Conteúdo de Marca

Porque integrar Inbound Marketing + Assessoria de Imprensa + Marketing de Conteúdo ajuda a vender mais e melhor.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, uma das primeiras empresas a realizar vendas pela internet e hoje uma das maiores no mundo no segmento, afirmou determinada vez em uma de suas palestras que prestígio é aquilo que dizem da sua empresa quando você não está por perto. Ainda segundo ele, admiração, confiança, tradição e ética compõem um pacote sensorial de percepção de marca que escapa ao controle das empresas. É a reputação corporativa, aquela que da segurança ao consumidor nas suas escolhas quando vai comprar um produto ou serviço.

Ao unir o método do Inbound Marketing aos serviços de Assessoria de Imprensa e Marketing de Conteúdo é possível que esta percepção de valores não escape tanto assim ao controle das empresas. Consegue-se ainda mensurar o impacto efetivo destes serviços nas vendas, sabendo utilizá-los para vender mais e melhor, construindo resultados financeiros com reputação de marca.

Não estamos falando aqui somente de e-commerce, mas também e principalmente de vendas diretas, sejam elas para compradores profissionais, como lojistas e distribuidores (B2B), ou ao consumidor final (B2C).

E como isso acontece?
Bem, primeiro é preciso um planejamento de marketing digital onde esteja previsto a integração dos serviços de assessoria de imprensa com marketing de conteúdo dentro do método Inbound Marketing.

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019

O que é Inbound Marketing?

É uma metodologia de marketing digital que prioriza a conversão em vendas atraindo potenciais clientes compradores da marca, produtos ou serviços através de conteúdos relevantes, que lhe sejam úteis na sua decisão de compra. Hoje tanto o consumidor final quanto o comprador profissional, pesquisam na internet antes de decidir como, onde e de que marca irão comprar. E estas pesquisas atualmente na sua maior parte são realizadas através de smartphones.

De acordo com um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’, nove em cada dez consumidores brasileiros com acesso à internet assumem o hábito de fazer pesquisas online antes de realizar compras em lojas físicas. Já é possível verificar também que 60% do processo de compra já está feito quando o consumidor entra em contato com o vendedor.

Então, já que o consumidor e o comprador estão pesquisando é preciso mais do que nunca produzir e gerar conteúdo para que ele encontre suas respostas na internet, seja através da mídia da sua marca, de recomendações de veículos especializados ou matérias sobre ela, até da opinião de outros consumidores que já viveram a experiência de compra com a sua empresa.

Neste contexto é fundamental ter um site com blog full responsive  – aquele que possa abrir em qualquer tamanho de dispositivo móvel sem comprometer a navegabilidade de leitura e compreensão dos conteúdos textuais, de audio e vídeo, como também ter a estrutura destes conteúdos estrategicamente montada para o monitoramento comportamental da audiência de cada um deles, seja por mídia própria, paga ou espontânea. Para isso é preciso um software de Inbound Marketing. Aqui na Business Press nós usamos o RD Station, mas existem outros.

Os objetivos do método com esta organização de conteúdos monitorados por este software são: Atrair visitantes e seguidores, Converter em Leads os potenciais compradores (Lead é quando um seguidor visitante deixa seus dados para que a empresa possa entrar em contato com ele, enviar conteúdos via e-mail, ou até fechar uma venda), Relacionar com esses leads para o seu amadurecimento gerar oportunidades de vendas e por fim Vender.

O papel da Assessoria de Imprensa:

Neste Processo os serviços de Assessoria de Imprensa e Marketing de Conteúdo são imprescindíveis para a eficiência do Inbound Marketing porque além do conteúdo precisar ser isento e verdadeiro para gerar credibilidade é preciso cuidar da reputação da marca esclarecendo eventuais ocorrências do ponto de vista negativo e divulgando outras do ponto de vista positivo.

Uma assessoria de imprensa que entende a o papel atual dos seus serviços no universo digital, atua como uma curadora de conteúdos.

Ela é quem faz a gestão do marketing de conteúdo e planeja a comunicação nos canais adequados e com a linguagem apropriada para todos os públicos dentro do processos da jornada de compra:

AtrairConverterRelacionar e  Vender.

