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Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019 desafia gigantes do setor de dados

Entre os destaques da delegação de 40 empresas nacionais levadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex-Brasil) ao South by Southwest 2019 (SXSW 2019), em Austin, nos Estados Unidos,  para participarem do Trade Show e das rodadas de negociações internacionais do evento, estava a SlicingDice, uma startup paulista com apenas quatro anos de existência, uma solução de dados ousada e disposta a concorrer com Amazon, Google e Oracle.

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019Segundo Renan Sardinha (foto), VP de negócios da SlicingDice, o grande diferencial da startup frente aos grandes concorrentes é a tecnologia própria de compressão de dados.

“Então a gente criou esta ferramenta, que trabalha com compressão de dados, que ocupa 10% do espaço de uma solução que já existe. Isso faz com que os dados ocupem espaço menor, ou seja, fica mais barato, e como os dados estão muito mais perto um do outro fica muito mais rápido de você poder fazer suas consultas”

Renan Sardinha VP de Negócios da Slicing Dice

A SlicingDice foi criada no final de 2015 em uma demanda por dados da Simbiose Ventures, uma empresa de holding também de Sao Paulo, com atuação voltada a plataformas de processamento intensivo de dados, algo na casa dos bilhões de dados de eventos e transações por mês, de milhões de usuários, para serem armazenados e consultados em tempo real por pelo menos 12 meses, tudo isso numa infraestrutura física enxuta e composta por algumas dezenas de servidores, quando o normal são centenas para o mesmo volume.

Depois de testarem todos os bancos e armazenamentos de dados disponíveis no mercado a Simbiose Ventures não achou nenhuma solução que poderia suportar o volume destas necessidades da empresa de maneira econômica e acessível. Sem qualquer investimento externo, a equipe trabalhou durante cerca de dois anos no desenvolvimento de uma tecnologia própria e criou do zero um banco de dados analítico (OLAP – Online Analytical Processing). Assim nasceu a SlicingDice.

Gabriel Menegatti, fundador da startup, revela que criar um banco de dados do zero é um enorme desafio técnico, pois abrange muito conhecimento (criar novos paradigmas, formas de armazenamento etc.) e altos recursos financeiros para contratar e formar experts que entendam como funciona os níveis mais profundos da computação.

Atualmente existem pouco mais de 300 empresas de banco de dados no mundo e só algumas delas criaram um banco de dados do zero, isto é, desenvolveram uma tecnologia própria até na camada mais baixa, a do armazenamento de dados. A startup SlicingDice, é portanto a primeira empresa brasileira a ter uma tecnologia totalmente própria, que não é inspirada em alguma solução existente.

“Ao criarmos algo do zero, tivemos a oportunidade de repensar conceitos e verdades, de fazer algo totalmente diferente e inédito, levando em consideração o cenário da computação atual, e não a de 10 ou 20 anos atrás”, explica Menegatti. Daí, surgiu a principal inovação tecnológica do SlicingDice: a compressão dos dados.

Para se ter uma ideia, o SlicingDice é duas vezes e meia mais rápido e econômico que a Terark, startup chinesa considerada uma das melhores do mundo em compressão de dados e que, recentemente, recebeu investimentos vultosos de fundos americanos. Um exemplo, com números: um banco de dados com 9.300 MB de tamanho são comprimidos pela startup brasileira a apenas 980 MB, ao passo que a concorrente chinesa, a 2.579 MB.

O resultado dessa inovação tecnológica é um banco de dados praticamente com capacidade infinita, 100% cloud, escalável, redundante e seguro. Além disso, devido a alta taxa de compressão, os dados ocupam menos espaço de armazenamento e, consequentemente, com maior velocidade a um custo bem menor.

O SlicingDice é bem atrativo diante das tradicionais Amazon, Google e Oracle, em vários aspectos, como contar com garantia pública de velocidade (SLA – Service Level Agreement), que é relevante: a resposta das consultas (queries) são realizadas em até 10 segundos apenas. Além disso, é totalmente full service, já que inclui ferramentas de ETL (Extract, Transform and Load) e de BI (Business Intelligence) totalmente integradas, o que dispensa custos em licenças para uso desses softwares. É simples de operar e não exige expertise técnica do cliente, sendo uma opção até para uma pequena empresa que queira trabalhar com inteligência de dados.

“Ninguém, no mundo, tem uma solução totalmente integrada e com custo acessível; somos os pioneiros!”, Gabriel Menegatti, fundador da Slicing Dice

Todas essas inovações são apenas o meio para que o SlicingDice atinja o que interessa. Enquanto ele cuida da infraestrutura de dados, a sua empresa pode se focar no que realmente importa: concentrar todos os esforços em seu core business e extrair insights e oportunidades para seu próprio negócio usando dados, sem se preocupar com a administração de nenhuma infraestrutura, nem sequer os servidores.

Apesar de ainda ser uma empresa jovem, segundo Menegatti, “o SlicingDice já é multinacional e lucrativo, visto que a maioria dos nossos clientes estão fora do Brasil”. Além disso, a startup brasileira vem despertando o interesse até mesmo do governo americano, que já a procurou interessada em utilizar sua tecnologia para armazenar e analisar dados em larga escala.

