Assessoria de Imprensa

Porque integrar Inbound Marketing + Assessoria de Imprensa + Marketing de Conteúdo ajuda a vender mais e melhor.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, uma das primeiras empresas a realizar vendas pela internet e hoje uma das maiores no mundo no segmento, afirmou determinada vez em uma de suas palestras que prestígio é aquilo que dizem da sua empresa quando você não está por perto. Ainda segundo ele, admiração, confiança, tradição e ética compõem um pacote sensorial de percepção de marca que escapa ao controle das empresas. É a reputação corporativa, aquela que da segurança ao consumidor nas suas escolhas quando vai comprar um produto ou serviço.

Ao unir o método do Inbound Marketing aos serviços de Assessoria de Imprensa e Marketing de Conteúdo é possível que esta percepção de valores não escape tanto assim ao controle das empresas. Consegue-se ainda mensurar o impacto efetivo destes serviços nas vendas, sabendo utilizá-los para vender mais e melhor, construindo resultados financeiros com reputação de marca.

Não estamos falando aqui somente de e-commerce, mas também e principalmente de vendas diretas, sejam elas para compradores profissionais, como lojistas e distribuidores (B2B), ou ao consumidor final (B2C).

E como isso acontece?
Bem, primeiro é preciso um planejamento de marketing digital onde esteja previsto a integração dos serviços de assessoria de imprensa com marketing de conteúdo dentro do método Inbound Marketing.

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

O que é Inbound Marketing?

É uma metodologia de marketing digital que prioriza a conversão em vendas atraindo potenciais clientes compradores da marca, produtos ou serviços através de conteúdos relevantes, que lhe sejam úteis na sua decisão de compra. Hoje tanto o consumidor final quanto o comprador profissional, pesquisam na internet antes de decidir como, onde e de que marca irão comprar. E estas pesquisas atualmente na sua maior parte são realizadas através de smartphones.

De acordo com um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’, nove em cada dez consumidores brasileiros com acesso à internet assumem o hábito de fazer pesquisas online antes de realizar compras em lojas físicas. Já é possível verificar também que 60% do processo de compra já está feito quando o consumidor entra em contato com o vendedor.

Então, já que o consumidor e o comprador estão pesquisando é preciso mais do que nunca produzir e gerar conteúdo para que ele encontre suas respostas na internet, seja através da mídia da sua marca, de recomendações de veículos especializados ou matérias sobre ela, até da opinião de outros consumidores que já viveram a experiência de compra com a sua empresa.

Neste contexto é fundamental ter um site com blog full responsive  – aquele que possa abrir em qualquer tamanho de dispositivo móvel sem comprometer a navegabilidade de leitura e compreensão dos conteúdos textuais, de audio e vídeo, como também ter a estrutura destes conteúdos estrategicamente montada para o monitoramento comportamental da audiência de cada um deles, seja por mídia própria, paga ou espontânea. Para isso é preciso um software de Inbound Marketing. Aqui na Business Press nós usamos o RD Station, mas existem outros.

Os objetivos do método com esta organização de conteúdos monitorados por este software são: Atrair visitantes e seguidores, Converter em Leads os potenciais compradores (Lead é quando um seguidor visitante deixa seus dados para que a empresa possa entrar em contato com ele, enviar conteúdos via e-mail, ou até fechar uma venda), Relacionar com esses leads para o seu amadurecimento gerar oportunidades de vendas e por fim Vender.

O papel da Assessoria de Imprensa:

Neste Processo os serviços de Assessoria de Imprensa e Marketing de Conteúdo são imprescindíveis para a eficiência do Inbound Marketing porque além do conteúdo precisar ser isento e verdadeiro para gerar credibilidade é preciso cuidar da reputação da marca esclarecendo eventuais ocorrências do ponto de vista negativo e divulgando outras do ponto de vista positivo.

Uma assessoria de imprensa que entende a o papel atual dos seus serviços no universo digital, atua como uma curadora de conteúdos.