Após estas etapas a comunicação atua também para Fidelização.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo tem como foco principal o engajamento do público-alvo através da criação, produção e geração de conteúdos relevantes e valiosos para ele. Então é muito importante que a marca construa um ambiente de reputação digital através destes conteúdos e também no atendimento às demandas que os conteúdos não conseguirem suprir, como através do SAC 2.0, esclarecendo todas as dúvidas e auxiliando-o no amadurecimento da compra até o momento da efetivação dela no canal mais conveniente para ele. Abaixo um outro gráfico de funil de vendas no método do Inbound Marketing.

 

A Business Press é uma agência de Inbound Marketing com expertise em assessoria de imprensa nacional e marketing de conteúdo para grandes marcas. Nós produzimos conteúdos de qualidade, estratégicos, com técnicas de SEO e voltados para a atração de seguidores, conversão em leads, geração de oportunidades e ampliação nas vendas.

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Como obter resultados mais efetivos com storytelling.

Uma boa narrativa é só o começo da história.

Esta é uma cena cada vez mais comum: antes mesmo de sairmos da cama, pegamos nossos smartphones e já começamos a sofrer um bombardeio diário de informações recheadas de ofertas de produtos e serviços.

A questão é que a maioria das pessoas cria mecanismos de defesa que reduzem a eficiência das abordagens tradicionais. Daí se percebe a importância do storytelling, já que uma boa história desde sempre é um dos melhores recursos para ganhar a atenção de alguém.

Mas para que o storytelling traga resultados mais efetivos, esta história precisa:

  • Ser uma narrativa única que crie uma relação de proximidade com o cliente;
  • Revelar a grande vantagem que a empresa, produto ou serviço traz para a sua vida;
  • Partir de fatos da própria empresa, que deverão ser reorganizados dentro do contexto de uma trama de forma a se obter uma história;
  • Possuir significados emocionais que devem ser inseridos no contexto da trama.

E, mesmo sendo possível utilizar blogs, filmes, canais sociais e multimedia para contar uma história, ela deve ser adaptada para cada meio, já que cada um deles provoca reações diferentes no público. Daí surge o conceito Transmidia Storytelling que é o ato de contar histórias complementares em diferentes mídias, porém com narrativas distintas.  O segredo é ter consciência de qual história deve ser contada em qual meio.

Além disso, o storytelling é uma metodologia que envolve uma série de técnicas para a construção do universo ficcional, a evolução da narrativa, o desenvolvimento dos personagens e os “ganchos” que prendem a atenção do público. E a atenção é o bem mais valioso da audiência.

O Storytelling é uma técnica que pode ser aplicada na estratégia de marketing de conteúdo. Um bom conteúdo, verdadeiro, útil e bem contado, torna-se referência e é fundamental para a obtenção de resultados mais efetivos em assessoria de imprensa e o marketing digital.

A Business Press, além de contar histórias fantásticas alinhadas com a essência das marcas, é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo. Entre em contato conosco, faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

 

 

 

Gatilho: o poder de acionar a lembrança da marca.

É melhor ficar em evidência por mais tempo do que gerar um buzz que se esgote rapidamente.

Mesmo sem perceber, em nossos contatos com amigos, colegas e parentes comentamos sobre marcas e produtos dizendo coisas positivas ou negativas sobre eles. Falamos do bistrô descolado que descobrimos, do nosso novo celular ou daquela promoção imperdível de uma forma tão natural que nem nos damos conta.

E todos concordam que falaremos mais de uma novidade ou de uma coisa impactante do que de algo que seja trivial e sem graça. Afinal, uma viagem à Disney é bem mais interessantes do que um pote de margarina, não é mesmo?

Mas por outro lado, apesar da Disney causar um impacto permanente em quem a visita e de ser uma boa moeda social que agrega valor à quem está falando, este é um assunto que  não vem à mente com muita frequência. Ou seja, no cotidiano da maioria das pessoas não existem muitos gatilhos mentais que às conectem à Disney.

Em compensação, produtos com gatilhos frequentes são mais lembrados. Mesmo um produto comum  como um carro rende porque cada vez que o dirigimos ou vemos um modelo similar no estacionamento do supermercado o gatilho é acionado. E esses gatilhos aumentam a chance de que falemos sobre ele ao longo do tempo.

Para a maioria dos produtos ou ideias, é mais importante ficar em evidência por mais tempo do que gerar um buzz que se esgote rapidamente. Se você for encontrar seus amigos com uma roupa extravagante será o assunto do momento, mas o tema provavelmente já terá se esgotado no dia seguinte. Porém, se você comunicar que resolveu começar a praticar exercícios, certamente os comentários sobre esse novo comportamento se prolongarão indefinidamente.