Quem sabe essa inovadora startup seja mais um exemplo de tecnologia criada no Brasil que ajude a dissipar a síndrome de vira-lata que tanto nos persegue.

Conforme Renan Sardinha, o SlicingDice é bem atrativo diante das tradicionais opções do mercado, em vários aspectos, como contar com garantia pública de velocidade (SLA – Service Level Agreement), que é relevante: a resposta das consultas (queries) são realizadas em até 10 segundos apenas. Além disso, é totalmente full service, já que inclui ferramentas de ETL (Extract, Transform and Load) e de BI (Business Intelligence) totalmente integradas, o que dispensa custos em licenças para uso desses softwares. “É simples de operar e não exige expertise técnica do cliente, sendo uma opção até para uma pequena empresa que queira trabalhar com inteligência de dados”. finaliza.

Florianópolis terá o maior festival de tecnologia, inovação, criatividade, arte, música, esportes e entretenimento do país inspirado no SXSW de Austin/Texas

Há mais de 30 anos um pequeno grupo de pessoas se reunia na sede de um periódico local para discutir o futuro do entretenimento e da mídia. Eles acreditavam que as comunidades criativas e musicais da cidade eram tão talentosas como em qualquer outro lugar do planeta, mas eram severamente limitadas pela falta de exposição no exterior. 

As conversas evoluíram para a promoção de um evento que levaria o mundo para aquele lugar, provocando uma visão melhor de perto das qualidades da cidade e daqueles talentos que ali existiam. O ano era 1986, o local era a cidade de Austin, no Texas, no sul dos Estados Unidos e o evento era o South by Southwest (SXSW), hoje na sua 33a edição, considerado um dos maiores eventos de inovação do mundo. 

Curiosamente foi também em Austin, com os mesmos propósitos que mobilizaram aquelas pessoas para colocar a capital do Texas no centro das discussões das maiores criações econômicas e tecnológicas do mundo, que um grupo de empresários catarinenses aliados a representantes do poder público de Santa Catarina, tiveram a idéia de lançar a primeira edição do Floripa Conecta, que ocorre de 9 a 18 de agosto deste ano em Florianópolis. 

O lançamento do Floripa Conecta aconteceu na sede da Dropbox em Austin e reuniu ao redor de 300 participantes, a maioria brasileiros que vivem e trabalham com criatividade e tecnologia nos Estados Unidos, além da comitiva dos organizadores do evento, empresários, jornalistas e empreendedores que estavam na cidade para o SXSW2019. O Baguete esteve presente no evento e ouviu os principais idealizadores do projeto.

Segundo Daniel Leipnitz, presidente da Associação Catarinense das Empresas de Tecnologia (ACATE), o Floripa Conecta é a realização de um sonho de três anos. 

“Um sonho de fazer alguma coisa grande, um sonho grande de mudar a nossa cidade, de pensar na nova matriz econômica que está tá transformando a cidade que é a tecnologia, a economia criativa, o design, a música e com isso nestes três últimos anos a gente vem construindo de que forma a gente poderia transformar isso em alguma coisa como Austin aqui”

Daniel Leipnitz – Presidente da ACATE

Já Rodrigo Estrázulas Rossoni, presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), justifica a participação da entidade na criação deste evento como um propósito da ACIF de prosperar não só Florianópolis, mas o Brasil, levando mais pessoas, mais investimentos e mais conexões para a cidade, o estado e o País. 

“É um evento sem dono, é um evento que tem uma união de esforços da iniciativa privada com o apoio do poder público para que a gente possa realizar algo inédito em todo o país. Com isso nós vamos trazer eventos diversificados: esporte, cultura, arte, comunicação, tecnologia, marketing, tudo o que pode ser feito sobre economia criativa vai para Florianópolis, a cidade criativa”

Rodrigo Rossoni – Presidente da ACIF 

A iniciativa do Floripa Conecta  conta também com o apoio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável do Estado de Santa Catarina (SDS). O Secretário de Estado Adjunto, Amandio João da Silva Jr, fez parte da missão dos empresários que estiveram em Austin em março do ano passado para conhecer os bastidores do SXSW e agora na edição deste ano para o lançamento do evento de Florianópolis.

O evento em Austin foi promovido pelo arquiteto de soluções da Dropbox, Marcel Ribas, brasileiro, também de Florianópolis, que mora na capital do Texas já há 15 anos. Segundo ele, um remanescente do novo polo tecnológico da ilha da magia, Mestre em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a missão da Dropbox é liberar a energia criativa do mundo através da criação de formas mais inteligentes de se trabalhar e o Floripa Conecta revela-se uma iniciativa ousada neste sentido dentro dos objetivos da empresa para o Brasil.

O Floripa Conecta será o primeiro festival brasileiro desta natureza com eventos simultâneos trazendo arte, música, cultura, criatividade e inovação em tecnologia para os visitantes no mesmo formato do SXSW. 

As entidades de Florianópolis já estão organizadas e engajadas para fazer esse sonho acontecer. A Rede Nacional das Associações de Inovação e Investimentos (RENAII), que reúne entidades como ABStartups, Abipti, Anjos do Brasil, Anpei, Anprotec, ABVCap, além do Sebrae (co-realizador) e organizadores locais (ACATE e Fundação Certi), irá comandar 12 eventos durante o Floripa Conecta, entre eles o Innovation Summit Brasil 2019 (12 a 14 de agosto). Nesta época também está programado a segunda edição do Startup Summit (15 e 16 de agosto) – encontro do segmento de empreendedorismo inovador e TI que espera reunir mais de 3,5 mil pessoas. 

