Leandro Corrêa

Inside Sales: como vender para quem seu representante não vende.

A solução para reduzir o custo de aquisição de clientes e aumentar seu faturamento.

Você já pensou em Inside Sales?  Então responda qual o custo da sua empresa com a equipe de vendas? Você tem condições de calcular as perdas geradas por cancelamentos de reuniões, atrasos por causa do trânsito e desperdício de tempo em encontros que ocorrem apenas para esclarecimento de dúvidas por parte do cliente?

Além disso, será que seus representantes não estão adotando estratégias de enxugamento de custos como a demissão de prepostos e a concentração de visitas a clientes mais próximos e com maior garantia de resultado, deixando de atender lojas menores e mais distantes, mas com grande potencial de compra?

Este cenário de desperdício de tempo e dinheiro pode ser alterado através da implantação da técnica de inside sales.

 

Mas o que é inside sales?

Inside Sales é a técnica em que o controle das vendas está dentro da empresa, com redução de custos e aumento da produtividade, vendendo diretamente ou através de representantes utilizando gestão e automação de marketing integrado com vendas.

O método Inside Sales tem como base uma estratégia em que é gerado conteúdo relevante sobre os produtos e serviços, além da gestão do marketing digital e mídias sociais para captar leads, ou seja, clientes com potencial e interesse de compra, que não estão sendo abordados através dos métodos tradicionais.

Entre as vantagens do método, está a maior disponibilidade de informações para o cliente, mais apoio para a equipe de vendas e racionalização de investimentos, já que o Inside Sales evita os custos que envolvem o contato presencial já citados anteriormente.

 

Vendendo para quem o seu representante não vende

A concentração de grandes volumes de vendas em poucos clientes é uma realidade que difícilmente mudará, já que as equipes de vendas tendem a focar seus esforços em quem tira os maiores pedidos negligenciando lojas menores e mais distantes.

A ferramenta de inside sales permite atingir estes clientes potenciais, complementando a sua lista de compradores com uma grande quantidade de lojas pequenas que, somadas, podem representar um volume de faturamento que se equipara ao de grandes clientes, por escala.

 

Ponto de venda também cria imagem de marketing

Outra vantagem de colocar o seu produto em uma base maior de lojistas é que, junto com ele, a sua marca estará exposta em uma grande quantidade de lojas distribuídas por uma ampla área geográfica. É claro que a presença em pontos tradicionais com grande fluxo de consumidores e com capacidade de agregar valor ao produto sempre vai ser fundamental. Mas aqui estamos falando de expansão – de vendas e de exposição da marca – a baixo custo.

Afinal o Inside Sales proporciona uma redução do custo de aquisição de clientes (CAC), permitindo a ampliação da base de vendas e de exposição da marca no momento em que o consumidor está tomando a decisão de compra: no ponto de venda.

 

Modelos de venda não são excludentes

O método Inside Sales pode ser implementado de forma conjunta com o modelo tradicional de vendas, de acordo com o perfil do cliente e da etapa do processo de marketing. É possível que os primeiros contatos sejam efetuados através da ferramenta e a conclusão da negociação ser realizada de forma presencial.

 

Passos para a implementação do Inside Sales

Para que dê o resultado esperado, o processo de Inside Sales na sua empresa deve contemplar os seguintes passos na sua implementação:

  • Produção de um portal de conteúdos (Blog) no site da marca;
  • Implantação de ferramenta de CRM junto aos representantes;
  • Estudo da carteira de clientes;
  • Estruturação do primeiro funil de vendas conforme a carteira para aplicação das estratégias;
  • Criação e desenvolvimento de personas – perfil social/ econômico/ comportamental e psicológico dos compradores da marca;
  • Estruturação da plataforma de conteúdos B2B 100% responsiva já com “calls to action”e planejamento de landing pages para aplicação do inbound;
  • Planejamento de Conteúdo integrado com as mídias sociais da marca e estudo das palavras chave visando o B2B

 

De qualquer forma, a implementação do modelo deve acontecer paulatinamente de maneira que a equipe possa se adaptar aos novos processos. Além disso, a implementação precisa de testes de verificação das respostas dos clientes potenciais.