Ela é quem faz a gestão do marketing de conteúdo e planeja a comunicação nos canais adequados e com a linguagem apropriada para todos os públicos dentro do processos da jornada de compra:

AtrairConverterRelacionar e  Vender.

Após estas etapas a comunicação atua também para Fidelização.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo tem como foco principal o engajamento do público-alvo através da criação, produção e geração de conteúdos relevantes e valiosos para ele. Então é muito importante que a marca construa um ambiente de reputação digital através destes conteúdos e também no atendimento às demandas que os conteúdos não conseguirem suprir, como através do SAC 2.0, esclarecendo todas as dúvidas e auxiliando-o no amadurecimento da compra até o momento da efetivação dela no canal mais conveniente para ele. Abaixo um outro gráfico de funil de vendas no método do Inbound Marketing.

 

A Business Press é uma agência de Inbound Marketing com expertise em assessoria de imprensa nacional e marketing de conteúdo para grandes marcas. Nós produzimos conteúdos de qualidade, estratégicos, com técnicas de SEO e voltados para a atração de seguidores, conversão em leads, geração de oportunidades e ampliação nas vendas.

Baixe aqui nosso Guia Completo de Marketing Digital para Iniciantes. Solicite um orçamento gratuito de diagnóstico do marketing digital da sua marca que nós temos uma solução sob medida para suas vendas.

 

 

Com inbound marketing sua assessoria de imprensa se torna mais efetiva.

O convencional já não basta
O método tradicional de assessoria de imprensa de produzir e enviar releases para a mídia convencional com o objetivo de obter divulgação espontânea e consolidar a reputação do cliente torna-se cada vez menos efetivo. As mudanças provocadas pela internet, principalmente no comportamento do consumo de mídia, exige mais.

Já faz algum tempo que a internet tirou o público da passividade. Ele agora dispõe de novas plataformas de consumo de informação e expõe suas opiniões sobre a marca nas redes sociais, blog ou site da empresa, muitas vezes sem nenhum filtro ou curadoria.

Neste contexto, a assessoria de imprensa é o melhor caminho para interagir com esse novo consumidor, disponibilizando conteúdos relevantes em mídia própria, espontânea e também paga, só que de forma estratégica, mais assertiva, fornecendo respostas com rapidez e tornando a empresa encontrável através das técnicas do inbound marketing.

Saiba mais sobre inbound marketing clicando aqui: Inbound Marketing – você quer vender ou ser comprado?

 

O despertar do blog

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019Um dos pilares do inbound marketing é o blog da marca, que é a plataforma ideal para a disponibilização de conteúdo relevante para o seu público final. O novo modelo de  assessoria de imprensa, além de criar e ser a responsável pela qualidade, pertinência e constância destas publicações, também pode ser uma poderosa aliada para ampliar seus resultados através da divulgação em grandes veículos de comunicação que potencializam seu alcance e agregam ainda mais credibilidade.

Mais sobre o tema aqui: O retorno dos blogs e sua importância na estratégia de inbound marketing das marcas

Desta forma, além de consolidar a reputação da marca, a assessoria de imprensa se integra à estratégia de captação de clientes online, contribuindo para o resultado final de vendas.

Para saber mais sobre a relação inbound marketing x vendas, acesse: Inbound Marketing para ampliar as vendas e vencer a crise

 

O sucesso desta estratégia está ligado a alguns conceitos básicos:

  • Entendimento da mecânica da venda: Os conteúdos devem estar alinhados com a forma como os clientes localizam sua empresa, produto ou serviço e quais as palavras mais utilizadas nesta busca.
  • Segmentação do público: Cada conteúdo deve ter como foco uma persona, que pode ser definida por comportamento, hierarquia, gênero, idade, etc, de acordo com as características da marca. A probabilidade de um prospect viar um lead aumenta consideravelmente se o conteúdo falar diretamente aos seus interesses.
  • Relevância para o consumidor e não para a marca: Se no mundo físico você quer respostas diretas para a solução do seu problema e não um discurso autoelogioso de quem você está pedindo ajuda, no universo online não é diferente. Por isso os conteúdos devem informar sobre os produtos ou serviços e de que forma eles podem ajudar quem está pesquisando.
  • Geração de tráfego e links de SEO: O Conteúdo deve vir acompanhado de uma oferta (ebook, catálogo, etc) que pode ser trocado por dados do lead no site da empresa e que fará com que ele avance no processo de venda. Além da construção do relacionamento, estes links beneficiarão o site frente aos mecanismos de busca.
  • Mensuração e aprimoramento: A internet é beta,sempre se adaptando e evoluindo. Por isso o conteúdo e as estratégias devem ser constantemente avaliados através do  KPI (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Performance) mais indicado para cada ação a ser monitorada. E, a partir destas avaliações fazer os ajustes e adequações para obter resultados cada vez melhores.

Para saber mais sobre KPIs, acesse: KPIs: como medir seus resultados em marketing digital.

 

Admirável mundo novo

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019A imensa quantidade de conteúdo disponível e a facilidade de acessá-lo instantaneamente em qualquer horário e local, faz com que as pessoas passem mais tempo conectadas.

Um cenário em que  a presença digital da marca ganha cada vez mais relevância, independente da sua vontade.

Ou seja, a marca já está lá. A questão é de que forma a sua reputação será conduzida e por quem.

 

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

 

 

 

Para melhorar as vendas seu marketing digital precisa integrar mídia própria, paga e espontânea.

O marketing digital, quando bem implementado, tanto no B2C quanto no B2B, além de impactar positivamente os simpatizantes da marca com conteúdos do seu universo de valores, alimentando-os principalmente de informações atualizadas sobre lançamentos, qualidades e diferenciais frente a concorrência, auxilia-os na identificação dos seus produtos quando a compra é oportuna, direcionando-os ao canal de vendas da sua escolha. Afinal, engajamento em mídias sociais não mede o resultado do seu marketing digital. É preciso fazer muito mais e, além de atrair, converter em lead, relacionar, acompanhar e guiar curtidores e seguidores de sua marca pela jornada de compra para obter resultados melhores de vendas.

No B2C estes canais podem ser links de lojas próprias ou parceiras da marca na internet, como também a loja física ou franquia mais próxima do consumidor. No B2B direciona-se o potencial comprador ao representante local, distribuidor ou o canal na internet de venda direta da empresa.

Para gerir bem este processo chamado de funil de vendas, é preciso implementar a metodologia de Inbound Marketing e produzir conteúdos estratégicos direcionados a todas as etapas em que os potenciais clientes passam por este funil até a venda, nutrindo-os de informações importantes para o amadurecimento da compra. Integrar o mix de mídia de forma alinhada portanto, torna-se fundamental para alcançar resultados melhores nesta empreitada. Tudo exige o conteúdo certo, no lugar certo e na hora certa.

Qual o mix de mídia ideal?

O mix de mídia ideal vai depender das variáveis de cada negócio, perfil de produto, do consumidor, do comportamento habitual de compra, etc. O certo é que ele deverá contemplar três tipos de mídia: Própria, Paga e Espontânea.

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

 

MÍDIA PRÓPRIA 

A mídia própria é aquela produzida pela própria empresa para disseminar seus conteúdos. No ambiente digital ela é composta pelo site da marca, blog ou canal de vídeo na web, além das mídias sociais, catálogos eletrônicos de produtos, e-books, e-magazines, newsletters, e-mail marketing, entre outras.

Nesta mídia o conteúdo editorial é determinado pela empresa e seu departamento de marketing, portanto de total liberdade para a publicação do que quiser sobre a marca e seus produtos e da maneira como achar melhor. No entanto recomenda-se que os conteúdos sejam extremamente focados no business e seus valores, obedecendo a técnicas de SEO para evoluir e ampliar o tráfego orgânico da marca e seus produtos em temas e palavras-chave ligados a eles, para que os interessados possam achá-los quando derem uma busca no Google.