Leipnitz revelou para nós que mais oito eventos programados para estas datas envolvendo artes, música e tecnologia estão confirmados. A expectativa do Floripa Conecta é atrair um público de 60 mil a 70 mil pessoas na primeira edição, algo muito maior do que os 700 inscritos no SXSW no primeiro evento e um caminho aparentemente bem longo se comparado aos quase meio milhão de participantes de diversas nacionalidades que embarcaram em Austin este ano.

Quando perguntado se Florianópolis tem capacidade para um evento deste tamanho o presidente da ACIF Rodrigo Rossoni afirmou que sim, principalmente em agosto quando a ilha não é enxergada como um destino e eles querem provar que sim, que Florianópolis é um destino para o ano inteiro.

A idéia dos idealizadores é fazer o mundo olhar para Florianópolis com o que a ilha tem de melhor, explorando o viés de inovação tecnológica desenvolvido nos últimos anos e aliando o seu potencial e estrutura turística à inovação, criatividade, tecnologia, arte, música, esporte, turismo e entretenimento. Assim como Austin, Floripa quer ser vista pelo mercado internacional como um dos grandes polos de criatividade tecnológica e inovação do mundo com seus melhores talentos locais valorizados.

“este é um movimento muito parecido com o que Austin conseguiu fazer nos últimos anos. Queremos estimular nossos empreendedores, atrair novas pessoas, investidores e aumentar a prosperidade de Florianópolis com conhecimento e novas experiências”, declarou Rossoni.

A cidade de Austin, que atualmente abriga empresas como IBM, DELL, Apple, Amazon, Google, Facebook, Dropbox, entre outras grandes famosas marcas inovadoras, é considerada hoje como a nova grande meca do segmento de tecnologia dos Estados Unidos. Só para se ter uma idéia, um estudo realizado pela empresa americana Spectrum Location Solutions LLC divulgado em dezembro do ano passado mostrou que 1800 empresas deixaram a California em um ano tendo como principal destino a cidade de Austin no Texas. Também em dezembro passado a Apple anunciou investimentos na ordem de U$ 1 b bilhão de dólares  na construção de uma nova sede na capital do Texas, o que deve gerar mais de 20 mil empregos na cidade.

As ambições do grupo catarinense seguem nesta direção, de tornar Floripa um dos principais centros da economia criativa do mundo com o sucesso do Floripa Conecta.

Inside Sales: como vender para quem seu representante não vende.

A solução para reduzir o custo de aquisição de clientes e aumentar seu faturamento.

Você já pensou em Inside Sales?  Então responda qual o custo da sua empresa com a equipe de vendas? Você tem condições de calcular as perdas geradas por cancelamentos de reuniões, atrasos por causa do trânsito e desperdício de tempo em encontros que ocorrem apenas para esclarecimento de dúvidas por parte do cliente?

Além disso, será que seus representantes não estão adotando estratégias de enxugamento de custos como a demissão de prepostos e a concentração de visitas a clientes mais próximos e com maior garantia de resultado, deixando de atender lojas menores e mais distantes, mas com grande potencial de compra?

Este cenário de desperdício de tempo e dinheiro pode ser alterado através da implantação da técnica de inside sales.

 

Mas o que é inside sales?

Inside Sales é a técnica em que o controle das vendas está dentro da empresa, com redução de custos e aumento da produtividade, vendendo diretamente ou através de representantes utilizando gestão e automação de marketing integrado com vendas.

O método Inside Sales tem como base uma estratégia em que é gerado conteúdo relevante sobre os produtos e serviços, além da gestão do marketing digital e mídias sociais para captar leads, ou seja, clientes com potencial e interesse de compra, que não estão sendo abordados através dos métodos tradicionais.

Entre as vantagens do método, está a maior disponibilidade de informações para o cliente, mais apoio para a equipe de vendas e racionalização de investimentos, já que o Inside Sales evita os custos que envolvem o contato presencial já citados anteriormente.

 

Vendendo para quem o seu representante não vende

A concentração de grandes volumes de vendas em poucos clientes é uma realidade que difícilmente mudará, já que as equipes de vendas tendem a focar seus esforços em quem tira os maiores pedidos negligenciando lojas menores e mais distantes.

A ferramenta de inside sales permite atingir estes clientes potenciais, complementando a sua lista de compradores com uma grande quantidade de lojas pequenas que, somadas, podem representar um volume de faturamento que se equipara ao de grandes clientes, por escala.

 

Ponto de venda também cria imagem de marketing

Outra vantagem de colocar o seu produto em uma base maior de lojistas é que, junto com ele, a sua marca estará exposta em uma grande quantidade de lojas distribuídas por uma ampla área geográfica. É claro que a presença em pontos tradicionais com grande fluxo de consumidores e com capacidade de agregar valor ao produto sempre vai ser fundamental. Mas aqui estamos falando de expansão – de vendas e de exposição da marca – a baixo custo.