 

Conclusão

Hoje graças à tecnologia já é possível para a empresa deter o controle sobre as relações comerciais e institucionais com os seus compradores, além de atrair novos clientes que não são acessados pela equipe de vendas.

A implementação da ferramenta de Inside Sales proporciona a geração de leads qualificados, a redução de custos, a ampliação da área de atuação, aumento das vendas e a mensuração dos resultados.

Trata-se de um caminho sem volta, que trará benefícios concretos para quem estiver preparado para implementar esta mudança. Você está preparado?

 

A Business Press é uma Agência de marketing digital híbrida que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa, marketing de conteúdo e design thinking. Entre em contato conosco e faça uma avaliação gratuita da sua presença online e da sua estratégia de marketing digital.

Com inbound marketing sua assessoria de imprensa se torna mais efetiva.

O convencional já não basta
O método tradicional de assessoria de imprensa de produzir e enviar releases para a mídia convencional com o objetivo de obter divulgação espontânea e consolidar a reputação do cliente torna-se cada vez menos efetivo. As mudanças provocadas pela internet, principalmente no comportamento do consumo de mídia, exige mais.

Já faz algum tempo que a internet tirou o público da passividade. Ele agora dispõe de novas plataformas de consumo de informação e expõe suas opiniões sobre a marca nas redes sociais, blog ou site da empresa, muitas vezes sem nenhum filtro ou curadoria.

Neste contexto, a assessoria de imprensa é o melhor caminho para interagir com esse novo consumidor, disponibilizando conteúdos relevantes em mídia própria, espontânea e também paga, só que de forma estratégica, mais assertiva, fornecendo respostas com rapidez e tornando a empresa encontrável através das técnicas do inbound marketing.

Saiba mais sobre inbound marketing clicando aqui: Inbound Marketing – você quer vender ou ser comprado?

 

O despertar do blog

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019Um dos pilares do inbound marketing é o blog da marca, que é a plataforma ideal para a disponibilização de conteúdo relevante para o seu público final. O novo modelo de  assessoria de imprensa, além de criar e ser a responsável pela qualidade, pertinência e constância destas publicações, também pode ser uma poderosa aliada para ampliar seus resultados através da divulgação em grandes veículos de comunicação que potencializam seu alcance e agregam ainda mais credibilidade.

Mais sobre o tema aqui: O retorno dos blogs e sua importância na estratégia de inbound marketing das marcas

Desta forma, além de consolidar a reputação da marca, a assessoria de imprensa se integra à estratégia de captação de clientes online, contribuindo para o resultado final de vendas.

Para saber mais sobre a relação inbound marketing x vendas, acesse: Inbound Marketing para ampliar as vendas e vencer a crise

 

O sucesso desta estratégia está ligado a alguns conceitos básicos:

  • Entendimento da mecânica da venda: Os conteúdos devem estar alinhados com a forma como os clientes localizam sua empresa, produto ou serviço e quais as palavras mais utilizadas nesta busca.
  • Segmentação do público: Cada conteúdo deve ter como foco uma persona, que pode ser definida por comportamento, hierarquia, gênero, idade, etc, de acordo com as características da marca. A probabilidade de um prospect viar um lead aumenta consideravelmente se o conteúdo falar diretamente aos seus interesses.
  • Relevância para o consumidor e não para a marca: Se no mundo físico você quer respostas diretas para a solução do seu problema e não um discurso autoelogioso de quem você está pedindo ajuda, no universo online não é diferente. Por isso os conteúdos devem informar sobre os produtos ou serviços e de que forma eles podem ajudar quem está pesquisando.
  • Geração de tráfego e links de SEO: O Conteúdo deve vir acompanhado de uma oferta (ebook, catálogo, etc) que pode ser trocado por dados do lead no site da empresa e que fará com que ele avance no processo de venda. Além da construção do relacionamento, estes links beneficiarão o site frente aos mecanismos de busca.
  • Mensuração e aprimoramento: A internet é beta,sempre se adaptando e evoluindo. Por isso o conteúdo e as estratégias devem ser constantemente avaliados através do  KPI (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de Performance) mais indicado para cada ação a ser monitorada. E, a partir destas avaliações fazer os ajustes e adequações para obter resultados cada vez melhores.