Esta é a mídia mais econômica para se comunicar com os potenciais consumidores e compradores da marca, porém sozinha não oferece resultados imediatos. Eles demoram muito a chegar e por isso preciso uma mídia complementar para impulsionar os resultados.

MÍDIA PAGA

A mídia paga, como o próprio nome já diz, é aquela que compramos a publicidade, como no caso dos anúncios em sites, portais, blogs de terceiros, links patrocinados, facebook Ads, Twitter Ads, banners etc.

Neste tipo de mídia, o comprador anunciante também controla o conteúdo e a mensagem que será transmitida e ainda consegue segmentar o seu alcance, podendo filtrar posição geográfica, social, econômica e até comportamental, fazendo com que a mensagem chegue apenas ao seu público-alvo. Diferente da mídia própria, a paga chega mais rápido nos prospects, no entanto com ela seu Custo de Aquisição de Cliente (CAC) deverá subir. A integração do mix de mídia visa equilibrar este custo, ampliar o alcance e otimizar o orçamento, provocando resultados melhores.

MÍDIA ESPONTÂNEA OU GANHA

A mídia espontânea ou ganha é aquela que sua marca conquista através da sua boa reputação, verificada quando algum veiculo de mídia noticioso ou blog publica algo espontaneamente sobre ela e seus produtos de forma positiva, apresentando como novidade ou indicando o uso.

As formas de conquistar estes espaços são através de conteúdos relevantes, seja de forma orgânica, o que vai exigir sorte, ou um bom trabalho de assessoria de imprensa e relações públicas.

Os resultados podem ser aferidos por editoriais de imprensa institucionais ou de produtos, reportagens, matérias, posts em blogs especializados, SEO, inbound links, tudo de forma espontânea, sem sua marca ter que pagar pelas publicações. E como tal, está subordinada a aprovação de um editor, jornalista, blogueiro, ou até mesmo um cliente. E é esta característica que torna esta mídia de maior credibilidade, no entanto ela não depende apenas da marca.

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

 

Assessoria de imprensa na estratégia de marketing digital.

Atualmente 50 milhões de brasileiros leem notícias na internet e, segundo o IVC (Instituto Verificador de Circulação), os jornais online cresceram mais de 50% no primeiro quadrimestre de 2015 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Estes números estão ligados à credibilidade das empresas jornalísticas e à sua capacidade de adaptação às novas plataformas de consumo de informação.  Uma nova realidade para quem trabalha com mídia espontânea que vai trazer muitos benefícios para quem souber aplicá-la na estratégia do marketing digital.

Principais benefícios dos jornais online para a geração de mídia espontânea:

  • Praticidade: antigamente a leitura do jornal acontecia em um momento específico do dia. Hoje, com a diversidade de plataformas, o leitor consome notícia a qualquer hora e em qualquer lugar que queira, aumentando significativamente o potencial de ser impactado pela sua mensagem;
  • Alcance: com o digital os jornais transcendem a limitação do custo da distribuição das suas edições impressas. Ou seja, o conteúdo que sua empresa divulga pode ser visualizado em qualquer lugar do mundo;
  • Interatividade: ao ser impactado por sua mensagem, o seu público-alvo pode se manifestar, fornecendo informações relevantes sobre si  mesmo e da sua percepção do conteúdo, além de compartilhá-lo com sua rede de relacionamentos;
  • Credibilidade: diante de tantos boatos, hoax e pegadinhas que fazem parte da internet, os jornais são um porto seguro de credibilidade. Um atributo fundamental para a sua mensagem.
  • Agilidade: diferentemente dos veículos impressos, o jornal online pode ter ser atualizado constantemente, o que, além de manter aceso o interesse do leitor, permite que o material enviado pela assessoria possa ser alterado ou substituído a qualquer momento.
  • Potencialização: a divulgação em um veículo de credibilidade e com uma ampla base de leitores, amplia as possibilidades estratégicas do marketing digital para potencializar o alcance do conteúdo.

A Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo. Entre em contato conosco, faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Quando a crise atinge a imagem da sua marca nas mídias sociais.

10498111_782843738502015_6773285633871110281_o-2-1Íntegra da minha coluna para a revista About Shoes, edição de julho de 2015.
Em abril deste ano, uma consumidora do Recife, Cynthia Cabral, postou em seu perfil do Facebook uma reclamação polêmica contra a marca de calçados femininos Arezzo. Em pouco tempo milhares de curtidas no post, comentários negativos e compartilhamentos levaram a situação aos principais portais de notícias da internet. Até o fechamento desta coluna, dois meses após o ocorrido, foram mais de 78,6 mil curtidas, 571 comentários e mais de 107,9 mil compartilhamentos. No Google foi possível encontrar centenas de publicações entre portais de notícias, blogs e fóruns de todo o país sobre o caso. Uma crise de imagem que com certeza abalou a reputação da marca.
Na publicação a consumidora contou que a palmilha havia descolado no segundo dia de uso, o que considerou algo até possível de acontecer. No entanto, o que a deixou mais indignada foi levantar a palmilha do calçado e encontrar embaixo da marca Arezzo, uma estampa com a marca Via Uno. Ela publicou a imagem, comprovou o ocorrido e externou toda a sua indignação com a marca, sentindo-se lesada e deixando a entender que pagou Arezzo e levou Via Uno, quando no mercado a segunda custa bem menos que a primeira na loja.
Crises de imagem são mais comuns nos dias de hoje devido ao poder que as mídias sociais conferem aos consumidores, razão pela qual torna-se ainda mais imprescindível para as marcas uma gestão profissional da sua reputação de forma contínua, com planejamento de ações preventivas e uma equipe preparada para a gestão de crise. Afinal, “shit happens”.
No caso da Arezzo, apesar da marca ter cumprido o protocolo, respondido aos comentários negativos no Facebook, emitido um comunicado oficial reconhecendo o equívoco e comprometendo-se a rever seus processos internos para evitar novas falhas, a repercussão negativa poderia ter sido evitada.
Ao analisar o caso no detalhe, nota-se na reclamação de Cynthia o que de fato a motivou fazer o post: o tratamento recebido por ela na loja quando solicitou uma solução. Mais da metade do texto no seu post descreve a experiência negativa com a gerente que a atendeu. E pelo relato, percebe-se que a profissional não estava capacitada para identificar a gravidade do problema de imagem. Ou seja, não houve uma preparação dela para avaliação e contenção de problemas deste gênero, protegendo a marca, maior patrimônio da Arezzo e o que justifica os preços cobrados em seus produtos. O que se viu do seu atendimento foi somente aquela política padrão de trocas, baseada na lei e muito comum no varejo, que é de encaminhar o produto à fábrica para análise. A consumidora esbravejou com esta opção.
FaceCynthiaArezzo-1 Reclame Aqui Arezzo-1No maior site de reclamações da internet, o Reclame Aqui, a reputação da Arezzo está classificada como “NÃO RECOMENDADO”. O período apurado é desde 21 de junho de 2012 a 31 de maio de 2015. Constam 97,2% das reclamações atendidas, 43,4% solucionadas e somente 29,2% voltariam a fazer negócio com a empresa. A maior parte das reclamações verificadas são sobre qualidade dos produtos e atendimento (solado descolando, calçados abrindo na frente, atendimento ruim, etc)
O caso da Cynthia, muito recente, não é o único de grandes proporções envolvendo a Arezzo nas mídias sociais. Em 2011 houve outra polêmica, só que no Twitter, quando lançou uma coleção com o título de Pelemania. Naquela época ativistas ambientais boicotaram o lançamento pichando e pintando com tinta vermelha diversas lojas da marca com o discurso de que os animais não precisavam pagar o preço da moda e nem as raposas precisariam ser mortas em nome da beleza. A polêmica foi do Twitter ao Facebook em questão de minutos chegando ao Trending Topics com consumidores comentando o ocorrido. A situação piorou quando os administradores da fanpage da Arezzo apagaram os comentários dos consumidores inflamando ainda mais o público. Ao final a marca cedeu a pressão e recolheu todas as peças da coleção, ficando com a reputação abalada.
Segundo o Ibope Media, cerca de 92% dos potenciais clientes utilizam a Internet como canal de pesquisa sobre empresas, produtos e serviços antes de efetivar uma compra. Quantos dos potenciais clientes da Arezzo devem ter desistido de comprar a marca ao encontrar estes casos na internet? Qual a percepção da Arezzo hoje diante destes ocorridos e o quão ela está próxima da sua imagem de valor percebido?
Acredito que o problema é muito maior do que a realidade, que deve estar mais próxima do comentário da consumidora Cynthia quando considerou até dentro de uma normalidade a palmilha do seu calçado descolar no segundo dia de uso, afinal, defeitos de fábrica em produção de grandes volumes ocorrem.
A resposta da Arezzo, diagnosticando o que provavelmente deve ter ocorrido para aparecer uma peça da Via Uno em um de seus calçados também vejo como passível de ocorrer. Nós que trabalhamos com o setor calçadista sabemos desta possibilidade. A indústria calçadista brasileira é uma das melhores produtoras de calçados do mundo. Sua falha maior no entanto é na gestão da imagem de suas marcas, que valorizam mais a moda estética de comportamento e não a institucional de marca, aquela que dá segurança ao consumidor de que os casos de defeitos de fabricação são eventuais, dentro da normalidade e que ele não será lesado por isso. Este é o recado dado pelas mídias sociais e que o mercado americano já havia previsto antes mesmo de chegar a internet, razão pela qual crescem vertiginosamente o Inbound Marketing e as agências de PR naquele país.
Uma marca com um plano de gestão da reputação bem estruturado com radiografia da imagem, avaliação das vulnerabilidades e política de proteção da marca tem condições de prever e reduzir crises, se recuperar mais rapidamente e, não raro, sair com uma imagem mais fortalecida. Sua marca está preparada para enfrentar um problema como este nas mídias sociais?

