser facilmente mostrado também em telas de smartphones e tablets. E isso inclui a performance de conexão, se ela é leve o suficiente para carregar considerando as velocidades da internet móvel, muito menores do que as do acesso fixo. E o que isso tem de importante? Desde o último dia 21 de abril, os algoritmos do Google passaram a priorizar estes sites.

A mudança promovida pelo Google vai afetar todas as pesquisas móveis em todas as línguas no planeta, com impactos significativos nos resultados de busca. Portanto, se o seu site não possui design responsivo, trate de mudá-lo se quiser que o seu público, de sua marca ou de seus produtos, possa achá-lo quando pesquisar no Google por conteúdos ligados diretamente a ele. Empresas que desejam um bom ranqueamento nas pesquisas do maior site de busca do mundo, devem fazer essa mudança.

E por que o Google fez isso? A decisão foi tomada com base na tendência cada vez maior da migração da navegação de computador de mesa para os dispositivos móveis. A manutenção da qualidade do serviço de busca do Google está justamente em você achar exatamente o que procura quando digita um nome ou frase associada ao seu objetivo. Para isso, atualmente os algoritmos da ferramenta de busca do Google consideram critérios que privilegiam certas páginas e não outras. São eles: relevância, disponibilidade (estar constantemente fora do ar não é bem visto) e balanceamento entre o conteúdo buscado e o exibido pelo site (os “robozinhos” do Google são capazes de detectar se uma página exibe informações consistentes ou se apenas as reproduzem para se sobressair), e agora o design responsivo.

Se você ainda não fez esta mudança, não tem uma estratégias de Inbound Marketing para consumidores acharem seu site quando pesquisarem por seus produtos e serviços, nos procure. A Business Press cria e desenvolve sites com design responsivo, ativação de conteúdos e publicidade online para uma excelente performance de presença digital, que é o que vai garantir que sua marca possa ser encontrada pelas pesquisas do Google.

Quando o storytelling vira uma história mal contada.

Manipular a verdade ou se afastar dos valores da marca pode trazer prejuízos à credibilidade.

No final do ano passado, a Revista Exame trouxe a público o caso de duas empresas que se excederam na glamourização de suas histórias:  a marca de sorvetes artesanais Diletto e a fábrica de sucos Do Bem. A matéria com o sugestivo título “Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira.” expôs a incoerência das narrativas que geraram insatisfação nos consumidores e notificações do CONAR.

A marca de sorvetes artesanais Diletto, por exemplo, teria sido criada por um imigrante italiano que veio ao Brasil fugido da segunda guerra mundial. Após comprovação de que o personagem nunca existiu, a empresa foi notificada pelo CONAR que recomendou a mudança na sua comunicação em embalagens e peças publicitárias, alertando que a história contada é fictícia.

Já a empresa de sucos Do Bem dizia que suas laranjas eram cultivadas e colhidas na fazenda de um senhor chamado Francisco no interior de São Paulo. Mas quem fornece as laranjas para a Do Bem são empresas comuns como a Brasil Citrus, que abastece diversas outras marcas.

Do bem

Existem exemplos também nos Estados Unidos, onde destilarias de uísque que se apresentavam como artesanais, divulgavam histórias fantasiosas de como suas bebidas eram produzidas, envelhecidas e embaladas, quando na verdade revendiam produtos comprados de um grande fabricante.

Além dos prejuízos de imagem e de venda dos casos acima, deve-se considerar a decepção que eles geram em uma parcela significativa so seu público. Posso falar por mim mesmo, já que a caixinha divertida com uma história diferenciada dos sucos Do Bem me cativou , mas no final acabou revelando um gosto azedo.

Não vejo necessidade de se colocar em posição de desvantagem na comparação com quem trabalha com conteúdo verdadeiro. Todas as empresas tem na sua trajetória elementos que podem gerar excelentes narrativas e garantir  destaque com o brilho de sua própria história. Tudo é uma questão de saber jogar a luz nos pontos que podem emocionar e gerar empatia com o consumidor.

Afinal, como já disse David Ogilvy, “Conte a verdade, mas faça com que ela seja fascinante”.

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