Para saber mais sobre KPIs, acesse: KPIs: como medir seus resultados em marketing digital.

 

Admirável mundo novo

Solução apresentada por Startup brasileira no SXSW 2019A imensa quantidade de conteúdo disponível e a facilidade de acessá-lo instantaneamente em qualquer horário e local, faz com que as pessoas passem mais tempo conectadas.

Um cenário em que  a presença digital da marca ganha cada vez mais relevância, independente da sua vontade.

Ou seja, a marca já está lá. A questão é de que forma a sua reputação será conduzida e por quem.

 

Business Press é uma agência de marketing digital híbrida, que cria, desenvolve e executa estratégias de inbound marketing, assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

 

 

 

Como obter mais conversão em vendas com palavras-chave de cauda longa.

Quer vender mais? Que tal ser encontrado no Google por quem deseja consumir?

 

Quando elaboramos a estratégia de marketing de conteúdo com foco em vendas, a primeira ideia que temos que ter em mente é que precisamos ser facilmente encontrados por quem está interessado em consumir o que pretendemos vender.

A elaboração de conteúdo visando rankeamento no Google com base somente nas palavras Head Tail é um equívoco, já que as palavras genéricas ou populares sofrem grande concorrência, além de atrair muitas pessoas que não estão interessadas no seu produto ou serviço. Outra questão importante é que o robô do Google identifica se o site tem palavras-chave do mesmo campo semântico entre as outras palavras relacionadas.

Daí a importância da utilização de palavras-chave de cauda longa, já que, além de possuir menor procura, reforçando a busca e atraindo público qualificado e de nicho com maior chance de conversão, elas possibilitam melhor rankeamento.

cauda longa

 

Vantagens da utilização de palavras-chave de cauda longa:

 

Melhora na competição pela busca

Palavras muito populares na busca sofrem uma competição muito maior. O termo “restaurante” compete com milhares de estabelecimentos que o utilizam. Em contrapartida, “cozinha tailandesa” melhoraria significativamente o seu posicionamento.

Maior chance de conversão

A busca por uma palavra-chave principal indica menor decisão de compra por parte de um potencial cliente (exemplo: tênis) do que alguém que utilize palavras-chave de cauda longa na sua pesquisa. (exemplo: tênis para running em Porto Alegre). Quanto mais específica a pesquisa, maior a possibilidade de que o pesquisador esteja inclinado a efetuar a compra, indicando que as chances de conversão são maiores.

Aumento da reputação do site

O incremento da reputação do site através das palavras-chave de cauda longa acontece porque, através delas, aumentam as chances dele se tornar reconhecido como especialista pelo Google, resultando em um melhor posicionamento no resultado de busca.

 

BOC

 

Saiba com quem você está falando

De acordo com o escopo do seu site, pesquise sobre a sua persona e descubra as expressões que ela mais utiliza nas suas buscas. Assim você terá mais assertividade na hora de escolher palavras-chave que realmente atraiam quem você deseja atingir.

Genérico só medicamento

Palavras-chave genéricas atraem muitos pesquisadores que não lhe interessam. Por exemplo: se você tem uma pet shop, é melhor utilizar “gato siamês para adoção” do que simplesmente a palavra “gato”, que pode atrair quem esteja buscando um garoto bonito famoso.

O valor dos sinônimos

Formas diferentes de dizer as mesmas coisas ampliam as possibilidades de se tornar um resultado de pesquisa no Google já que atinge pessoas que se expressam de forma diversa.

Keyword na medida certa

Pesquisas realizadas pelo site Search Engine Watch, demonstram que palavras que possuam entre 11 e 20 caracteres obtem melhores resultados.