Em resumo, além de criar um conteúdo surpreendente, é fundamental que ele seja ativado pelo ambiente cotidiano do público-alvo com um gatilho forte, que provoque o comentário, a escolha e o uso. A Moeda Social faz as pessoas falarem, mas os gatilhos fazem com que elas continuem falando.

A Business Press coloca marcas em evidência utilizando ferramentas de assessoria de imprensa, plataformas de conteúdos digitais, estratégias de marketing de conteúdo, storytelling, social media e design thinking.

O valor da moeda social no compartilhamento de conteúdo.

As pessoas tem prazer em divulgar marcas que as deixam bem diante dos outros.

LIKE

É da natureza humana compartilhar experiências, opiniões, aquisições e conquistas, e isso se manifesta desde a infância, quando orgulhosamente mostramos nossos desenhos para os adultos. Até o surgimento das redes sociais estes compartilhamentos, em geral, estavam restritos ao grupo de pessoas com as quais nos relacionávamos diretamente.

Mas esta realidade mudou radicalmente e hoje para saber o que pensamos, do que gostamos, o que fazemos e até o que possuímos, basta acessar nossos perfis no Facebook, twitter, Linkedin e onde mais estivermos cadastrados.

E por que nos expomos tanto? Faz parte do desejo de obtermos aprovação e admiração junto às pessoas que fazem parte dos nossos relacionamentos e o compartilhamento acaba sendo a moeda com que pagamos esta aquisição: uma moeda social.

O fornecimento de valor para esta moeda social, leia-se conteúdo relevante, é uma grande oportunidade para as empresas ampliarem sua base de consumidores, que compartilharão estes conteúdos divulgando, mesmo que involuntariamente, a marca vinculada a eles.

Segundo Jonah Berger, autor do livro “Por que as coisas pegam “, as três formas de cunhar uma moeda social são:

Fazer as pessoas sentirem-se por dentro: O privilégio de ser o primeiro ou ter acesso a um produto ou serviço que não está disponível para todos constitui uma moeda social de grande valor. Afinal, quem não quer ser aquele cara descolado que sabe de tudo antes dos outros?

Encontrar uma notabilidade interna: O segredo aqui é pensar sobre o que torna um produto interessante, surpreendente ou original.  Ele pode fazer alguma coisa que ninguém pensou que fosse possível?  Uma fábrica de liquificadores conquistou compartilhamentos e vendas com vídeos em que seu produto triturava de bolinhas de gude a iphones.

Alavancar mecânica de jogo: Todos gostam de realizar coisas e ter evidências tangíveis do seu progresso. A mecânica de jogo ajuda a gerar moeda social, porque as pessoas gostam de exibir suas realizações, mas é ainda melhor se existe um símbolo tangível e visível que pode ser mostrado aos outros, como as insígnias especiais do Foursquare com base em  históricos de check-ins.

O conceito de moeda social está presente no DNA da Business Press que, desde o seu início como empresa de assessoria de imprensa, já que a conquista de espaços editoriais qualificados sempre esteve ligada ao valor do conteúdo percebido pelo jornalista. Um diferencial que agregamos às demais ferramentas de marketing, mas que adquire relevância ainda maior no inbound marketing.

Lego e a queda de barreiras entre o mundo digital e o real.

Canoas Shopping recebe o Lego City, evento gratuito voltado a crianças até 12 anos e que pode ser visitado  até 2 de agosto.

Lego City

Qual a importância de um brinquedo feito de blocos de plástico que se encaixam uns nos outros em uma era onde as crianças já nascem imersas em um universo digital repleto de apelos irresistíveis?

Talvez um dos fatores que expliquem a longevidade deste produto criado em meados da década de 50 seja paradoxalmente a sua similaridade com a dinâmica das atividades online. De forma diversa de brinquedos “analógicos” como carrinhos ou bonecas que possuem uma atratividade restrita à sua funcionalidade explícita, o Lego permite a criação de uma infinidade de formas e funções que podem ser ampliadas e recombinadas, mantendo o interesse na brincadeira.

Mas outro aspecto que torna o Lego interessante para uma nova geração de crianças, é justamente uma de suas características mais anacrônicas: o fato de não haver uma tela separando-as da brincadeira. Afinal, computadores, smartphones e tablets podem ser uma fonte inesgotável de diversão, mas não permitem os prazeres do toque e da manipulação de objetos tridimencionais que os tijolinhos coloridos oferecem.