Afinal o Inside Sales proporciona uma redução do custo de aquisição de clientes (CAC), permitindo a ampliação da base de vendas e de exposição da marca no momento em que o consumidor está tomando a decisão de compra: no ponto de venda.

 

Modelos de venda não são excludentes

O método Inside Sales pode ser implementado de forma conjunta com o modelo tradicional de vendas, de acordo com o perfil do cliente e da etapa do processo de marketing. É possível que os primeiros contatos sejam efetuados através da ferramenta e a conclusão da negociação ser realizada de forma presencial.

 

Passos para a implementação do Inside Sales

Para que dê o resultado esperado, o processo de Inside Sales na sua empresa deve contemplar os seguintes passos na sua implementação:

  • Produção de um portal de conteúdos (Blog) no site da marca;
  • Implantação de ferramenta de CRM junto aos representantes;
  • Estudo da carteira de clientes;
  • Estruturação do primeiro funil de vendas conforme a carteira para aplicação das estratégias;
  • Criação e desenvolvimento de personas – perfil social/ econômico/ comportamental e psicológico dos compradores da marca;
  • Estruturação da plataforma de conteúdos B2B 100% responsiva já com “calls to action”e planejamento de landing pages para aplicação do inbound;
  • Planejamento de Conteúdo integrado com as mídias sociais da marca e estudo das palavras chave visando o B2B

 

De qualquer forma, a implementação do modelo deve acontecer paulatinamente de maneira que a equipe possa se adaptar aos novos processos. Além disso, a implementação precisa de testes de verificação das respostas dos clientes potenciais.

 

Conclusão

Hoje graças à tecnologia já é possível para a empresa deter o controle sobre as relações comerciais e institucionais com os seus compradores, além de atrair novos clientes que não são acessados pela equipe de vendas.

A implementação da ferramenta de Inside Sales proporciona a geração de leads qualificados, a redução de custos, a ampliação da área de atuação, aumento das vendas e a mensuração dos resultados.

Trata-se de um caminho sem volta, que trará benefícios concretos para quem estiver preparado para implementar esta mudança. Você está preparado?

 

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Com inbound marketing sua assessoria de imprensa se torna mais efetiva.

O convencional já não basta
O método tradicional de assessoria de imprensa de produzir e enviar releases para a mídia convencional com o objetivo de obter divulgação espontânea e consolidar a reputação do cliente torna-se cada vez menos efetivo. As mudanças provocadas pela internet, principalmente no comportamento do consumo de mídia, exige mais.

Já faz algum tempo que a internet tirou o público da passividade. Ele agora dispõe de novas plataformas de consumo de informação e expõe suas opiniões sobre a marca nas redes sociais, blog ou site da empresa, muitas vezes sem nenhum filtro ou curadoria.

Neste contexto, a assessoria de imprensa é o melhor caminho para interagir com esse novo consumidor, disponibilizando conteúdos relevantes em mídia própria, espontânea e também paga, só que de forma estratégica, mais assertiva, fornecendo respostas com rapidez e tornando a empresa encontrável através das técnicas do inbound marketing.

Saiba mais sobre inbound marketing clicando aqui: Inbound Marketing – você quer vender ou ser comprado?

 

O despertar do blog

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019Um dos pilares do inbound marketing é o blog da marca, que é a plataforma ideal para a disponibilização de conteúdo relevante para o seu público final. O novo modelo de  assessoria de imprensa, além de criar e ser a responsável pela qualidade, pertinência e constância destas publicações, também pode ser uma poderosa aliada para ampliar seus resultados através da divulgação em grandes veículos de comunicação que potencializam seu alcance e agregam ainda mais credibilidade.

Mais sobre o tema aqui: O retorno dos blogs e sua importância na estratégia de inbound marketing das marcas

Desta forma, além de consolidar a reputação da marca, a assessoria de imprensa se integra à estratégia de captação de clientes online, contribuindo para o resultado final de vendas.

Para saber mais sobre a relação inbound marketing x vendas, acesse: Inbound Marketing para ampliar as vendas e vencer a crise

 

O sucesso desta estratégia está ligado a alguns conceitos básicos:

  • Entendimento da mecânica da venda: Os conteúdos devem estar alinhados com a forma como os clientes localizam sua empresa, produto ou serviço e quais as palavras mais utilizadas nesta busca.
  • Segmentação do público: Cada conteúdo deve ter como foco uma persona, que pode ser definida por comportamento, hierarquia, gênero, idade, etc, de acordo com as características da marca. A probabilidade de um prospect viar um lead aumenta consideravelmente se o conteúdo falar diretamente aos seus interesses.
  • Relevância para o consumidor e não para a marca: Se no mundo físico você quer respostas diretas para a solução do seu problema e não um discurso autoelogioso de quem você está pedindo ajuda, no universo online não é diferente. Por isso os conteúdos devem informar sobre os produtos ou serviços e de que forma eles podem ajudar quem está pesquisando.
  • Geração de tráfego e links de SEO: O Conteúdo deve vir acompanhado de uma oferta (ebook, catálogo, etc) que pode ser trocado por dados do lead no site da empresa e que fará com que ele avance no processo de venda. Além da construção do relacionamento, estes links beneficiarão o site frente aos mecanismos de busca.
  • Mensuração e aprimoramento: A internet é beta,sempre se adaptando e evoluindo. Por isso o conteúdo e as estratégias devem ser constantemente avaliados através do  KPI (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Performance) mais indicado para cada ação a ser monitorada. E, a partir destas avaliações fazer os ajustes e adequações para obter resultados cada vez melhores.