 

Em resumo, a tentativa de focar no interesse da maioria das pessoas é uma dispersão de esforços com alto custo e com resultados limitados. A criteriosa elaboração de palavras-chave de cauda longa possibilita atingir um grande número de possíveis consumidores com interesse específico no que você está comercializando.

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Design thinking cria valor e impulsiona o crescimento.

Design Thinking é uma metodologia comumente utilizada por designers para abordar problemas complexos, através de um trabalho colaborativo que visualiza ângulos e perspectivas diversas para criar soluções inovadoras.

Um projeto que usa Design Thinking prefere o simples ao complexo, dá à estética o mesmo peso da funcionalidade, cria soluções elegantes e é focado na experiência do usuário. Além disso, o Design Thinking é essencialmente orientado para ação, onde o foco do pensamento não é o problema e sim a solução.

Em geral, a sua implementação obedece à seguinte sequência de etapas:

  • Coleta de dados;
  • Exploração das necessidades atuais;
  • Sintetização do aprendizado em insights e padrões;
  • Geração de protótipos para testar essas ideias no mercado;
  • Implementação.

E o Design Thinking pode ser aplicado não só na criação de produtos melhores, mas também na inovação dos modelos de negócios e dos processos de trabalho, permitindo uma maior conquista de valor, já que com essa metodologia é possível criar um procedimento estrutural para aprimorar o processo de inovação e preparar uma plataforma sólida e criativa para o lançamento de grandes ideias.

O Design thinking é uma ferramenta que cria valor e impulsiona o crescimento,  já que a sua implementação se traduz em aplicações reais no mercado.

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Gestão de mídias sociais não é só postar textos interessantes.

A gestão das mídias sociais de uma marca tem na sua essência a conexão e a interatividade, e por isso, é muito mais do que veicular apenas suas mensagens. Assim como as relações pessoais do mundo físico, o contato nas mídias sociais deve ser humanizado, de mão dupla e estar agregado ao cotidiano dos usuários, entregar-lhe algo de útil, responder-lhe uma pergunta, sugerir-lhe uma solução.

Neste cenário, um conteúdo interessante que chame a atenção do consumidor é apenas o ponto de partida, já que o engajamento efetivo mesmo está em uma interatividade que vai além das curtidas, comentários e compartilhamentos na página. Está na certeza de que os visitantes estão sendo informados, instruídos e educados sobre o seu segmento de atuação. E no momento em que estiver apto ou pronto para comprar aquele produto , que identifique a sua marca como autoridade no assunto.

Esse é marketing de conteúdo, e sua sustentação passa pela continuidade do fluxo da comunicação, direcionando o consumidor a informar-se sempre no site da marca sobre o segmento em que ela atua, ambiente mais propício para convertê-lo de visitante em lead, em um consumidor em potencial para sua equipe de vendas.

Neste sentido, a gestão de mídias sociais não é só postar textos interessantes. Ela exige uma estratégia integrada com todas as plataformas de marketing digital da marca – Site – blog – Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, Youtube, mail marketing etc – e conteúdos montados de forma planejada para cada canal, com o objetivo de atrair visitantes, converter em leads e realizar vendas. E isso só é possível com um bom software de Inbound Marketing, que gere métricas e planilhas monitoráveis de cada ação, sejam elas orgânicas ou pagas.

Passos básicos para gestão de mídias sociais de resultados

  • Investir em publicidade (Google Adwords, Facebook Ads, etc) para alavancar sua visibilidade, ampliar o engajamento do seu público e impulsionar o crescimento orgânico;
  • Produzir conteúdo próprio, inédito ou exclusivo, sobre suas soluções e utilizando-se das palavras-chaves das suas campanhas de Adwords. As marcas mais bem posicionadas sem exceção adotam esta estratégia;
  • Encontrabilidade, sua marca deve estar em todas as redes sociais onde seu público está;
  • Canalizar o tráfego para o seu próprio site, é nele que o seu público deve ficar navegando.

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Assessoria de imprensa na estratégia de marketing digital.