Gestão de crises: a receita para evitar uma grande dor de cabeça.

Adulteração de medicamento da Johnson & Johnson, que ocasionou a morte de sete pessoas há mais de três décadas, tornou-se um case exemplar de gestão de crises.

No dia 29 de setembro de 1982 sete pessoas, moradoras de Chicago nos Estados Unidos, morreram após ingestão de cápsulas de Tylenol contaminadas com cianeto, episódio que ganhou as manchetes dos principais veículos de comunicação da época. O produto então tinha 35% de participação no mercado americano de analgésicos para adultos e representava 15% dos lucros da Johnson & Johnson.

Um episódio potencialmente devastador para a credibilidade e a viabilidade financeira da empresa, mas que a J&J conduziu com maestria ao adotar as seguinte atitudes:

  • Cooperação total com a imprensa, abrindo as portas da empresa para os jornalistas;
  • Formação de um comitê de estratégia de RP, com a participação do presidente da J&J, um executivo de RP e um representante da Burson Marsteller, agência de RP da marca Tylenol;
  • Recolhimento de 31 milhões de frascos do medicamento distribuídos no mercado norte-americano (medida que gerou um prejuízo de 50 milhões de dólares);
  • Desenvolvimento de uma nova embalagem para garantir a inviolabilidade do medicamento.

Durante a crise, as ações da companhia cairam sete pontos e a participação do Tylenol no mercado de analgésicos despencou 87 por cento.

Porém, com a postura aberta e colaborativa da empresa, os consumidores americanos entenderam que o Tylenol fora vítima de uma sabotagem que poderia ter atingido qualquer outro produto de qualquer empresa e consideraram que a J&J agiu com responsabilidade durante toda a crise. Por isso a reintrodução do produto com nova embalagem rapidamente recuperou 65 por cento de suas vendas anteriores ao evento.