Os blocos de Lego também desenvolvem o raciocínio espacial, tornam mais compreensíveis conceitos matemáticos como frações e divisão, além de aprimorar habilidades motoras finas.  Isso sem falar no planejamento e organização que a criança precisa ter para transformar suas ideias em realidade e no mais óbvio benefício que é a potencialização da criatividade, já que as possibilidades oferecidas pelos blocos intercambiáveis são infinitas.

Pude comprovar pessoalmente como a experiência Lego permanece relevante ao ver a grande quantidade de crianças participando do Lego City no Canoas Shopping , mesmo sendo esta uma geração totalmente online. E este é mais um indicativo de que o verdadeiro anacronismo é a barreira entre o mundo digital e o real.

Geração de leads: é mais fácil vender o seu peixe para quem está interessado nele.

De forma bem simplificada, pode-se dizer que lead é quem tem potencial de compra e interesse real em comprar seu produto ou serviço, mas que ainda não fechou negócio. Um perfil interessante, porém disperso em um grande número de pessoas que não estão interessadas ou não possuem capacidade financeira para adquirir o que você está oferecendo.

Na internet, para atingir a fatia que interessa do bolo é necessário desenvolver materiais e/ou conteúdos que possuam relevância para este público, gerando aumento de tráfego no site. O próximo passo é disponibilizar algum atrativo gratuito em troca do qual o usuário fornece informações pessoais de contato, tornando-se um lead qualificado.

Quem se cadastrar estará realmente interessado no que você está oferecendo e, portanto, mais propenso a fechar negócio.

É claro que para gerar leads qualificados é preciso que os atrativos correspondam ao interesse do público-alvo. A título de exemplo, uma marca de produtos infantis pode disponibilizar conteúdo exclusivo sobre a saúde e bem-estar das crianças (foco nos pais) ou um game para os pequenos. Já uma empresa de artigos esportivos poderia oferecer um app gratuito para monitoramento de performance.

 

Principais benefícios da geração de leads:

  • Tráfego qualificado para o site: por ser focada na fatia de público que interessa, a campanha de captação leads gerará aumento de visitantes com este perfil.
  • Mensuração de campanhas:  o significativo ganho de eficiência e precisão na avaliação de campanhas de marketing proporcionado por uma lista de leads qualificados possibilita respostas mais ágeis e efetivas aos resultados obtidos.
  • Taxa de conversão:  o aumento da taxa de conversão em vendas do site é mais um dos reflexos positivos da estratégia de geração de leads, já que ela é voltada para quem está mais apto a confirmar esta conversão.
  • Relacionamento:  os conteúdos desenvolvidos podem ser utilizados para o encaminhamento dos leads através do funil de vendas, com a apresentação de cases bem sucedidos, resolução de problemas, apresentação de sugestões de uso e  eliminação de barreiras. A contratação de um software de automação de marketing possibilita determinar com precisão quem são seus leads, de que forma chegaram até a marca, além de outras informações que permitirão priorizar os leads mais propensos a fechar negócio.
  • Mailing de clientes qualificados: o tráfego gerado pelos conteúdos relevantes e a estratégia de convencimento para o preenchimento do cadastro resulta em uma lista de clientes dentro do perfil desejado.

 

A Business Press atua na criação e manutenção de plataformas de conteúdos digitais (websites, portais, e-commerce, hotsites, blogs, e-books, webséries e podcasts), além de desenvolver estratégias de marketing de conteúdo, gestão e manutenção de redes sociais (ativação e promoção de conteúdos, publicidade online, SAC 2.0 e BI fulltime).

 

Branded Content – Brand Relations.

TODO MUNDO USA SUA MARCA? NÃO? ENTÃO ELA NÃO ESTÁ NA MODA.

Desde criança, o conceito daquilo que estava na moda para mim era o que todo o mundo estava usando. Claro que este “todo o mundo” é uma hipérbole, mas a expressão clara de uma sensação. Talvez a mesma aquela que impulsione as pessoas a comprarem determinado produto para não se sentirem muito diferente das outras, ou melhor dizendo, fora da moda.

Me parece que agora este sentido também está fora de moda. Apesar do comportamento manada de consumo ainda existir, as pessoas não gostem de ser taxadas de Maria Vai com as Outras. No entanto, moda, seja em massa ou seja em nicho, é moda.