Para saber mais sobre KPIs, acesse: KPIs: como medir seus resultados em marketing digital.

 

Admirável mundo novo

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019A imensa quantidade de conteúdo disponível e a facilidade de acessá-lo instantaneamente em qualquer horário e local, faz com que as pessoas passem mais tempo conectadas.

Um cenário em que  a presença digital da marca ganha cada vez mais relevância, independente da sua vontade.

Ou seja, a marca já está lá. A questão é de que forma a sua reputação será conduzida e por quem.

 

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

 

 

 

Para melhorar as vendas seu marketing digital precisa integrar mídia própria, paga e espontânea.

O marketing digital, quando bem implementado, tanto no B2C quanto no B2B, além de impactar positivamente os simpatizantes da marca com conteúdos do seu universo de valores, alimentando-os principalmente de informações atualizadas sobre lançamentos, qualidades e diferenciais frente a concorrência, auxilia-os na identificação dos seus produtos quando a compra é oportuna, direcionando-os ao canal de vendas da sua escolha. Afinal, engajamento em mídias sociais não mede o resultado do seu marketing digital. É preciso fazer muito mais e, além de atrair, converter em lead, relacionar, acompanhar e guiar curtidores e seguidores de sua marca pela jornada de compra para obter resultados melhores de vendas.

No B2C estes canais podem ser links de lojas próprias ou parceiras da marca na internet, como também a loja física ou franquia mais próxima do consumidor. No B2B direciona-se o potencial comprador ao representante local, distribuidor ou o canal na internet de venda direta da empresa.

Para gerir bem este processo chamado de funil de vendas, é preciso implementar a metodologia de Inbound Marketing e produzir conteúdos estratégicos direcionados a todas as etapas em que os potenciais clientes passam por este funil até a venda, nutrindo-os de informações importantes para o amadurecimento da compra. Integrar o mix de mídia de forma alinhada portanto, torna-se fundamental para alcançar resultados melhores nesta empreitada. Tudo exige o conteúdo certo, no lugar certo e na hora certa.

Qual o mix de mídia ideal?

O mix de mídia ideal vai depender das variáveis de cada negócio, perfil de produto, do consumidor, do comportamento habitual de compra, etc. O certo é que ele deverá contemplar três tipos de mídia: Própria, Paga e Espontânea.

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

 

MÍDIA PRÓPRIA 

A mídia própria é aquela produzida pela própria empresa para disseminar seus conteúdos. No ambiente digital ela é composta pelo site da marca, blog ou canal de vídeo na web, além das mídias sociais, catálogos eletrônicos de produtos, e-books, e-magazines, newsletters, e-mail marketing, entre outras.

Nesta mídia o conteúdo editorial é determinado pela empresa e seu departamento de marketing, portanto de total liberdade para a publicação do que quiser sobre a marca e seus produtos e da maneira como achar melhor. No entanto recomenda-se que os conteúdos sejam extremamente focados no business e seus valores, obedecendo a técnicas de SEO para evoluir e ampliar o tráfego orgânico da marca e seus produtos em temas e palavras-chave ligados a eles, para que os interessados possam achá-los quando derem uma busca no Google.

Esta é a mídia mais econômica para se comunicar com os potenciais consumidores e compradores da marca, porém sozinha não oferece resultados imediatos. Eles demoram muito a chegar e por isso preciso uma mídia complementar para impulsionar os resultados.

MÍDIA PAGA

A mídia paga, como o próprio nome já diz, é aquela que compramos a publicidade, como no caso dos anúncios em sites, portais, blogs de terceiros, links patrocinados, facebook Ads, Twitter Ads, banners etc.

Neste tipo de mídia, o comprador anunciante também controla o conteúdo e a mensagem que será transmitida e ainda consegue segmentar o seu alcance, podendo filtrar posição geográfica, social, econômica e até comportamental, fazendo com que a mensagem chegue apenas ao seu público-alvo. Diferente da mídia própria, a paga chega mais rápido nos prospects, no entanto com ela seu Custo de Aquisição de Cliente (CAC) deverá subir. A integração do mix de mídia visa equilibrar este custo, ampliar o alcance e otimizar o orçamento, provocando resultados melhores.

MÍDIA ESPONTÂNEA OU GANHA

A mídia espontânea ou ganha é aquela que sua marca conquista através da sua boa reputação, verificada quando algum veiculo de mídia noticioso ou blog publica algo espontaneamente sobre ela e seus produtos de forma positiva, apresentando como novidade ou indicando o uso.

As formas de conquistar estes espaços são através de conteúdos relevantes, seja de forma orgânica, o que vai exigir sorte, ou um bom trabalho de assessoria de imprensa e relações públicas.

Os resultados podem ser aferidos por editoriais de imprensa institucionais ou de produtos, reportagens, matérias, posts em blogs especializados, SEO, inbound links, tudo de forma espontânea, sem sua marca ter que pagar pelas publicações. E como tal, está subordinada a aprovação de um editor, jornalista, blogueiro, ou até mesmo um cliente. E é esta característica que torna esta mídia de maior credibilidade, no entanto ela não depende apenas da marca.