E, mesmo com os prejuízos ocasionados pela retirada do Tylenol do mercado, a Johnson & Johnson encerrou o exercício de 1982 com uma renda líquida de U$ 5.7 bilhões contra U$ 5,4 bilhões no ano anterior.

 

Repercussão do episódio na época:

 

Conclusão

Guardadas as proporções – este é um caso extremo envolvendo sabotagem a um dos principais produtos de uma gigante multinacional que resultou em uma tragédia – o case Tylenol é um indicativo que a decisão correta é sempre a melhor a ser tomada, já que as especulações, sobre as quais a empresa não possui domínio, tendem a ocupar os espaços da verdade se ela for omitida.

Imprevistos não tem este nome por acaso e alguns danos são irreparáveis, mas uma empresa com um plano de gestão de crises bem estruturado tem condições de reduzir sua extensão, se recuperar mais rapidamente e, não raro, sair com uma imagem fortalecida.

Dentro desta visão, a Business Press disponibiliza para seus clientes planos de gestão de crises que têm como base a seguinte metodologia de trabalho:

  • Radiografia da Imagem – como os públicos e os stakeholders enxergam a empresa;
  • Vulnerabilidades – identificação das crises que a empresa está mais sujeita a enfrentar e qual seu nível de preparo para conduzi-las;
  • Comando – criação de um comitê de crise e definição das atribuições de cada participante;
  • Rumo – definição de qual rumo seguir em uma crise, de acordo com os valores da empresa;
  • Apresentação – definição e media training do porta-voz da empresa;
  • Ferramentas – confecção do kit de crise;
  • Público – definição dos públicos e quais as mídias para atingir cada um destes públicos.

 

Por que a partir desta semana o Google vai “esconder” seu site?

O seu site, da sua empresa, marca ou organização possui design responsivo? Sabe o que é um design responsivo? É aquele tipo o nosso aí na foto acima, com calibragem de página para ser facilmente mostrado também em telas de smartphones e tablets. E isso inclui a performance de conexão, se ela é leve o suficiente para carregar considerando as velocidades da internet móvel, muito menores do que as do acesso fixo. E o que isso tem de importante? Desde o último dia 21 de abril, os algoritmos do Google passaram a priorizar estes sites.

A mudança promovida pelo Google vai afetar todas as pesquisas móveis em todas as línguas no planeta, com impactos significativos nos resultados de busca. Portanto, se o seu site não possui design responsivo, trate de mudá-lo se quiser que o seu público, de sua marca ou de seus produtos, possa achá-lo quando pesquisar no Google por conteúdos ligados diretamente a ele. Empresas que desejam um bom ranqueamento nas pesquisas do maior site de busca do mundo, devem fazer essa mudança.

E por que o Google fez isso? A decisão foi tomada com base na tendência cada vez maior da migração da navegação de computador de mesa para os dispositivos móveis. A manutenção da qualidade do serviço de busca do Google está justamente em você achar exatamente o que procura quando digita um nome ou frase associada ao seu objetivo. Para isso, atualmente os algoritmos da ferramenta de busca do Google consideram critérios que privilegiam certas páginas e não outras. São eles: relevância, disponibilidade (estar constantemente fora do ar não é bem visto) e balanceamento entre o conteúdo buscado e o exibido pelo site (os “robozinhos” do Google são capazes de detectar se uma página exibe informações consistentes ou se apenas as reproduzem para se sobressair), e agora o design responsivo.

Se você ainda não fez esta mudança, não tem uma estratégias de Inbound Marketing para consumidores acharem seu site quando pesquisarem por seus produtos e serviços, nos procure. A Business Press cria e desenvolve sites com design responsivo, ativação de conteúdos e publicidade online para uma excelente performance de presença digital, que é o que vai garantir que sua marca possa ser encontrada pelas pesquisas do Google.