Na convivência do ambiente fabril, ao longo dos anos, a moda parece ganhar um outro sentido, mais complexo, quase que literalmente a definição do dicionário, quando passaram a tratá-la como uma tendência de consumo, composta por diversos estilos que podem ter sido ou não influenciados sob vários aspectos. Ahn? Será mesmo?

Mas o que define de fato se sua marca é moda ou está na moda? Se ela está na moda, então usa o que todo o mundo está usando, mas se ela é moda, aí todo o mundo está usando sua marca, entendeu a diferença?

Esta dúvida remete a uma crise existencial. Qual a razão da existência da sua marca? Ela tem uma causa? Qual o propósito dela? Quais são os seus valores? Ela é moda ou está na moda? Quando uma fábrica concentra-se somente nos processos produtivos e comerciais de sua marca, ela está na moda, e provavelmente vai pautar seus lançamentos em algum produto lançado por uma marca que é moda. Será uma segunda, terceira ou quarta opção no mercado.

Agora quando a concentração é em processos para a construção de conteúdos e relacionamentos, provavelmente sua marca será moda. É o que chamam de Branded Content – o conteúdo gerado e produzido pela marca, não necessariamente sobre seus produtos e serviços, mas sobre seus valores e crenças. E Brand Relations – o relacionamento gerado pela afinidade, interação, troca e tempo deste conteúdo com o consumidor. Dois conceitos simples, complementares, já utilizados por grandes marcas, mas que fazem o diferencial na influência do comportamento de consumo para gerar moda.

A edição de 2012 do Festival de Publicidade de Cannes, incluiu a categoria Branded Content na sua premiação. Um reconhecimento ao método provadamente muito bem sucedido. Marcas como Apple, Nike e em especial a Red Bull utilizam-se mais desta tática do que a da publicidade para manter suas marcas na moda. No Rio Grande do Sul, a rede de supermercados Zaffari emociona os gaúchos com seus vídeos de final de ano.

A Red Bull, liderada pelo austríaco Dietrich Mateschitz, por exemplo, fundou em 2007 a Red Bull Media House, uma unidade de negócios independente que produz conteúdo para TV, cinema, imprensa escrita e internet. Ela também gera músicas e desenvolve aplicativos para smarthphones, tablets e videogames. Seus conteúdos não tem como objetivo divulgar e nem vender o produto da Red Bull, mas sim relacionar o consumidor com a marca e liga-lo aos seus valores. Os consumidores em contato com esse conteúdos são transportados para parte do mundo da Red Bull, um mundo em perfeito alinhamento com a essência de seu produto: um energético.

A internet foi parar nas coisas e as coisas tornaram-se mídia, intensificando os relacionamentos. O consumo de mídia mudou. A moda também mudou. E para que sua marca seja ouvida e notada neste ambiente tumultuado, ela precisa ter um posicionamento claro e singular. Precisa também ser relevante para as necessidades e os desejos racionais dos consumidores. Precisa produzir conteúdo, pois conteúdo hoje é moda.

Storytelling não é só sair contando histórias.

Os últimos desejos da Kombi – Como não se sensibilizar com o documentário narrado em primeira pessoa pela própria Kombi ao chegar no final de sua vida?

 

Há algum tempo Philip Kotler já sinaliza que as marcas transcendem o mercado de consumo, tornando-se fenômenos politicos, culturais e socioeconômicos e que o marketing está em um cenário em que o foco deve ser o campo das aspirações, dos valores e do espírito das pessoas.

Neste contexto, contar uma boa história é uma forma eficiente de atribuir significado a propostas de valor, construir identidades e gerar empatia com o público.

Esta história, se elaborada de acordo com a metodologia do storytelling que envolve uma série de técnicas para a construção do universo ficcional, a evolução da narrativa, o desenvolvimento dos personagens e os “ganchos” que prendem a atenção do público, cria um elo emocional com o consumidor que potencializa o engajamento e a valoração de elementos básicos de seu convencimento.

Mas é importante lembrar que todo este esforço só será bem sucedido se a história tiver um vínculo com os valores da marca e estiver alicerçada na verdade da empresa.

Um bom exemplo é a ação de despedida da Kombi, um veículo que saiu de linha por ser ultrapassado e inseguro, mas que graças à sua ligação emocional verdadeira com o público, construída em mais de 60 anos de mercado, permitiu a criação de uma narrativa cativante sem parecer piegas ou artificial.