Inbound Marketing

O valor da moeda social no compartilhamento de conteúdo.

As pessoas tem prazer em divulgar marcas que as deixam bem diante dos outros.

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É da natureza humana compartilhar experiências, opiniões, aquisições e conquistas, e isso se manifesta desde a infância, quando orgulhosamente mostramos nossos desenhos para os adultos. Até o surgimento das redes sociais estes compartilhamentos, em geral, estavam restritos ao grupo de pessoas com as quais nos relacionávamos diretamente.

Mas esta realidade mudou radicalmente e hoje para saber o que pensamos, do que gostamos, o que fazemos e até o que possuímos, basta acessar nossos perfis no Facebook, twitter, Linkedin e onde mais estivermos cadastrados.

E por que nos expomos tanto? Faz parte do desejo de obtermos aprovação e admiração junto às pessoas que fazem parte dos nossos relacionamentos e o compartilhamento acaba sendo a moeda com que pagamos esta aquisição: uma moeda social.

O fornecimento de valor para esta moeda social, leia-se conteúdo relevante, é uma grande oportunidade para as empresas ampliarem sua base de consumidores, que compartilharão estes conteúdos divulgando, mesmo que involuntariamente, a marca vinculada a eles.

Segundo Jonah Berger, autor do livro “Por que as coisas pegam “, as três formas de cunhar uma moeda social são:

Fazer as pessoas sentirem-se por dentro: O privilégio de ser o primeiro ou ter acesso a um produto ou serviço que não está disponível para todos constitui uma moeda social de grande valor. Afinal, quem não quer ser aquele cara descolado que sabe de tudo antes dos outros?

Encontrar uma notabilidade interna: O segredo aqui é pensar sobre o que torna um produto interessante, surpreendente ou original.  Ele pode fazer alguma coisa que ninguém pensou que fosse possível?  Uma fábrica de liquificadores conquistou compartilhamentos e vendas com vídeos em que seu produto triturava de bolinhas de gude a iphones.

Alavancar mecânica de jogo: Todos gostam de realizar coisas e ter evidências tangíveis do seu progresso. A mecânica de jogo ajuda a gerar moeda social, porque as pessoas gostam de exibir suas realizações, mas é ainda melhor se existe um símbolo tangível e visível que pode ser mostrado aos outros, como as insígnias especiais do Foursquare com base em  históricos de check-ins.

O conceito de moeda social está presente no DNA da Business Press que, desde o seu início como empresa de assessoria de imprensa, já que a conquista de espaços editoriais qualificados sempre esteve ligada ao valor do conteúdo percebido pelo jornalista. Um diferencial que agregamos às demais ferramentas de marketing, mas que adquire relevância ainda maior no inbound marketing.

Geração de leads: é mais fácil vender o seu peixe para quem está interessado nele.

De forma bem simplificada, pode-se dizer que lead é quem tem potencial de compra e interesse real em comprar seu produto ou serviço, mas que ainda não fechou negócio. Um perfil interessante, porém disperso em um grande número de pessoas que não estão interessadas ou não possuem capacidade financeira para adquirir o que você está oferecendo.

Na internet, para atingir a fatia que interessa do bolo é necessário desenvolver materiais e/ou conteúdos que possuam relevância para este público, gerando aumento de tráfego no site. O próximo passo é disponibilizar algum atrativo gratuito em troca do qual o usuário fornece informações pessoais de contato, tornando-se um lead qualificado.

Quem se cadastrar estará realmente interessado no que você está oferecendo e, portanto, mais propenso a fechar negócio.

É claro que para gerar leads qualificados é preciso que os atrativos correspondam ao interesse do público-alvo. A título de exemplo, uma marca de produtos infantis pode disponibilizar conteúdo exclusivo sobre a saúde e bem-estar das crianças (foco nos pais) ou um game para os pequenos. Já uma empresa de artigos esportivos poderia oferecer um app gratuito para monitoramento de performance.

 

Principais benefícios da geração de leads:

  • Tráfego qualificado para o site: por ser focada na fatia de público que interessa, a campanha de captação leads gerará aumento de visitantes com este perfil.
  • Mensuração de campanhas:  o significativo ganho de eficiência e precisão na avaliação de campanhas de marketing proporcionado por uma lista de leads qualificados possibilita respostas mais ágeis e efetivas aos resultados obtidos.
  • Taxa de conversão:  o aumento da taxa de conversão em vendas do site é mais um dos reflexos positivos da estratégia de geração de leads, já que ela é voltada para quem está mais apto a confirmar esta conversão.
  • Relacionamento:  os conteúdos desenvolvidos podem ser utilizados para o encaminhamento dos leads através do funil de vendas, com a apresentação de cases bem sucedidos, resolução de problemas, apresentação de sugestões de uso e  eliminação de barreiras. A contratação de um software de automação de marketing possibilita determinar com precisão quem são seus leads, de que forma chegaram até a marca, além de outras informações que permitirão priorizar os leads mais propensos a fechar negócio.
  • Mailing de clientes qualificados: o tráfego gerado pelos conteúdos relevantes e a estratégia de convencimento para o preenchimento do cadastro resulta em uma lista de clientes dentro do perfil desejado.

 

A Business Press atua na criação e manutenção de plataformas de conteúdos digitais (websites, portais, e-commerce, hotsites, blogs, e-books, webséries e podcasts), além de desenvolver estratégias de marketing de conteúdo, gestão e manutenção de redes sociais (ativação e promoção de conteúdos, publicidade online, SAC 2.0 e BI fulltime).

 

Por que a partir desta semana o Google vai “esconder” seu site?