Atualmente 50 milhões de brasileiros leem notícias na internet e, segundo o IVC (Instituto Verificador de Circulação), os jornais online cresceram mais de 50% no primeiro quadrimestre de 2015 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Estes números estão ligados à credibilidade das empresas jornalísticas e à sua capacidade de adaptação às novas plataformas de consumo de informação.  Uma nova realidade para quem trabalha com mídia espontânea que vai trazer muitos benefícios para quem souber aplicá-la na estratégia do marketing digital.

Principais benefícios dos jornais online para a geração de mídia espontânea:

  • Praticidade: antigamente a leitura do jornal acontecia em um momento específico do dia. Hoje, com a diversidade de plataformas, o leitor consome notícia a qualquer hora e em qualquer lugar que queira, aumentando significativamente o potencial de ser impactado pela sua mensagem;
  • Alcance: com o digital os jornais transcendem a limitação do custo da distribuição das suas edições impressas. Ou seja, o conteúdo que sua empresa divulga pode ser visualizado em qualquer lugar do mundo;
  • Interatividade: ao ser impactado por sua mensagem, o seu público-alvo pode se manifestar, fornecendo informações relevantes sobre si  mesmo e da sua percepção do conteúdo, além de compartilhá-lo com sua rede de relacionamentos;
  • Credibilidade: diante de tantos boatos, hoax e pegadinhas que fazem parte da internet, os jornais são um porto seguro de credibilidade. Um atributo fundamental para a sua mensagem.
  • Agilidade: diferentemente dos veículos impressos, o jornal online pode ter ser atualizado constantemente, o que, além de manter aceso o interesse do leitor, permite que o material enviado pela assessoria possa ser alterado ou substituído a qualquer momento.
  • Potencialização: a divulgação em um veículo de credibilidade e com uma ampla base de leitores, amplia as possibilidades estratégicas do marketing digital para potencializar o alcance do conteúdo.

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Gatilho: o poder de acionar a lembrança da marca.

É melhor ficar em evidência por mais tempo do que gerar um buzz que se esgote rapidamente.

Mesmo sem perceber, em nossos contatos com amigos, colegas e parentes comentamos sobre marcas e produtos dizendo coisas positivas ou negativas sobre eles. Falamos do bistrô descolado que descobrimos, do nosso novo celular ou daquela promoção imperdível de uma forma tão natural que nem nos damos conta.

E todos concordam que falaremos mais de uma novidade ou de uma coisa impactante do que de algo que seja trivial e sem graça. Afinal, uma viagem à Disney é bem mais interessantes do que um pote de margarina, não é mesmo?

Mas por outro lado, apesar da Disney causar um impacto permanente em quem a visita e de ser uma boa moeda social que agrega valor à quem está falando, este é um assunto que  não vem à mente com muita frequência. Ou seja, no cotidiano da maioria das pessoas não existem muitos gatilhos mentais que às conectem à Disney.

Em compensação, produtos com gatilhos frequentes são mais lembrados. Mesmo um produto comum  como um carro rende porque cada vez que o dirigimos ou vemos um modelo similar no estacionamento do supermercado o gatilho é acionado. E esses gatilhos aumentam a chance de que falemos sobre ele ao longo do tempo.

Para a maioria dos produtos ou ideias, é mais importante ficar em evidência por mais tempo do que gerar um buzz que se esgote rapidamente. Se você for encontrar seus amigos com uma roupa extravagante será o assunto do momento, mas o tema provavelmente já terá se esgotado no dia seguinte. Porém, se você comunicar que resolveu começar a praticar exercícios, certamente os comentários sobre esse novo comportamento se prolongarão indefinidamente.

Em resumo, além de criar um conteúdo surpreendente, é fundamental que ele seja ativado pelo ambiente cotidiano do público-alvo com um gatilho forte, que provoque o comentário, a escolha e o uso. A Moeda Social faz as pessoas falarem, mas os gatilhos fazem com que elas continuem falando.