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Como medir o resultado do seu marketing digital por custo de aquisição de clientes.

Você sabe calcular quanto gasta para adquirir cada cliente?

O custo de aquisição de cliente (CAC) é o investimento médio, calculado tempo, esforços e valores diretos, para conquistar um cliente. Se o seu marketing digital não é orientado para vendas, sejam elas online ou offline, B2B ou B2C e não faz esse cálculo, não é possível saber sua eficiência do ponto de vista financeiro no impacto das suas vendas, como tão pouco tomar decisões estratégicas para otimização de investimentos.

Muito mais importante do que o impacto alcançado nas ações pelo engajamento do número de seguidores, curtidas, comentários e compartilhamentos no site e mídias sociais da sua marca, são o custo com elas e o quanto são capazes de adquirir clientes reais para sua empresa. Se o seu marketing não faz esta conta, não é possível saber sua influência direta na conquista de clientes e se inclusive sua operação de marketing é saudável.

Mas como calcular o CAC?

Primeiro faça o cálculo de forma ampla e considere como investimento todos os gastos nas áreas de vendas e marketing da sua empresa, que são os departamentos diretamente envolvidos na aquisição de clientes e desconsidere todas as outras áreas. Depois use a mesma lógica para avaliar o marketing digital. Assim é possível ter um comparativo de todo o negócio, parcela de contribuição e desempenho de uma área e de outra com relação aos custos que cada uma tem para adquirir um cliente.

  • No marketing inclua todos os custos com o departamento: salários, ações, ferramentas, fee de fornecedores, feiras, eventos, mídia, e tudo o que for usado para expor o seu produto, gerar Leads e oportunidades para o time de vendas;
  • No setor de vendas inclua: salários, comissões, ferramentas, gastos com telefone, viagens e toda a infraestrutura usada pelos vendedores para realizar a conversão de novos clientes;
  • Novos clientes: faça o levantamento do número de novos clientes conquistados no mesmo período. No marketing digital levante somente aqueles que vieram através das ações na internet. Vale mencionar também que caso você tenha clientes que foram conquistados em outros canais não considerados no investimento, estes também não devem ser considerados na conta de novos clientes.

Então, feito este levantamento a fórmula se aplica a todo o negócio e também ao marketing digital. Englobe todos os custos e clientes e depois segmente-os por áreas: Vendas, Marketing e Marketing Digital.

Então, considerando as áreas de vendas, marketing, marketing digital e os novos clientes no período de um mês, temos a seguinte equação:

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

 

Pensando em marketing digital, por exemplo, se em um mês todos os seus gastos com ações somam R$ 10 mil e foram conquistados 40 clientes, seu CAC é de R$ 250,00. Este cálculo deve ser realizado sempre mês a mês, considerando os investimentos e novos clientes adquiridos através do canal aferido no período.

Calculado mês a mês, é importante no CAC considerar variações bruscas que podem ocorrer por variáveis não consideradas, como a contratação de novos vendedores, por exemplo. Neste caso o CAC aumenta, já que é bem provável que eles não tragam clientes logo no primeiro mês de trabalho. Mas com o tempo este valor volta a se estabilizar.

Feito o cálculo, o Custo de Aquisição de Clientes precisa ser menor que o valor médio do seu produto ou serviço para que o seu negócio seja considerado saudável. Isso em negócios tradicionais de vendas pontuais.

Exemplo: Se você gasta em média R$ 250,00 (como sugerimos acima) para conquistar um novo cliente. Se esse é o seu CAC, e o seu produto custa R$ 150,00, você terá um prejuízo de R$ 100,00 para cada cliente que você conquistar.

Para negócios de pagamentos recorrentes como assinaturas, o raciocínio já muda um pouco. Nestes casos, o CAC precisa ser menor que o LTV (Lifetime Value) que é mais ou menos a média de quanto cada cliente vai gastar durante toda a vida dele com você.

Exemplo: Você tem um CAC de R$ 250,00 e o cliente te paga mensalmente R$ 50,00. Mas sabendo que seus clientes ficam em média 18 meses com sua empresa, o LTV dele será de R$ 900,00. Portanto, dessa forma é possível ver que o negócio é saudável financeiramente.

Agora se o CAC estiver maior que o LTV ou Ticket Médio, é necessário agir, seja no corte de gastos, ampliar resultado, ações de retenção e fidelização no caso de negócios recorrentes, enfim decisões que reduzam o CAC.

É diante do CAC que é possível analisar quais investimentos não estão dando um bom retorno. No marketing digital, com a análise do impacto das ações é bem fácil enxergar isso e mudar de rota, tentando algo que seja mais eficiente para trazer mais clientes. Ele também auxilia nas ações offline, pois são indicadores de pesquisa no seu público-alvo. Não deixe de usar este indicativo para avaliar a eficiência do seu marketing como um todo, como também o seu marketing digital.

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KPIs: como medir seus resultados em marketing digital.

“O que pode ser medido pode ser melhorado” – Peter Drucker.

 

Uma das características do Marketing Digital é que ele é totalmente mensurável e todas as ações online podem ser medidas, atestadas e calculadas de acordo com o retorno obtido por cada iniciativa.