O seu site, da sua empresa, marca ou organização possui design responsivo? Sabe o que é um design responsivo? É aquele tipo o nosso aí na foto acima, com calibragem de página para ser facilmente mostrado também em telas de smartphones e tablets. E isso inclui a performance de conexão, se ela é leve o suficiente para carregar considerando as velocidades da internet móvel, muito menores do que as do acesso fixo. E o que isso tem de importante? Desde o último dia 21 de abril, os algoritmos do Google passaram a priorizar estes sites.

A mudança promovida pelo Google vai afetar todas as pesquisas móveis em todas as línguas no planeta, com impactos significativos nos resultados de busca. Portanto, se o seu site não possui design responsivo, trate de mudá-lo se quiser que o seu público, de sua marca ou de seus produtos, possa achá-lo quando pesquisar no Google por conteúdos ligados diretamente a ele. Empresas que desejam um bom ranqueamento nas pesquisas do maior site de busca do mundo, devem fazer essa mudança.

E por que o Google fez isso? A decisão foi tomada com base na tendência cada vez maior da migração da navegação de computador de mesa para os dispositivos móveis. A manutenção da qualidade do serviço de busca do Google está justamente em você achar exatamente o que procura quando digita um nome ou frase associada ao seu objetivo. Para isso, atualmente os algoritmos da ferramenta de busca do Google consideram critérios que privilegiam certas páginas e não outras. São eles: relevância, disponibilidade (estar constantemente fora do ar não é bem visto) e balanceamento entre o conteúdo buscado e o exibido pelo site (os “robozinhos” do Google são capazes de detectar se uma página exibe informações consistentes ou se apenas as reproduzem para se sobressair), e agora o design responsivo.

Se você ainda não fez esta mudança, não tem uma estratégias de Inbound Marketing para consumidores acharem seu site quando pesquisarem por seus produtos e serviços, nos procure. A Business Press cria e desenvolve sites com design responsivo, ativação de conteúdos e publicidade online para uma excelente performance de presença digital, que é o que vai garantir que sua marca possa ser encontrada pelas pesquisas do Google.

Inbound Marketing – Você quer vender ou ser comprado?

Qual a capacidade da sua marca atrair compradores para os seus produtos?

Inbound

Fonte: Resultados Digitais

Em uma de minhas viagens pelas estradas do Rio Grande do Sul para prospectar uma marca de calçados, após uma intensa reunião de apresentações para a venda dos nossos serviços em conjunto com uma grande agência de publicidade, ao sairmos da reunião, o proprietário da agência que me acompanhava, me perguntou: “- Você quer vender, ou ser comprado?”.

O sonho de todo negócio é ter um produto ou serviço que seja comprado, aquele desejado, que exija pouco esforço de venda para vendê-lo. Diante do exposto a um prospect que pouco compreendia os valores e benefícios dos nossos serviços, essa questão ficou no ar.

Naquela época, há mais ou menos uns cinco ou seis anos, pensar assim parecia até estar fora da realidade. Hoje, com a internet e o avanço das redes sociais nas plataformas móveis, o comportamento de compra mudou e com ele a oportunidade de inverter o jogo.

Segundo o Ibope Media cerca de 92% dos potenciais clientes utilizam a internet como canal de pesquisa sobre empresas, marcas, produtos e serviços antes de efetivar uma compra. Neste ambiente é que nasce o Inbound Marketing. Você já ouviu falar? Sabe o que significa e como funciona? Sua empresa pratica? Se não, está perdendo vendas e a oportunidade de ter seus produtos ou serviços comprados.

O Inbound Marketing é uma metodologia de Marketing Digital que prioriza atrair os potenciais clientes, conquistar sua confiança e direcioná-los para o momento da venda. A ideia é que o cliente venha até a marca, ao invés da marca ir até ele. E como isso acontece? Com a permissão ao invés da interrupção. O cliente chega até a marca atraído por algum conteúdo afim. Para disponibilizá-lo na íntegra, a empresa solicita seu contato e faz o envio de mais informações. E a partir daí ela tem a permissão para se comunicar com ele. Só que para chegar nesse ponto a marca precisa produzir conteúdos que ajudem no conhecimento sobre a marca, seus valores e diferenciais, e difundi-los pelas mídias sociais, identificando através do monitoramento os interesses de sua audiência.

Na indústria calçadista, marcas que possuem um setor de marketing mais estruturado, contam com uma agência de publicidade, uma agência de web e uma assessoria de imprensa. Na maioria dos casos, apesar de trabalharem para uma mesma estratégia de marketing, atuam bem independentes e executam seus papéis de forma diferente. No entanto, a maior parte deles, para vender a marca e os produtos do seu cliente e não para que esses produtos sejam achados e comprados. Utilizam somente o outbound.

Estes serviços são importantes, mas desta forma isolada, desconectados da nova realidade de compra, sem convergência, complementação ou integração, além de exigirem um investimento alto, são hoje pouco eficientes. Principalmente pela dificuldade em aferir o ROI (Return On Investiment), em português Retorno do Investimento. Exigência crucial principalmente em períodos de crises econômicas.

Neste sentido o diferencial do Inbound Marketing é o método de atração de clientes e os feedbacks dos investimentos em marketing de uma forma muito mais significativa. Nele, a audiência e os números de cliques dão lugar aos leads, pessoas que deixam seus dados em formulários (nome, e-mail, etc) geralmente em troca de alguma oferta, que pode ser um catálogo virtual, um e-book sobre tendências de moda, um webinar com estilistas, um bom conteúdo. Com os dados destes clientes existem uma série de ações para relacionar-se com ele até o momento da compra, em um trabalho de marketing/vendas de maior resultado.

E então, “Você quer vender, ou ser comprado?”