A Business Press coloca marcas em evidência utilizando ferramentas de assessoria de imprensa, plataformas de conteúdos digitais, estratégias de marketing de conteúdo, storytelling, social media e design thinking.

O show tem que continuar.

“É o fim do mundo como conhecemos (e eu me sinto bem)” – R.E.M.

 

Durante todo o século XX o consumo de música esteva associado à mídia que a continha, fosse um disco de vinil, uma fita K7 ou um CD. Ou seja, a engrenagem financeira que sustentava artistas e gravadoras girava em torno de um produto físico tangível.

A partir do momento que a música se tornou um arquivo volátil e fácilmente compartilhavel, os artistas precisaram se reinventar. Eles então perceberam que o seu nome (ou o nome de sua banda) era uma marca que poderia ser associada a diversos produtos de consumo, transcendendo a mídia de suas canções.

Um dos pioneiros neste processo foi a banda Kiss que, além das tradicionais camisetas comercializadas nos shows, possui uma vasta coleção de objetos licenciados que vão desde cadernos escolares até miniaturas dos integrantes da banda.

Além disso, a mesma internet que decretou a queda nas vendas dos CDs proporcionou uma aproximação dos artistas com seu público, estimulando o consumo dos seus produtos e a venda de ingressos para os shows, sem falar na divulgação de outros tipos de conteúdo e a democratização da entrada de novos talentos no mercado, já que não são mais os executivos das grandes gravadoras que decidem o que fará sucesso ou não.

Esta é uma lição que vale para qualquer atividade: sempre que o cenário muda e um negócio é ameaçado de extinção, é sinal de que muitas outras oportunidades estão surgindo para quem souber identificá-las. Então o jeito é ficar de olhos e ouvidos atentos, porque o show vai continuar com ou sem você.

 

Geração de leads: é mais fácil vender o seu peixe para quem está interessado nele.

De forma bem simplificada, pode-se dizer que lead é quem tem potencial de compra e interesse real em comprar seu produto ou serviço, mas que ainda não fechou negócio. Um perfil interessante, porém disperso em um grande número de pessoas que não estão interessadas ou não possuem capacidade financeira para adquirir o que você está oferecendo.

Na internet, para atingir a fatia que interessa do bolo é necessário desenvolver materiais e/ou conteúdos que possuam relevância para este público, gerando aumento de tráfego no site. O próximo passo é disponibilizar algum atrativo gratuito em troca do qual o usuário fornece informações pessoais de contato, tornando-se um lead qualificado.

Quem se cadastrar estará realmente interessado no que você está oferecendo e, portanto, mais propenso a fechar negócio.

É claro que para gerar leads qualificados é preciso que os atrativos correspondam ao interesse do público-alvo. A título de exemplo, uma marca de produtos infantis pode disponibilizar conteúdo exclusivo sobre a saúde e bem-estar das crianças (foco nos pais) ou um game para os pequenos. Já uma empresa de artigos esportivos poderia oferecer um app gratuito para monitoramento de performance.

 

Principais benefícios da geração de leads:

  • Tráfego qualificado para o site: por ser focada na fatia de público que interessa, a campanha de captação leads gerará aumento de visitantes com este perfil.
  • Mensuração de campanhas:  o significativo ganho de eficiência e precisão na avaliação de campanhas de marketing proporcionado por uma lista de leads qualificados possibilita respostas mais ágeis e efetivas aos resultados obtidos.
  • Taxa de conversão:  o aumento da taxa de conversão em vendas do site é mais um dos reflexos positivos da estratégia de geração de leads, já que ela é voltada para quem está mais apto a confirmar esta conversão.
  • Relacionamento:  os conteúdos desenvolvidos podem ser utilizados para o encaminhamento dos leads através do funil de vendas, com a apresentação de cases bem sucedidos, resolução de problemas, apresentação de sugestões de uso e  eliminação de barreiras. A contratação de um software de automação de marketing possibilita determinar com precisão quem são seus leads, de que forma chegaram até a marca, além de outras informações que permitirão priorizar os leads mais propensos a fechar negócio.
  • Mailing de clientes qualificados: o tráfego gerado pelos conteúdos relevantes e a estratégia de convencimento para o preenchimento do cadastro resulta em uma lista de clientes dentro do perfil desejado.