Diante de tantos dados disponíveis é de fundamental importância definir o KPI (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Performance) mais indicado para cada ação a ser monitorada. Com os KPIs corretos é possível avaliar os resultados de todas as etapas de uma estratégia de marketing digital em um período e frequência determinados.

A premissa básica é que os KPIS sejam relevantes para o objetivo  da empresa, já que indicadores errados provavelmente mostrarão performances erradas, comprometendo a avaliação da estratégia.

 

Características de um bom KPI:

  • Ter relação direta com o objetivo proposto

Os indicadores escolhidos devem mostrar claramente se as ações estão obtendo resultado. O número de curtidas em uma página não é tão relevante para o objetivo de aumento de vendas, por exemplo.

  • Ser de fácil compreensão e mensuração

Todos os envolvidos devem compreender de forma inequívoca os dados que os indicadores estão mostrando, sem margens para interpretações ambíguas.

  • Ser útil de forma contínua

Um bom KPI deve contribuir para a melhora continua da empresa, fornecendo informações que permitam o ajuste dos processos na busca dos seus objetivos.

 

KPIs x objetivos:

A utilização de indicadores totalmente desvinculados dos objetivos da empresa, além de comprometer a avaliação da estratégia de marketing digital, pode gerar frustração e questionamentos sobre a sua efetividade. Abaixo relacionamos alguns exemplos de KPIs relacionados com alguns objetivos possíveis de marketing digital:

  • Fidelização/Engajamento

Número de curtidas, compartilhamentos e comentários dos posts nas redes sociais, quantidade de páginas visitadas no site e taxa de rejeição destas páginas são KPIs válidas para este objetivo que está relacionado às interações do público com a empresa.

  • Reconhecimento de autoridade

Curtidas no Facebook, seguidores no Twitter e visitas no site ou no blog são indicadores que comprovam a presença da marca na mente das pessoas.

  • Conversões

Se o objetivo da empresa é gerar mais conversões e reduzir o custo por venda, podem ser utilizados os seguintes KPIs: número de leads gerados, tempo para a efetivação de uma venda, número total de vendas e custo de aquisição de clientes (CAC).

  • Presença / Cobertura

Neste caso, basicamente o que precisa ser respondido é a quantidade de pessoas que estão sendo alcançadas com nossos posts em redes sociais, artigos de um blog, views de  imagens no Instagram, vídeos no YouTube ou Vimeo, etc.

  • Captação

O monitoramento da captação nas redes sociais exigirá tags com valores reconhecidos pela ferramenta de análise web em todas as mensagens e campanhas. Desta forma é possível medir seus efeitos sobre o tráfego e suas conversões.

Também é possível incluir um valor de referência financeira para a visualização de uma estimativa de ROI, tendo como base o custo médio por visita gerado por campanhas como o Google Adwords ou anúncios no Facebook por exemplo.

  • Retenção de clientes

A manutenção da proximidade do consumidor buscando garantir o sucesso e ampliar as chances de novas compras podem ser medidas através de indicadores como: Tickets de suporte e  Estimativa do Lifetime Value (valor gasto pelo cliente com a empresa no decorrer do ciclo de vida e de compra).

  • Geração de novos leads

A obtenção de dados através de troca por conteúdo relevante na forma de e-books, infográficos, etc pode ser monitorada com o levantamento do número de leads gerados e o custo por lead.

  • Aumento de vendas

Indicado para quem trabalha com e-commerce, as KPIs que indicam o sucesso da estratégia para aumento de vendas podem ser: número de vendas, custo por venda (no caso de links patrocinados, por exemplo) e taxa de conversão.

 

O inbound marketing  permite o rastreamento de um grande volume de dados que podem gerar relatórios volumosos a cada mês. Por isso é de grande importância saber o que rastrear, como refinar os relatórios analíticos e identificar os KPIs que são efetivamente relevantes. E, o mais importante, que comprovem o ROI e não somente a popularidade.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Como obter mais conversão em vendas com palavras-chave de cauda longa.

Quer vender mais? Que tal ser encontrado no Google por quem deseja consumir?

 

Quando elaboramos a estratégia de marketing de conteúdo com foco em vendas, a primeira ideia que temos que ter em mente é que precisamos ser facilmente encontrados por quem está interessado em consumir o que pretendemos vender.

A elaboração de conteúdo visando rankeamento no Google com base somente nas palavras Head Tail é um equívoco, já que as palavras genéricas ou populares sofrem grande concorrência, além de atrair muitas pessoas que não estão interessadas no seu produto ou serviço. Outra questão importante é que o robô do Google identifica se o site tem palavras-chave do mesmo campo semântico entre as outras palavras relacionadas.

Daí a importância da utilização de palavras-chave de cauda longa, já que, além de possuir menor procura, reforçando a busca e atraindo público qualificado e de nicho com maior chance de conversão, elas possibilitam melhor rankeamento.

cauda longa

 

Vantagens da utilização de palavras-chave de cauda longa:

 

Melhora na competição pela busca

Palavras muito populares na busca sofrem uma competição muito maior. O termo “restaurante” compete com milhares de estabelecimentos que o utilizam. Em contrapartida, “cozinha tailandesa” melhoraria significativamente o seu posicionamento.

Maior chance de conversão

A busca por uma palavra-chave principal indica menor decisão de compra por parte de um potencial cliente (exemplo: tênis) do que alguém que utilize palavras-chave de cauda longa na sua pesquisa. (exemplo: tênis para running em Porto Alegre). Quanto mais específica a pesquisa, maior a possibilidade de que o pesquisador esteja inclinado a efetuar a compra, indicando que as chances de conversão são maiores.

Aumento da reputação do site

O incremento da reputação do site através das palavras-chave de cauda longa acontece porque, através delas, aumentam as chances dele se tornar reconhecido como especialista pelo Google, resultando em um melhor posicionamento no resultado de busca.

 

BOC

 

Saiba com quem você está falando

De acordo com o escopo do seu site, pesquise sobre a sua persona e descubra as expressões que ela mais utiliza nas suas buscas. Assim você terá mais assertividade na hora de escolher palavras-chave que realmente atraiam quem você deseja atingir.

Genérico só medicamento

Palavras-chave genéricas atraem muitos pesquisadores que não lhe interessam. Por exemplo: se você tem uma pet shop, é melhor utilizar “gato siamês para adoção” do que simplesmente a palavra “gato”, que pode atrair quem esteja buscando um garoto bonito famoso.

O valor dos sinônimos

Formas diferentes de dizer as mesmas coisas ampliam as possibilidades de se tornar um resultado de pesquisa no Google já que atinge pessoas que se expressam de forma diversa.

Keyword na medida certa

Pesquisas realizadas pelo site Search Engine Watch, demonstram que palavras que possuam entre 11 e 20 caracteres obtem melhores resultados.

 

Em resumo, a tentativa de focar no interesse da maioria das pessoas é uma dispersão de esforços com alto custo e com resultados limitados. A criteriosa elaboração de palavras-chave de cauda longa possibilita atingir um grande número de possíveis consumidores com interesse específico no que você está comercializando.

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Marketing de conteúdo é extrair a essência das marcas

Quando nosso grande parceiro e fornecedor de fotografia Tamires Kopp nos apresentou o projeto Arrieros – Un Documental, ficamos encantados com a densidade do conteúdo, sua riqueza histórica e não pudemos deixar de associá-lo a um grande cliente nosso de logística, a MultiArmazens.

Arriero, na linguagem do homem do campo argentino significa “condutor de animais”, e foi no lombo destes animais, especificamente mulas que, ainda durante o período colonial, construíram-se as rotas andinas de comércio e transporte entre Argentina e Chile. E o mais impressionante neste contexto, é que essa história segue viva nos dias de hoje, com o transporte através de mulas ainda intenso no Parque Provincial Aconcágua, feito por arrieros descendentes, mantendo a tradição da profissão de logística mais antiga que se tem registro na América do Sul. Um ícone histórico da cultura dos pampas, que já foi até tema de Walt Disney em um de seus longa-metragens.Arreio Un Documental

A idéia de um documentário sobre esta profissão logística casou perfeitamente com o momento de vanguarda da Multi Armazens, investindo em ações ousadas de branding e marketing de conteúdo no intuito de valorizar os avanços tecnológicos e diferencias conquistados pela marca em seu segmento no país, tão tradicional e conservador em comunicação e marketing. Entre as novidades da Multi Armazéns, a instalação de um escritório em Buenos Aires e novas rotas para aquele país, Uruguai e Chile.

Conectamos então a Multi Armazéns a esse documentário fantástico captando a essência da marca em um conteúdo valoroso, de altíssima qualidade, premium, ligado ao seu negócio, sua importância e impacto cultural. A Multi apoiou o projeto curiosamente na parte da logística, para o grupo TerraMar, produtor do documentário, ir até a Argentina captar as imagens. A qualidade deste belíssimo trabalho vocês podem acompanhar no trailer de lançamento abaixo.

Para a Business Press, Marketing de Conteúdo é extrair a essência das marcas, conectando pontos de interesse, e isso, modéstia parte, nós fazemos bem.

Business Press é uma agência de marketing digital, que desenvolve estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

Design thinking cria valor e impulsiona o crescimento.

Design Thinking é uma metodologia comumente utilizada por designers para abordar problemas complexos, através de um trabalho colaborativo que visualiza ângulos e perspectivas diversas para criar soluções inovadoras.

Um projeto que usa Design Thinking prefere o simples ao complexo, dá à estética o mesmo peso da funcionalidade, cria soluções elegantes e é focado na experiência do usuário. Além disso, o Design Thinking é essencialmente orientado para ação, onde o foco do pensamento não é o problema e sim a solução.

Em geral, a sua implementação obedece à seguinte sequência de etapas:

  • Coleta de dados;
  • Exploração das necessidades atuais;
  • Sintetização do aprendizado em insights e padrões;
  • Geração de protótipos para testar essas ideias no mercado;
  • Implementação.

E o Design Thinking pode ser aplicado não só na criação de produtos melhores, mas também na inovação dos modelos de negócios e dos processos de trabalho, permitindo uma maior conquista de valor, já que com essa metodologia é possível criar um procedimento estrutural para aprimorar o processo de inovação e preparar uma plataforma sólida e criativa para o lançamento de grandes ideias.

O Design thinking é uma ferramenta que cria valor e impulsiona o crescimento,  já que a sua implementação se traduz em aplicações reais no mercado.

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que criam desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de Conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.