 

A Business Press atua na criação e manutenção de plataformas de conteúdos digitais (websites, portais, e-commerce, hotsites, blogs, e-books, webséries e podcasts), além de desenvolver estratégias de marketing de conteúdo, gestão e manutenção de redes sociais (ativação e promoção de conteúdos, publicidade online, SAC 2.0 e BI fulltime).

 

Gestão de crises: a receita para evitar uma grande dor de cabeça.

Adulteração de medicamento da Johnson & Johnson, que ocasionou a morte de sete pessoas há mais de três décadas, tornou-se um case exemplar de gestão de crises.

No dia 29 de setembro de 1982 sete pessoas, moradoras de Chicago nos Estados Unidos, morreram após ingestão de cápsulas de Tylenol contaminadas com cianeto, episódio que ganhou as manchetes dos principais veículos de comunicação da época. O produto então tinha 35% de participação no mercado americano de analgésicos para adultos e representava 15% dos lucros da Johnson & Johnson.

Um episódio potencialmente devastador para a credibilidade e a viabilidade financeira da empresa, mas que a J&J conduziu com maestria ao adotar as seguinte atitudes:

  • Cooperação total com a imprensa, abrindo as portas da empresa para os jornalistas;
  • Formação de um comitê de estratégia de RP, com a participação do presidente da J&J, um executivo de RP e um representante da Burson Marsteller, agência de RP da marca Tylenol;
  • Recolhimento de 31 milhões de frascos do medicamento distribuídos no mercado norte-americano (medida que gerou um prejuízo de 50 milhões de dólares);
  • Desenvolvimento de uma nova embalagem para garantir a inviolabilidade do medicamento.

Durante a crise, as ações da companhia cairam sete pontos e a participação do Tylenol no mercado de analgésicos despencou 87 por cento.

Porém, com a postura aberta e colaborativa da empresa, os consumidores americanos entenderam que o Tylenol fora vítima de uma sabotagem que poderia ter atingido qualquer outro produto de qualquer empresa e consideraram que a J&J agiu com responsabilidade durante toda a crise. Por isso a reintrodução do produto com nova embalagem rapidamente recuperou 65 por cento de suas vendas anteriores ao evento.

E, mesmo com os prejuízos ocasionados pela retirada do Tylenol do mercado, a Johnson & Johnson encerrou o exercício de 1982 com uma renda líquida de U$ 5.7 bilhões contra U$ 5,4 bilhões no ano anterior.

 

Repercussão do episódio na época:

 

Conclusão

Guardadas as proporções – este é um caso extremo envolvendo sabotagem a um dos principais produtos de uma gigante multinacional que resultou em uma tragédia – o case Tylenol é um indicativo que a decisão correta é sempre a melhor a ser tomada, já que as especulações, sobre as quais a empresa não possui domínio, tendem a ocupar os espaços da verdade se ela for omitida.

Imprevistos não tem este nome por acaso e alguns danos são irreparáveis, mas uma empresa com um plano de gestão de crises bem estruturado tem condições de reduzir sua extensão, se recuperar mais rapidamente e, não raro, sair com uma imagem fortalecida.

Dentro desta visão, a Business Press disponibiliza para seus clientes planos de gestão de crises que têm como base a seguinte metodologia de trabalho:

  • Radiografia da Imagem – como os públicos e os stakeholders enxergam a empresa;
  • Vulnerabilidades – identificação das crises que a empresa está mais sujeita a enfrentar e qual seu nível de preparo para conduzi-las;
  • Comando – criação de um comitê de crise e definição das atribuições de cada participante;
  • Rumo – definição de qual rumo seguir em uma crise, de acordo com os valores da empresa;
  • Apresentação – definição e media training do porta-voz da empresa;
  • Ferramentas – confecção do kit de crise;
  • Público – definição dos públicos e quais as mídias para atingir cada um destes públicos.